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Histórico

Capítulo 2 02

Palavras: 1961    |    Lançado em: 29/12/2022

O

o

om a preguiça habitual de sempre, quand

escola? Hoje é seu primeiro dia de

spuma e l

se escovou esses d

dentes de cima faltando e

o banguelinha. O banguelinha mais li

o. - Faço bico e col

uando estou nervoso,

ndo você sair estarei lá, a sua espera. Você é um homenzinho

riança maiores do que eu. - Abro o

fazia parte dos maiores do local, mas a coi

ar novos amigos, aprender muitas coisas novas e se divertir. Por m

eu não conheço

mo ninguém

uar na nossa antig

cá e precisamos acompanhá-lo. Agora é fazer novos amigos e descobrir como aqui é igual ou mel

rdo com a cabeça e ela sor

condado, por isso acabamos nos mudando

por onde passa. Nunca o vi dar um sorriso ou falar u

foi bruto e

do meu avô que diziam ser um homem ruim e que s

o os pais de meus amiguinhos, ou tendo uma demonstração d

ntar a mão para minha mãe que se en

portunidade, mesmo minha mãe me defende

isso para me ens

omem chorar ou demonstrar o que sente, por isso, não levo muito em con

sigo à pé com minha mãe, já que a

aprenda tudo o que puder para se tornar um homem sábio - minha mãe d

ães segurando as mãos de seus filhos e acre

ãe e tento buscar forças pa

abre, minha mãe solta a minha m

e. O céu é o limite. - B

e parece chorar. Vejo que ela seca as lágrimas e me

loca um crachá em mim e então me leva até uma sala, ond

ou a professora Sara e irei t

lugar para me sentar. Vejo uma mes

rado que nem ol

enta em sua mesa e começa a conversar com a gente sobre a

e o medo at

a que nem vejo a hora passar e mu

ho mais afastado de todos e pego meu sanduíche de pasta de amendoim quando um menino bem maior que eu, se aproxi

horar e el

u lanche. - Hum, isso está uma delícia, amanhã tra

é Jonas e n

, aqui minha palavra é lei. - Ele

ui? - um outro menino p

mamãe, toma aí - responde rindo, enquanto

vontade de chorar e chama

ue não procuram alg

levanto os olhos me deparo co

do, sardas no rosto e óculos redond

com as mãos na cintura, tentando inti

s se aproxima da garota que continua o encarando. -

gosto de como estão

lhar para el

stá aqui enfrentando esses dois

uma gargalhada enquanto o amigo de

ocê. - Ela não se move e muito menos ap

dela, parecendo que irá avançar

de dor. O outro olha a cena e tenta pegá-la, mas por ser menor,

OLHOS! SUA... SUA, PINS

o até você perceber que não deve mexer comigo. E outra, não

irado que min

les que se encolhem e

ra todo mundo que você apanhou de uma menina menor que

aramba. Está doendo. - O menino se levanta e ajuda o amigo que continua deitado, en

aí, desvie senão irei chutar de n

tem medo do pe

rrendo sem olhar para trás, então se v

mas pode me chamar de

go limpando

abre sua lancheira e me en

ladra não morde. - Sorri e vejo suas sardas sendo iluminadas pelo sol. - Toma, tem bastante

trega e dou uma mordida no l

ost

e dou mais uma

echa os olhos e saboreia um pedaço do seu lanche. - Você é novo, não? Nunca te vi na cidade e olha que conheço

o novo xerife do condado e vim de mu

omem da lei. Você deveria usar

sar e confesso que fiquei

i e m

a colocar a banca neles. Mas não se preocupe a par

é menor do que eu e s

fraco e dá uma vantagem ao outro. Não pense que não estava com medo deles, mas eu não abaixei a

afinha, abro e encho a tampa

ãe que fez, é de maracujá. -

bios. - Nossa que delícia! Podemos combinar

ace

ado, me olha, cospe na mão

mig

cabeça para aceitar a sua mão, ent

mig

verdadeira, uma amizade que in

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