img Jogo entre mafiosos  /  Capítulo 5 D4RK | 4.95%
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Histórico

Capítulo 5 D4RK

Palavras: 2840    |    Lançado em: 20/11/2022

Com algo pontiagudo em mãos, tudo pode acontecer. Até mesmo com algo

sse detalhe especifico. Tudo depende

tar. Na verdade, eu gostava de punir, provocar dor e matar aos p

lguém inocente, sempre foquei nos sujos, por isso me ch

onar inimigos, quanto por ser caçada pela polícia. Hoj

o homem era limpo ou sujo. Claro, se envolver com o rei do submundo de Drak

e era um apostador nato, gastou o dinheiro da sua herança inteira com jogos vicia

o. Confesso que era muito excitante caçar. Era um vício meu, assim

nha. Sua avó se chamava Gloria Mancini, dona de uma fortuna considerável, e nos seus

to que morreu. Além disso, ele era selvagem no sexo, mas não da forma agradáv

rnalista. O problema era que esse Edgar não aprendeu nada na cadeia. Mexer c

ha-lo, pois estava se escondendo, mas agora que receberia um prêmio, o coelho saiu da toca

a irritante pensar em Lorenzo o tempo todo. Talvez essa nova eu fosse mais carente ou burra, p

e calculista, não uma tola a

ansiosa para chegar ao fim dessa história e matar alguém.

*

hando e um tapete vermelho clichê estendido na

til e drástico, não queria aparecer, tanto por não querer ser descoberta quanto por saber q

ia. Nem que seja para um passeio qualquer, mas eu s

renzo Mitolli, e seus seguranças não estavam aqui para me pr

agora optei por esquecer a presença inconveniente dos idiotas atrás d

as pessoas, entrei por outra porta, uma que me levaria diret

tras e tudo mais, porém, como tinha que seduzir o idio

ram todo o lugar, calculando cada pedaço de caminho q

s alcoólicas. Isso seria bom. Se ele estiver embriagado, ou semi,

sem. Nunca fui de cooperar com ninguém, nem precisar de ajuda. Ser mulher ajudava a pegar homens que não

le era um idiota em fotos ou presencialmente. Não muito alto, na facha etária dos quarenta, barrigudo

e machucava mulheres por prazer próprio, existia especulações do seu envolvimento na m

a de hipocrisia e sujeira. Normalmen

servida no salão grande e quase luxuoso e a

eu lance, era assim que eu agia. Aprendi muito cedo que para conseguir ser mais fort

como não podia tirar os olhos dele, com minha visão periférica, notei que ele me ol

Edgar. Fingi estar envergonhada por isso, e com um

e para não morrer de tedio, fiz perguntas sobre sua vida, no qual ele mentiu. Um criminoso nunca cita s

dos prêmios. Edgar, me convidou para sentar-me na

e perguntou, ignorando a apresentação de algu

ndo. - Fui contratada por Eleonor para ser sua assiste

ido. Eu sabia o quanto era atraente, mas meu desejo de estar em forma não era para ser atrativa aos

e quando ela me convidou, fique

sozinha n

l. Estava se jogando ao in

rriso safado em seu rosto

me deixasse ter a oportunidade de estripa-lo. O que

ica-lo devagar, agora que estava supo

os, deixei um bilhete na mesa e me retirei. Só ele poderia saber do nosso encontro fora desse lugar. Ninguém podia ver nós dois sa

tavam à minha espera fora do lugar e me levaram para o p

stava agora, em um evento quase igual a esse, com uma loira vadia com quem transaria no fi

*

sma cor e um robe preto por cima. O barulho na porta me alegrava, era Edga

pés à cabeça, deixando ele animado. O puxei pela gravata para dentro do flete onde o se

fingir que desejo o homem. Ele não estava embria

is perto da cama. Tirei a gravata e ele abriu alguns botões da sua blusa branca. - Est

o o robe e o deixando cair no chão, mas você vai ter

a sedento, e isso me deixav

mos brincar um pou

le estava usando e o amarrei a cama. Ele ficou surpreso, mas me deixou terminar. Queria tirar d

nadora é? Gosto d

orpo era divertido, mas os psiquiatras eram pessoas que se introduziam na vida de um paciente sem se ele perceba era o meu lance. Saber das suas dores, sentir cada sentimento deles era algo que me confortava. Por isso muitas vezes eu resolvia os problemas deles usando os meus métodos médicos. Eliminando o problema da sua vida. Quando contei a Gregori o que fazia de verdade ele me chamou de sombria, alguém de algo negra e perversa e eu me divertir com o seu medo. - Um amigo disse que era fã da morfina. - Falei voltando a montar dela. As sobrancelhas grossas do homem, se uniram no centro do r

o Mitolli? - Per

estava suando apesar de tudo. Fiquei impressionad

rminar o serviço do que espernear e me fazer abri-lo por inteiro. Acredite, sou boa nisso. - Mesmo ele se mexendo para me desconcentrar, consegui colocar o liquido na seringa. Já tinha feito isso milhares de vezes, só n

a, vadia,

tinuasse. Uma onda de raiva se passou pela minha cabeça. Ou

ritando no meu ouvido para que eu deixe de moleza e o mate da melhor forma possível, vou dar m

. Ela era forte quando a raiva me dominava, sua fome por mata

cumbir ao desejo por sangue. O pior era quando o meu alvo insistia, meu jeito

ão era o que deveria acontecer. Ninguém tem uma overdose por mofina aplicando a dose dire

sperar tanto para vê-lo morrer, então coloquei

cê deveria morrer de forma limpa e burra, agora vou

o, deixando a outra assumir o meu lugar, mas ver o homem perder as forças aos

a envolta do meu corpo. Aqueles idiotas me ajudariam

u o moreno parecendo su

que escolher uma parte do corpo no qual trará consequências gra

ntrolada como fazia as coisas, mas alguma coisa trouxe de v

não vai

ar ou não, fiz o meu trab

nha cabeça ameaçava a doer, isso não estava nos meus planos. Antes d

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