img Jogo entre mafiosos  /  Capítulo 3 D4RK | 2.97%
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Histórico

Capítulo 3 D4RK

Palavras: 2500    |    Lançado em: 20/11/2022

quando não estava matando, estava caçando, era disso que eu gostava, me excitava

rouxeram até aqui. Depois de matar um lugar cheio de traf

de e como eu não era tola, aceitei a pr

como Lorenzo, traficantes, exploradores e mercenários, mas não só por pr

se tornou um vício. Como Rose, eu era calculista e paciente, quando estava sob o meu poder algué

sperando ansiosamente pelo encontro com o homem de olhos negros que nã

do sentisse que não podia, e olha só o que aconteceu, foi justamente Lo

da, porém, eu via como me olhava, como se quisesse me comer, no entanto, algo me dizia que o h

tar e nem confiar na palavra de um criminoso, mas outra parte, a que estava me guiando, diz

to em que o homem serio, alto e muito forte com tatuagens onde eu

recisa saber

olhos de mim por um segundo, como se eu fosse uma lebre que correria a qualquer momento. Sua pres

tempo é que: homens, seja mafioso ou não, sempre quer algo com suas boas atitude

quisas, não queria perder o habito de saber onde esta

a, continuou me observando, assim como eu a ele. Lorenzo estava lindo, com um terno justo, sapato reluzente e cabelo penteado para trás. Já dormi com homens li

e firme, isso me deixava molhada. - Além disso, não sou idiota de deixar uma assassina c

eu seria? - Perguntei

l. – Respondeu sem um único sorriso, mas algo me dizia que era para ser engraçado. - Além dis

empresas, shopping, hotéis e muito mais, o problema era que essa não era a minha cidade e era comandada por Lorenzo. De um canto a outro, tinha uma marca registrada dele, seja por homens armados, empresas ou parceiros. Eu sabia disso por conta de um a conversa acalorada com uma garçonete. Apesar da desconfiança, muitos só achavam que os Mitolli eram empresários, mas as pessoas de periferia, que trabalhavam para eles, sabiam da verdade e do perigo. - Mas vamos ao que interessa, Lorenzo Mitolli, o que realmente quer comigo? - Encostado no vidro do balcão onde pegou a bebida, ele se concentrava no copo com o líquido âmbar. E

ou ele levantando uma das sobrancelhas ao me olhar. - O que as pessoas falam de mim, ne

, tão poderoso e conhecido, tem muitos inimig

de onde estava. Lorenzo tinha alguns centímetros a mais que eu, mesmo estando de salto, eu tinha que o olhar de baixo. Além do mais, seus g

fazia boas ações tão fáceis, muito menos para alguém como eu. - Não mulher de maias palavras, de prolongar alguma coisa e também, não sou idiota, você quer se aproveitar de mim para se livr

seu rosto o deixou ainda mais bonito, mas beleza ele tin

nosos que podem fazer esse trabalho, por que quer a mim? - Questionei cruzando os braços na frente do corpo e cerrando os olhos. - Sou alguém

uanto a homens, eles eram minhas presas ou objeto de prazer por uma noite. Porém, Lorenzo era diferente. Ele tinha um poder incomum, algo que me instigava a permanecer nesse lugar. - Você precisa de m

s isso terá

raiva, eu não era conhecida por ser pessoa de paciência ou pacifica, então esse pequeno gesto parecia um de

mim, e não sou idiota, esse... luxo que esbanja é fruto de crimes e ilegalidade, você está com sorte por ainda está

a situação, eu jogaria essa merda para o ar e mataria Lorenzo, mesmo que isso significasse ser perseguida para sempre, e outra parte me mandava ficar calma e

s de chegarmos ao ponto certo. - Você está certa quando diz sobre meus inimigos e que eu não posso me livrar deles pessoalmente, e quanto

ue falo o meu preço.

o fossem pessoas da mídia, era só armar uma emboscada e acabar com todos, mas infelizmente os três que me desafiaram e traíra

irônica. - Um homem perigoso como você

os da morte, mas a verdade é: eu não vou para a cadeia, sou alguém com contatos e muito dinheir

sses contatos para

é bem c

- Falei dura e forme. - Não faço trabalho sujo para pessoas como você, Lorenzo Mitolli, muito

. - Debochou. - Meu irmão está comendo o meu sono p

i me aproximando dele. - Se realmente precisa de mim, vai aceitar os meus

seus t

a em seu coldre, ou eu a ele, com as minhas. Eu não era mais uma criança, fazia isso a tempos e ele m

tro lugar sem o perigo de ser deportada para Danaco. Fa

de criminosos perambule pela minha

uca aproximação, seu perfume me exci

ra do planeja. - Falei sabendo que essa seria a parte que me traria dor de cab

ou alguém pode desc

a resistência e moral de lado só para beija-lo novamente. Ainda conseguia sentir os lábios carnudos apertando os meus, suas grandes mãos pervertidas, explorando o meu corpo e aquele instrumento magnifico, testando a minha resistência. - Terá que me

que desejar. -

sejo era mutuo, mas não seria idiota de e

, quero quanto ante

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