img Meu nome é Lucy  /  Capítulo 2 Dois | 0.74%
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Histórico

Capítulo 2 Dois

Palavras: 5196    |    Lançado em: 11/11/2022

tia-se a

do por um momento que, ao seu ponto

beijado Ry

aquela curta frase, mas a garota apenas respirou

ㅡ indagou, percebend

do Ryeon,

ique melhor, nã

ra. Apoiou as mãos na banca e deitou a

os o fone de ouvido, e pe

s sempre f

ende? Eu senti que ele... por

o, na

a mão sobre seus cabelos e o jo

Jaesun perguntou. ㅡ não é isso

caso, oppa. ㅡ falou aproximando-se para

ussurrou no mesmo volume. ㅡ Eu já te disse, eu

Ninguém apoia o que

cê precisa falar, principalmente para os seus pais, e parar de tomar aquela p

stava praticamente igual a antes. Jaesun brigou e até tentou tomar e proibir-lhe de tomar aquele tipo de coisa sem acom

estar longe. ㅡ disse animada. ㅡ Serei eu

qualquer forma. Mas isso pode até te matar se for ingerido de forma irresponsável. Você nem comprar n

ota que ela, de coração, nã

sso parar, opp

unto não era novo, e sabia be

tou a sentar melhor sobre a

oto assentiu. ㅡ entrei correndo, Jae

tar se ele vai ao

convid

u, eu não vou, não. Mas pensei que me aproximando, a gente poderia

ele sempre que ele passa por aqu

você também não

dife

o é

Ryeon não s

ão sei

momento, L

o rápido para olhar para

ochila, louca para que Ryeon seguisse para seu roti

garota, pois seu coração quis saltar por sua boca assim que percebeu que Ryeon d

sun cutucou a am

lhar, vendo que Mar

os entregavam toda a sua beleza extraordinár

vez, apoiando a bochech

a eles, abaixando o olhar em seguida, e sentando-se

ar com ele. ㅡ b

lhou de soslaio para o amigo e viu como suas mãos pequenas batucavam s

aquele momento Lucy já

existissem "

eus devaneios. Foi rápida em pedir para que todos

iologia humana

to? ㅡ Lucy reclamou para si mes

u, inclinando-se um pouco até que t

s na minha mente.

nte em você, Wooj

mas Ryeon permanecia a olhando, e seu co

? ㅡ pergunto

cabelo? ㅡ Tocou sutilmente os fios compridos. ㅡ estã

s ombros. Encarou Ryeon ainda os tocando e desv

Hyejin irá reclamar. ㅡ pediu, v

on soltar seus cabelos antes

direitou-se na cadeira e focou na

un logo atrás de si, não era preciso nem olhá-lo, mas ela fez questão de olhá-lo

ar, voltando p

e seu pensamento tivesse focado some

a da vida que tinha era a bolsa integral em Seul,

.

ㅡ Ryeon perguntou enquanto comia

os, completamente apaixonado por o novato, e não e

, você foi direto nele, não foi? ㅡ Lucy b

va a

ma boa alimentação é o

e Ryeon, e se possível, com Ryeon, como a cena

i meu

esa ergueram o olhar e enc

olhos, adorava i

você e como você é

é? ㅡ Kuan sorriu, sentand

namorado? ㅡ perg

e retirou um pote com la

va aquilo u

Jae, você

o, mas para Jaesun e

inava e ria tocando

uis cusp

a quer todo mundo? Não

da minha não.

ㅡ Kuan perguntou, fi

plicou e apenas viu seu amigo assentir

ão chegou nele? Você che

Jaesun revi

cê não é... Aquilo tudo

do mais um pedaço de sua laranja na boca ㅡ Se eu não tiv

spondeu enraivecido, fazendo Kuan a

, como sempre era. Havia falatório

e ela até tentava focar-se, mas via a boca de

a estaria beijando Ryeon naquele momento, sem que

stante de aula, tendo en

quele semestre. Segundo ele, o universo enfim estava sendo bo

orto e abaixava por diversas vezes o olhar, c

tão determinado para algumas co

a, e não era para o exercíci

ia para Ryeon e S

irritante, e parecia que esse sentimento só cresci

úmero? ㅡ Daniel, o par de Lucy, reclamava

an, que estava logo atrás do namorado, re

arceiro, quando este já se levantava. ㅡ Precisamos terminar i

r, então bufou, voltando a encarar o caderno, enquanto

egaram ao fim, Lucy sent

m dia no colégio, mas sentia-se m

esun. ㅡ falou, qu

pai. Eu tenho que ir

ais tinham que se

iu, abraçando-a

e seguiu sozinha a

me e

ouco em sua direção. Não queria, mas sentiu-se be

uviam música no

garoto perguntou ofegante, aco

sando com o seu par do bail

s estávamos falando justamente sobre

reou os pés, tão bruscos, que

uilo que

raço, que doía devido à batida. ㅡ Ela disse que acha

s e

a, mas pergunt

n gostass

a nesse sentido. ㅡ deu de ombr

anziu o cenh

está apaixonada por ele, então

coragem para chegar no Kim. ㅡ respondeu negando, conti

aber? Mark ainda não foi convidado

rk curte homens... Jaes

lguém para se ir a um lugar com a mesma. Eu,

er que Ryeon nã

Ryeon continuou sua frase,

sorrir e assentir, e em seguida, ab

Você gosta de mim t

tava muito de Ryeon, tanto, que queria se tornar namorada dele um dia. Mas, ela não sabia ta

eng

mo ideia do que ac

ente ser ela e responder um simples: "Sim, Ryeon,

le soubesse de si e lhe odi

do no ponto de ônibus e permitindo que

e apontou, fazendo com q

acenando para que o motoris

te, aquele e

am ofegantes,

estudantis e caminhara

u celular para pôr outra vez música. Lucy esperou ansiosa, e

piou-se ao lembrar-se da le

undo afundar. Sempre que pens

imensidão nublada de sua men

amarga d

era tão dif

ndava seu rosto nos travesseiros brancos, e os deixava com rios cinzas e

as novas de lágrimas f

refrão que

omeone I don'

pessoa que não

mo uma pesso

. Negou, sabia que não era, mas Ryeon lhe ouv

s que o rosto belo dela fazia bem,

alou, fazendo Lucy suspirar e

ota s

ão gosta

a coisa qu

do para que o ônibus parasse, mesm

ntos com os olhos, e viu, at

os teimosos cobrindo parte das bochechas,

rás, mas não

uis tanto dizer aquilo, mas entendia que seu coraçã

tonta. Queria transcende

nda continuava presa, dentro daquela carcaça

rguer o rosto para fitar Ryeon, pois sab

m, não? Ela est

o o erro de p

mania de, assim que chegasse em casa, c

ela, caminhando por vinte e ci

cabelos grudados de sua te

e separando de sua cama e de um delicioso prato com macarrão, mas gelou,

andar. Não podia desviar ou voltar, el

ㅡ Ryeon perguntou,

apenas respondeu, parando em fre

da aula, se esqueceu? Você concordou e tud

cuidada. Como queria afastar Ryeon assim, se ela mesma dava ideias para

ho franziu, vendo como Ryeon

a só à noite, não?

raça enquanto seus dedos bagu

você... vim aqui para saber de voc

, sequer ela saberia

ntão irei para a casa. Só me preoc

ças da mochila, ainda com o olhar de Ryeo

morando-se mais, a

buscando sua mochila do chão. ㅡ

o modo em como, vagarosa

ha fria, molhada de suor, colocando-a atrás da orelha, e desli

abaixando o olhar e fazendo

ㅡ disse livrando-se,

te. Olhando para trás apenas algumas v

a Ryeon, mas tinha a certeza q

uanto ela. Era

.

ovar os dentes, Lucy olha

a e roxa sob a mesma mecha que Ryeon havia segurado mais c

creme dental, e limpou sua boca, pa

enta, Ryeon viria às sete, e já era possível ouvir sua mãe com suas "amigas"

pouco tempo, e trabalhava

n-ha, uma mulher trabal

de um marido, e talvez de filhos, mas não vi

se dos pensam

avia lhe dado à vida, e isso ia muito a

guardava debaixo de sua cama

lhas e passou batom

anto lia as embalagens, vendo se era o de cor preta ou marrom,

lsos, tentando esconder o que carregava, mas os olhos do hom

baixo. ㅡ disse desviando o olhar

m, estou

porta, ficando daquele modo por segundos afins, a

isse olhando-a de mo

a. Mas viu-o apontar, fazendo-a perceber que aquela

a disso, ainda vou te amar.

mou o impulso de perguntar, ven

eu ainda vou t

, negando enquanto caminh

ssa conversa a

uma coisa no qua

eu não

a mãe, eu converso com e

não se permitindo falar mais alg

on que estou

, deixando um beijo sob

hida, quente, e feliz quan

os com ele, pode

e apenas correu para pa

tou o casaco que usava e viu como ele ficava bonito junto

que podia, e encontrou Ryeon encarando a enorme ár

balanço de pneu bem abaixo do galho g

ondeu, ainda olhando. ㅡ ela me lem

gem, Ryeon. É u

para Lucy e admirou como a pele s

ㅡ é o que ele diz, sentando-s

scul

mas se te assustei ou magoei, eu q

sabendo de iní

passe de suas bobeiras. Era

ndo os pés para que o balanço começasse a se move

s cravados nela. Suas pernas dobradas balançavam de l

o quero

rmanecendo quieto ali, ob

Sentia-se envergonhada quando Ryeon lhe olhava como estava olhan

bre o rosto dela. Aproximou-se mais, fica

recisou

próximo, e

ão se aproximavam mais. A força entre aqueles corpos era tão grand

icar perto de você? ㅡ Ryeon perguntou num

lhos dos lábios gordinhos do outro. Queri

m pelo céu, assim como sua lí

avra fosse dita, a porta de trás foi aberta, fazendo

não é bom que fiq

izinhas de Sun-ha, uma

sentiu. Lucy segurou firme o pulso de seu amigo e caminhou para dentr

a nisso ㅡ foi o que Ryeon disse

certeza a senhora Park n

rta e passou primeiro. Ryeon já conhecia bem o lugar, não era

do o coração pulsar. Viu Ryeon caminhar e parar a sua frente,

tia-se e

ntia que tudo

s de Ryeon. Seus dedos estavam encolhidos, mas brincavam

abendo o que falar ou perguntar, m

ㅡ perguntou apon

a de segredos. Arregalou os olhos, com medo, mas antes que dis

pegar, mas Ryeon sorriu, levando aquilo na br

rente com pílulas coloridas, mas Lucy buscou-o e escondeu-o com rapidez. Ryeon fitou-a com o ce

m ves

quem

para seu peito, a fim de escon

, havia outros naquela caixa. Puxou-os sem rumo, vend

puxou rápido de seus braços e devolveu a ca

não sabia nem o que pensar

Ryeon ㅡ disse, ficando de p

ota estava, mas viu o modo em como ela desviou o ol

, por f

uma namor

o que

o me conta nada?

eu baixo, engolindo o bolo que

tentou fazê-la lhe contar enquanto seus dedos iam

jeito, perguntando aquilo, doía demais porque saberia que nunca ent

Ma

tra vez, mas diferente de antes, o puxou em

qualquer outra coisa, já estava do

do a porta, sem entender nada. E do outro lado, a ga

viveria daquele modo, à

iveria sem s

ado por lágrimas. Buscou o vestido no qual f

ntou suas economias e c

a que seria para sua irmã mais jovem, mas assim que chegou em casa, tr

Sabia que não teria momento ou liberdade para vesti-lo, então a

s juntou-o junto às saias e dobrou-os com cuidado, fungando e se lamentando, sen

scondido, ela deitou sobre a cama e cobriu-

espiração, mas ainda sentia sua mente

ndo ela seria

ue alg

mais fácil morrer, do

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