img Um Gangster em meu Destino  /  Capítulo 2 I - Beco sem saída | 3.70%
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Capítulo 2 I - Beco sem saída

Palavras: 1395    |    Lançado em: 05/09/2022

assava menos vontade eu tinha de trabalhar, de comer, até mesmo de levantar da cama. Tudo o que eu queria era acordar desse pesa

co com Ane, que já estava me e

joga o resto do seu cigarro no chão e

ontando para o cigarro agora amassado no chão, não que fizesse muita diferença repreendê-la quanto ao hábito

no fim todos nós vamos morrer mesmo. - Acenei concordando com a cabeça. Era a única certeza que tínhamos nessa vida, não importava o quão bom, mal, hon

essoas a sua volta e quando notou que tinha me feito lembrar da minha mãe se arrependeu. Minha mãe

m e sim você é uma estúpida, m

evitar. - Ela respondeu mais

falávamos do nosso dia a dia, ela escondia tantos segredos quanto eu, mas no meio

menos de onde ela tinha vindo. Mas ela era assim, com seus olhos verdes expressivos e seus

dezinha no meio do nada, eu nunca a pressionei para falar

m para trabalhar? Ou vão quer

es significa trabalhar para esse tipo de merda como Monty, dono da lanchonete, infel

s de plantão claro, sempre voltavam graças a Ane, Na

mpar tudo antes de sair. Se tivéssemos sorte estaria tão lotado de clientes

uma da tarde, ela sempre chegava por volta das on

s a doença da minha mãe, quando comecei a trabalhar aqui, depois que minha mãe morreu

lular do bolso, mas antes mesmo que desbloqueasse

ela velha já poderia ter partido dessa. - O nojento terminou a frase falando mais para si mesmo do que com u

e desse emprego eu já teria quebrado a cara desse inf

coisa? Quando ela saiu

ando sairmos daqui passamos na casa dela para che

ens que tentavam a todo custo encostar as mãos sujas em uma de nós e desd

r coisa, menos pessoas de caráter e isso me deixava aterrorizada, pois não tinha muito que eles não fossem

s rápida do que pensei. O problema era que durante a noite o fluxo era maior, principalmente de

ar, parecia até que não tinha nada de ilegal para fazer fora d

era que ele atacasse Ane, por isso mesmo dentro da cozinha e

se abriu me fazendo pular e me virar, a porta dos fundos dava direto p

não parecer assustada e manter a pose irr

explicações. - o homem magricelo falou, ele cheirava a cigarro bar

e mim, me causando um calafrio e alcançou a janela por onde passava os pedidos, quando a madeira bateu uma contra a outra meu corpo pulou saltando, eu

aço em qualquer parte do seu corpo e fugir dali. Mas Mon

a vadia, mas não

ele puxou minha blusa, rasgando o tecido e me acertou com um tapa, mas consegui me desvencilhar jogando seu corpo para trás e fazendo ele ace

ou dos meus pulmões. Senti o corpo dele sobre o meu e abri meus o

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