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Capítulo 2 O ENCONTRO

Palavras: 2445    |    Lançado em: 03/08/2022

DR

ão me pertence, meu pai jamais aceitaria o herdeiro de meu tio no poder, então preciso fazer algo, já que nunca concordei com as atitudes dele, e também não pude fazer nada contra

ela, e percebo que o sol se põe. Sou tirado de meu transe quando escuto alguém bater em minha porta. Leva

nome do Rei traze

Di

que Vossa Alteza desça para o bail

recado. Diga ao meu p

retornaram à minha mente. A história do Príncipe Perdido me consome, e esse

.

e algumas pessoas na rua, puxo ainda mais o meu capuz da minha túnica. Há poucas pessoas pelo local, pouco movimento por causa do baile que meu pai promove, avisto alguns soldados qu

, é um povoado. Não é possível perceber muita coisa, mas noto as enormes janelas de madeira, e percebo que estou em Bartari. Olho de um lado a outro, e paro diante de al

das ruas e imponência das casas de pedra, acredito ter chegado em Baleak, é neste lugar que fica a ponte de acesso a Volcann, território onde supostamente pode estar o mago Killian, mas um barulho me

terioso, que possui pequenas cavernas, aproximo-me das grandes rochas, e encontro uma delas para descansar. Acordo com a luz do sol batendo em meu rosto, pela intensidade dos raios, já passam do meio dia. Abro pausadamente meus olhos, me sento, observo a pequena caverna. Eu ainda estou muit

contorno que lembrava um enorme muralha de pedra, pequenas vegetações como gramíneas cobrem uma parte desta área. Esse lugar é de uma beleza ímpar, impres

onta de mim, levo minha mão por meus longos cabelos para tirar o excesso de água. Enquanto me banho, ouço um barulho que me deixa em alerta, saio da água e olho de um lado para o outro, mas

LL

ela me traz uma vaga sensação de conforto, de pertencimento, na verdade o sentimento em relação a ela era o mesmo que sentimos quando voltamos para casa depois de um longo período longe. Esse é o meu sentimento desde que a toquei pela primeira v

nosso território, Duric vai preci

tros debatem o que seria do prisioneiro, volto minha atenção para o rapaz. Tem um longo cabelo loiro, barba, seu rosto é delicado, o nariz com traços finos, a boca carnuda, ele está com o torso nu, e sua calça é igual a que os camponeses usam, bem justa ao corpo. Ele não parece ser alguém desta região, suas feições são diferentes dos homens que habitam nosso território, ou os povoados e vilas vizinhas. Algo cham

r o que estava fazendo por aqu

lo prisioneiro por quanto temp

uma coisa ou não,

gunto de forma assustada, meu coração disp

o Rei, alguém poderá vir atrás dele, e se o

párea para a magia, que Killi

eve ser executado. Não

anel dele! - Duric se aproximou do rapaz e o

e ser da n

o como garantia de aliança com a Cidade-Est

a, isso parece m

eremos... Pense bem, não faça nada ainda, interrogue-o, e depois

ito que assim como eu, ele também se pergunta o porquê da insistência em permanecer resguardand

de troca, mas para isso precisamos descobrir de onde exatamente ele é. Eu quer

ssoas melhores que

chamar, ou qualquer um dos rapazes... - assim que diz isto, Duric e a maioria dos soldados se retir

que trouxesse alguns panos e unguentos para tratar a ferida do prisioneiro, além de água e comida. O homem se retirou e eu fiquei so

... Meus dedos acariciam sua barba e continuam a passear pela sua boca. Sinto algo estranho, estou desconfortável, minha

r, tenta levar a mão em sua nuca, mas algo o impede de levantar, olha na direção de seu braço, e percebe que está acorrentado, e sua expressão muda a

r que estou preso?

Está preso porque sabemos que é um espião a

, e definitivamente não sei onde

por aqui? Quem é você? Vi que tem

ão é da

responder com educa

el, não é mesmo? - pergunta em tom de deboche, saco a espada que estava

minha pergunt

e Spaldi, me chamo Paolo e sou filho de Guilhermo, governador da Cidade-Estado de

e anda causando problemas pelas ruas de Epassi junto com o Príncipe? -

m é v

me respondeu o que fazia

obrigado a te

o, meu caro nobre! Eu coma

rrogatórios? Você é Alfa? -

io, e se sou Alfa, Ômega ou Beta, não importa! Mas, se você est

a calça, toco em sua ponta, e caminho até

der, pois os soldados do Rei estavam me perseguindo, pois ajudei o Príncipe a fugir, fomos descob

vocês esta

Isso não é da sua conta!

evo o punhal até seu rosto, e contorno toda sua barba, nossos

ergunta sem tirar

a, me diga porque você e

nteceu na minha vida, nunca senti odor de ninguém, nem do meu irmão. O medo me invade, meu coração ba

você conhecê-lo vai entrar no cio

e caminho em direção a porta, e antes qu

eria casar com uma moça por conveniência!

a, sinto-me profundamente incomodada, o encaro com seriedade, e quando estou pronta para per

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