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Casualidades da vida

Casualidades da vida

Autor: Mel Pimentel
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Capítulo 1 Prólogo ★

Palavras: 1553    |    Lançado em: 03/08/2022

anos

ulher olhou para o marido bem apreensiva. - Acho q

em disse ríspido, deixando transparecer a fúria em seus olhos cinzentos. - O pai ao m

s. – Argumentou chorosa pouco antes do portão do grande orfanato

ampada no olhar do homem. Ele sempre confiou na filha e se dedicou ao máximo para dar o melhor, e se sentia traído com essa gravidez não p

umano! – Dis

ssário! – Reb

é o que se deve fazer. – C

vai su

o de arrependimento aparecesse. Por isso, se aproximou da porta pouco antes do amanhecer e deixou a pequena ca

da porta grande. - Eles vão cuidar de você e vai ficar tudo bem. – As palavra

viram a porta se abrir e alguém pegar a criança. A mulher procurou ao redor para ver se conseguia saber qu

rio da neta que foi o anterior a seu abandono, mesmo com isso, começou a definhar ano após ano. Ficando cada vez mais doente e menos comunicativo, se perdendo em s

anos

los em seguida. O ar sai de sua boca, ainda chocado e sem entender o que aquelas palavras significavam, ou melhor, querendo que aquela

potencial tempestade forte se formando. Engoliu seco mais uma vez, decidindo levantar e tomar um copo de sua bebida mais fort

Sussurrou sentindo as lágr

undo se alegrou e tudo passou a fazer sentido. Só que agora um balde de á

logo assimilou ser a de entrada. Isso o levou a sair a passos largos do c

inada para dentro do carro. Parecia não se importar co

avessar seu corpo. Ele havia descoberto e ela queria ir embora o mais rápido possível. O exame de DNA dev

Disse batendo a porta do carro e encarando o hom

o e você não vai me fazer aceitar o contrário. – Disse c

am ela com frequência desde essa última gravidez, estava tudo mais difícil de entender e o toque estridente do celula

ava louca e sua insanidade não iria tirar seu filho, mesmo que o exame de DNA dissesse o contrário. Assim

tou enquanto se jogava para frente,

orme que se aproximava. - Você não vai me perdoar. Eu sou um monstro... – Acelerava

vai nos matar, pare o carro. – Gritou e finalm

te, mas nada que fosse tão grave. Ainda bem

- Vamos fazer o melhor pro nosso filho, não faz isso. – Tentou tranquiliza-la, mas

ndo ela saiu decidida a abrir o portão. Aproveitando a deixa, conseguiu tirar o

u filho. – Continuou o homem, encarand

de você e vai ser obrigado a dar ele para mim. - Os olhos verm

ra que possa se arrepender depois. – Apesar da fúria anterior, seu tom saiu calmo e quase gentil, tentando confort

la disse antes de entrar no carro e ir em

atando o acidente de sua companheira que estava acompanhada de um homem. Mesmo sendo socorridos, não conseguiram fazer muito

te que resultou em uma gravidez. Mesmo tentando manter o relacionamento por um tempo e tentando a

olveu criar um muro ao redor de si, protegendo

juramento a si e ao bebê enquanto voltavam a mansão, que faria de tudo para manter aquele pequeno ser a salvo. Que se fosse preciso, daria sua vida para proteger aqu

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