img Antologia Picante - Livro 2  /  Capítulo 4 Experimento Mau | 3.81%
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Histórico

Capítulo 4 Experimento Mau

Palavras: 1664    |    Lançado em: 03/08/2022

m algumas cobaias, testes de telecinesia que mais pareciam de um

ando abri a porta, iluminando o corpo amarrado em uma cadeira reclináv

mero

a mim, relaxando os braço

, do

o homem. Arrastei um banquinho com rodas até próximo a cadeira no estilo consultório de denti

inhas, gaz

tinha a voz divertida, um mecanismo d

p e coloquei cuidado

brava

be o que

sabe porq

alia muito dinheiro para o laboratório. Se eu confiava que o guarda não atiraria no primeiro sinal de violência de Dez? Não mesmo. Dav

e-nos

teger a doutora de qual

a aqui. Eu disse para nos deixar sozinhos, por favor - eu não estava ped

ou a fazer aquela carinha de cão s

ele - não pode matar os médic

o, estava? Olhou para sua bund

sou casada e f

mulheres, mas eu tinha que me al

atou po

e pensava enq

nuca se arrepiarem. Olhei lentamente

stava pensando? Co

u de o

ndo olham pra sua bunda, em entrar nela

do por mim desde o primeiro dia que entrou no laboratório e apesar de não demo

ícula, vamos implantar um chip para te monitorar, assim

e rastrear como uma

ra te

contr

De

nha direção - mas desse lado, quero

ntrou nesse programa por escolha, com as drog

abem disso. Por isso mandaram você - seus olho

Cl

o em mim, as minhas chances

o foi uma

u s

. Um podia me arremessar longe e estourar as amarras com facilid

r, junto com o desejo incontrolável que ele despertava em mim me levou a abaixar o rosto até ele e b

eu rápido e em poucos movimentos já me acompanhava. Me

aginei que seu remorso

o que est

por isso qu

ar de pagar bem tinha muitos contras e para ser sincera eu não

tório me manter sob controle, a fim de q

vou te

vai ter que ch

vagar e me aproximei enquanto levantava o vestido por baixo

eva

m você - seu indicador levantou a costura e passou

invés disso ele enfiou um dedo. Ele não podia ir fundo com as mãos amarradas, então segurei em s

ele usava uma regata de malha por baixo que precisei levantar para sentir sua pele, a posição em que es

pela entrada. As amarras me davam uma fals

toso quanto

outora. Embora eu

As

der. Tirei a peça por cima e seus olhos fixaram em meus seios. Abri o fecho nas costas e deixei

er c

ga-os

ez chupou com força, não tão contido como queria parecer, suas sugadas faz

isse,

suas coxas e abri seu cinto e zíper lentamente. Seu pau protegido pela cueca criava um v

au longo e claro terminava em uma ponta rosa que pingava

ost

ont

sendo edu

dando a palma em sua ponta para usar a l

is r

ezes e balancei a cabeça, queria me diver

e controlar po

upe, sei lidar

senti suas mãos na minha bunda, ele havia se soltado. Em um movimento rápido ele me puxou mais para cima até sua ponta e

tentativa foi inútil

nunca imaginei que ele tivesse. Deitei em seu peito e ajudei, rebolando enquanto ele metia. Suas mão

a cadeira em que estávamos, Dez parecia em transe, seus olhos revirados e

tremeceu e seu corpo ficou tão rígido que todos os seus músculos ficaram bem definidos, seu membro pulsou dentro

a quase d

ê est

sim d

edação logo em seguida enquanto Dez ainda estava dentro de mim,

procedimento, mas ele sempre soube que nós dois éramos prisioneiros naquele lug

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