ando pelo aparelho. Sua voz estava embargada, carregada de um desespero que denunciava o pressentimento de que algo terrível ha
do-o na água - respondeu Jhonatan, com o som de sirenes, gritos e motores ao
er, manchando sua maquiagem. Pedro, ao descer as escadas, viu o pai caído no chão, pálido, e a mãe em prantos ao te
ssaram em ajudar Acácio, que parecia desorientado, os olhos perdidos, e o coloca
mbeiros e curiosos se aglomeravam, formando um cenário caótico. O cheiro de gasolina misturado à água do rio impregnava o ar
do, pálido, com os lábios arroxeados. O coração da mãe se despedaçava. Para ela, Marcos e
tal e ficará bem - disse Jhonatan, tentando acalmá-la, embo
estava distante, como se buscasse respostas em um vazio. Perguntava sobre Marcos a todo momento, incapaz de conter a cul
Iolanda finalmente entrou no quarto. Ela segurou a mão d
stá bem? Já e
nada disso tivesse acontecido. Ele deveria ter ouvido o filho, investigado o desaparec
que entrou na sala de cirurgia - respondeu Iolanda,
que era verdade: seu irmão estava ali, lutando pela vida. O corredor cheirava a des
tentando se convencer de que Marcos era forte o suficiente para sobrevi
om o jovem Marcos - disse Jhonatan, dando um tapinha no ombro do ra
não disse nada, mas pensou: Talvez ele seja o culpado. Ainda assim, não havia provas. A única esperança era Paulo, amigo de Marcos, que
ava contra sua própria dor. Febril, marcada por feridas, foi acordada brutalmente por
r meu quarto! - ordenou, com crue
urva. - Você ficou doida, Júlia? Não percebe qu
r seu trabalho antes que eu ligue para o pai e diga que você está me intimid
orpo não suportaria outra surra. Mas, mesmo frágil, havia em seus olhos uma chama de resistência,

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