img Rainha da Luxúria  /  Capítulo 2 Capitulo | 2.25%
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Histórico

Capítulo 2 Capitulo

Palavras: 2678    |    Lançado em: 17/06/2022

tilagem muito dormente pela falta de circulação do sangue que sequer o assobio f

medo determinada concussão com o provável acidente -, e procurei enxergar o lado de fora. Ainda se encontrava o

e infinitas preocupações. Tinha ainda aquela principal: Como e por qu

. Um rosto parcialmente arredondado de cor pálida, lábios cheios e olho

escendo como um telespectador atípico para enxergar adiante - incitando-me instantes de pânico abrupto, em que eu me dirigia somente para en

inda a minha cabeça. Meus dedos embrenharam-se em meus cabelos, tocando, reconhecendo, e um vinco se formou em minha testa assim que ob

soou em meus ouvidos, mais alto do que eu aguardava que soaria mínimas doses de gotícu

a minha pele, mas isso não chegava perto da coisa mais inquietante para mim. Quem exatamente eu sou?

algum documento ou certificado, e praticamente gritei de alívio

baixei e levantei o meu olhar para ter convicção, e eu tinha. Meu nome, pelo o que dizia o documento,

ar para o retrovisor, buscando enxergar o lado de fora. Fingindo não ver a estranha friez

inal, mas totalmente sã e salva de um acidente que jogou o

água, ensopando inteiramente o material do Jeans que a princípio não se encontrava

das por correr suavemente ao meu entorno, imaginei se não teria si

o, pois ali fora, com o assopro da calada madrugada gelada e com roup

nteiramente. Cerrei os dentes, percebendo um leve desconforto no maxilar, e dobrei os braços ao meu entorno, c

esperadora, mas eu me mantive respirando lentamente, controlando cada impulso que me implorava para correr e grit

soa com um pouco de álcool em seu sangue teria perdido o senso em uma ponte se

ra de sofrer um acidente. Eu ainda procurei encontrar um meio para escalar

vê em filmes, então girei em meus calcanhares e me aventurei pela trilha de terra, cujo chão de p

não é algo muito inteligente de ser feito. Acrescente ainda a treva muito referente à no

ra de espantar não importava qual animal à espreita. E aparentou ser funcional

va dos galhos mais altos, onde espinhos aguardavam para beijar o meu rosto em uma passagem dolor

sua importância. Venha para mim, parecera dizer. Pisquei várias vezes, querendo decifrar o som, ainda após não

plantas rasteiras com os meus tênis carregados pela água. A floresta nunca aparentava ter u

se aproximava. Cada vez mais perto, ameaçador, horrível. Uma imagem desagradável correu em minha cabeça.

ra, venha

que deveriam, e me embrenhei em cada passagem de rochas bloqueando o caminho. Galhos estouravam a

iam-se ainda mais à medida em que eu passava, como se a criatura em meu encalço houvesse desperta

Minha testa arranhou-se através a casca do tronco, e arrepios percorreram a minha pele com o som, ainda

ar. Não ousei esperar que a criatura aparecesse para me guiar um caminho, parti adiante, suspirando uma aleluia assim que o caminho se abrira para

ento pela corrida. Cabelos e pedaços da minha roupa se moveram pela lufada de ar que me acer

rio que se expandia ao horizonte, banhando o sol poente em um tom profund

ochas abaixo do intenso tapete em tom de verde-claro das vegetações em sua encosta.

uem quer que ousasse pular daquele penhasco, provocando em uma queda livre para as pedras impiedosas abaixo

s, onde a paisagem verde e brilhante contorcia-se ao entorno de uma pata enorme - maior do que as minhas d

velocidade. O chão estremeceu outra vez e eu cheguei ao final do penhasco, onde me

alada, senti que meu corpo entrava em um colapso que jamais senti em toda a minha vida e

gramado pinicar os meus dedos das mãos. O animal se aproximava; eu sentia. N

do que quer que tenha me feito sobreviver a um acidente de carro sem qualquer sequela, do que quer que tenha despertado a floresta ao

me. Sal

rrefeceu assim que a primeira daquelas garras alcançou minhas costas num corte cert

você. Prec

so, resfolegado pela visão da imensa criatura diante de mim. E eu compreendi o motivo de t

va em garras e patas. Tinha três cabeças sobre o pescoço esc

ssos e sangue, me arrastando com ele para longe do penhasco, mesmo que eu gritasse e arranhasse a grama do chão em uma falha te

ipe dos sete inf

esviscerada não importava qual direito de defesa. E implorei. Implorei para o ar, para a água abaixo do penhasco

re. Fogo puro. E vermelho crepitou em minha visão deturpada pela criatura diante de mim, e por um insta

eu tive convicção de que aquele vermelho que esquentava com labar

nada a finalizar logo com aquilo, mas o chão entre nós se partiu em um pequeno tremor de terra, anteriormente que, um segundo depois, um homem apare

que o mundo aparentou escurecer ao entorno. E, muito fácil quanto aparentou ser, e

contrava-se pegando fogo, com o que quer que houvesse naquela espada. Enco

a viva com um corte profundo em minha barriga, com sangue escorrendo e ossos do

ossem mais visíveis conforme o assopro a levou dali, e mesmo que não tivesse se passado mai

Cabelos castanhos na altura dos ombros voaram para o seu rosto assim que um assopro sombrio nos a

de um castanho muito obscuro que poderia ser preto me observaram, e eu notei como com a barba

massa muscular e da força escondida ali dentro,

vermelho obscuro e profundo serpenteando inteiramente aquele aço negro na parte frontal, em um formato

os por aquela força letal se colocando sobre um dos joelhos, conforme sua cabeça se abaixava em uma r

a de volta

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