img Minha Redenção  /  Capítulo 3 2 | 2.54%
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Histórico

Capítulo 3 2

Palavras: 1623    |    Lançado em: 20/05/2022

quantidade de dinheiro, senhor Fox. Não havia nenhum contato

os meus pais morreram quando

x! Uma namorada, uma esp

do hospital - pede, saindo do quarto. A enfermeira me ajuda a beber um pouco

.

az com cerca de dezoito anos. O garoto chora e treme de joelhos no chão, pedindo

m, ajeita o meu braço para que a mira não saia da cabeça do garoto. Tenho vontade de chorar, mas Cicatriz disse que se eu chorasse levaria uma surra. Puxo a respiração e me encho de coragem. - Olhe bem para a sua caça, garoto. Você não deve

sangue começou a jorrar pelo chão. - Ótimo, garoto! Sabe por que você o matou? - Cicatriz inqueriu calmamente. Fiz não para ele. -

ele é forçado a ficar de joelhos na minha frente e sem me dizerem qualquer palavr

.

e o soro já fora retirado do meu braço. Também não havia mais os fios conectados ao meu corpo. Forço-me a levan

Outra enfermeira fala entrando no quarto. Ela segura

tiono sem dar importânci

a-feira

- Ergo a cabeça para olhá-l

meses,

meses?

levando a bandeja consigo, porém, ela deixa uma muda de roupas de hospital para mim em cima do pequeno sofá branco. Com um pouco de dificuldade, eu saio da cama e imediatamente sinto uma dor que parece rasgar o meu peito ao meio. Respiro profundo e lentamente. Preciso de um banho. Observo o cômodo por alguns inst

durante a noite da comunidade e de ir até o Tom, um falsificador. Ele me en

e cinco anos e nasceu no Rio Grande do Sul. Mem

Alex. Alex Fox, esse será o m

trazendo uma bandeja pequena com alguns materiais nela. A garota d

a medida que o curativo é retirado. Os dias têm passado muito rápido e eu estou ficando melhor a cada dia. Durante todos esses anos trabalhando para o tráfico de drogas

z, talvez eu não tivesse sobrevivido para contar a história. Quando a enfermeira termi

o bem. - O elogio me fez abrir um meio sorriso. - Não vejo necessidade de lh

aonde eu realmente estou. Estou me sentindo perdido. É como se tivessem tirado a minha coleira após lon

médico pergunta e só então pe

ma notícia! - Tento p

poderá ir para casa - informa. Casa... Eu

ali. O médico sai do quarto, levando os papéis consigo e eu encaro a porta de saída por um longo tempo, mas não saio do qua

.

aralho, aposta é aposta, po

ito pó, quer me matar de overdo

Aponto para a garota no canto

a mina é minha, car

! - exijo. Ele me encara

arede de vidro. Seu olhar determinado me diz tudo e eu sei que ele espera uma atitude

punho, apontando direto para a sua cabeça. Rendido, ele ergue as mãos, mas me encara em fúria. A mina se aproxima temerosa e eu a forço a debruçar sobre a mesa, e encarado o seu namorado. Levant

ara eu gozar dentro da garota, então simplesmente me afasto, visto a min

da porra toda. - Porque você terá que pagá-la de alguma maneira. - Ele rosna

arrento! - Me ame

em aqui te esperando. - Solto um

eu braço direito. - Cicatriz fala o

aralho, não sou digno de estar aqui, não sou

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