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Capítulo 2 Derek e o Jardim das crianças mortas

Palavras: 1698    |    Lançado em: 31/03/2022

rodite.

da a ser atendida. Interrompendo atos de amor e luxuria. Calando os gritos de prazer

é a essa hora da noite? - Pro

m fala é o detetive.

s Detetive. - Respondia de forma

com sua ajuda...novamente.- Suas palavras pareciam sair contra sua

tel com algumas garotas. - Gemia enquanto falava. Gemidos causado p

ças estão desaparecendo. Seus corpos estão ressurgindo em meio as ruas de toda a ci

cada por sua garganta. Misturadas a tons de compaixão e

u não tenho nada haver com a morte dessas pessoas. - Gemeu m

tasse com a morte daquelas crianças. Tava mais interessado

cido como Cicatriz. Essas pessoas são oferecidas a ele, comopagamento para participar de um torneiro de luta ilegal. Onde condenados lutamem troca de liberdade, ou seja, pelo visto ate a policia parece e

o de serem crianças as vitimas, mexera de certa forma com ele, principalmente por causa das supostas violências sexuais da qua

o vestia suas roupas. Acendera um cigarro e cami

. Me conte todos os detalhes. - o tom de sua

interrompida. Pegou seus pertences e pagou a quantia referente ao aluguel do quarto e consumos internos ao funcionário do estabelecimento. Desceu até o estacionamento e

ive, por achar mais seguro e discreto. Marcaram o local do encontro acima de quaisqu

te do manuseio da espada, e após alguns anos, colocara finalmente sua dor e vingança em pratica. Seus alvos, criminosos mas principalmente, os acusados de pedofilia e estupros. Por ser apenas uma menino, Derek não lembrava com m

ele não se intimidava e continuava desafiando a lei, portando uma arma quase do

diversas vezes, em acerto de contas com bandidos e traficantes, ganhou porte legal permanent

do somente as coisas em beneficio próprio. Homem de poucos amigos. Um tanto solitário e com um senso de humor não tão agradável. Prefere contratar mulhere

ete em um bairro próximo ao motel onde estava. Já matara antes. Já tinha colocado vários criminosos perigosos na cadeia. Mas aquela empreitada seria dif

estiveram com Cicatriz. - Poxa tantas mulheres lindas e gostosas. Tinha que pegar crianças? - Isso não ficaria barato. Agora era questão de honrar aquelas pobres c

s odiasse, era violência infantil. E tudo isso, o faz

odar bastante. Uma tontura e ofuscamento de ambas as vistas. - Que tinha orgulho em dizer que era como a visão de um falcão. - o fez quase perder a d

o do motor de sua maquina parar por completo, saltou rapidamente, fazendo com que sua motocicleta tombas

ma coisa que viu fora um grupo de três ou quatro homens – não tinha certeza – que pareciam usuários de droga. Aquela situação não era nada boa. Estava enfraquecid

ito que estava, temia ter problemas com aqueles indivíduos. - Derek arran

bem os

lta e teve

ogo percebeu que estava em outro lugar. Totalmente diferente. Sua ca

elhorava, vem o sol e lhe ofusca, lhe mostrando que o dia estava em suas primeiras horas. - Mas o ma

bloquear os raios da enorme esfera incandescente, afim de ajustar sua visão novamente. Agora com os olhos protegido da luz, se es

campo. Um jar

am com animais e grandes bolas coloridas. - Daquelas que os pais compram para seus filhos brincarem nas

eu estou? - Se levantava lentamente,

evem ter armado para mim. D

tira um gosto que se assemelhava a suco gástrico, o que ind

ambiente que lhe parecia uma utopia, era acolhedor e cheio de paz. Os lagos ao redor, eram rodeados por lindas plantas enfeitadas de flores brancas que ele não conhecia. Suas águas eram limpas e cristalinas. Um convite para

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