img O DONO DO MORRO E A IRMÃ DO SUB  /  Capítulo 8 MEDO | 8.99%
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Capítulo 8 MEDO

Palavras: 2664    |    Lançado em: 27/03/2022

la nar

estava vestido e tudo mais. Ele fala alguma coisa, mas eu não dou atenção. Minha mente ainda tá proc

me cubro c

xa a coberta. - Eu vou te dei

ntes com a escova que tinha usado no dia anterior. Lembro de ter esquecido a toalha,

o consigo deixar de fazer uma careta. Ele caminha até o banheiro

o Allan, por

e, bom dia. -

rne de pa

o Allan. - falo

u nome, p

tar e o ignoro,

a na parede de frente ao banheir

lla, não novinha.

u é Hu

pernas ficarem bambas. Lembro claramente do dia em que conheci o idiota do Riquelme. Ele tinha f

? Tá pálida aí o

ndo? - uma outr

mais aliviada. Ele encara o irmão e faz uma cara não muito bonita. A

toalha. - que

ica suave. - Ele fala

cendo levar uns coro.

e empurra a porta me fazendo ir para trás. Ponho os braços na frente do meu corpo em forma de proteção. Ele olha todo o meu corpo com um sorriso noj

fala enquanto leva a mão ao

da ao vê-lo. Allan me entrega a toalha e eu me cubro bem rápido. Hudson continua no chão com a mão na boca. Saio do banheiro e praticamente corro até o quarto. Pego m

o, mas nem olho para ver o que tava rolando. Passo pela porta da entrada e vou descend

viar a barra dele com o pai, quase transo com ele e ainda por cima sou assediada por duas vezes pe

dos encostados na parede. Os mesmo soltam piadinhas, mas me faço de doida. Passo direto pro o

s dois minutos que o moço me deixou na frente do morro, e eu tô aqui pensando se é mesmo

do Rael? - um do

- minto.

o outro cara fala.

uro. -

ergunta se

ia perder a

bir. - aperto a alç

o mano Rael. - diz ain

a comigo. - fa

alando? - escuto a vo

irmã tá aqui na ent

a aqui na boca, ca

uma moto que tava lá perto e eu subo atrás. Ele me leva até a tal boca, e eu vou logo descendo. Tava toda descabelada, mas

o e outros armados. Ele me mandou entrar numa casa que tinha lá, e assim

falo s

rancar meu coração de tanto ódio que ele esta

a, porra? - m

e machucando! -

. Dá uma de louca

Não era você que tava fingind

u te quebro em dois pedaços. - me chacoalha. - Eu vi

esa. Como ele

a escola, tu saindo com um cara. Então nem pensa

caralho. Eu te dei o papo, pô

Tento avançar encima de

", seu escroto! - falo alto. - Você nã

, caralho. - ele

i só porque tu é o bandidão? - tento me soltar.

ão. Raffael me solta e se põe na minha

e. Não viaja na dela!

porque é tua irmã? Eu quebro as perna

olvo. Fica na tua.

aneiras me soltar dele, mas ele não me larga. Todo mundo na rua parou pra olhar essa cena ridícula, e e

dida na mi

que será que eu fiz pra tá tudo dando errado? E

ro outro naquela sala minúscula. Me aje

a de errado. - t

a comigo. - ri nervoso. - Tu sumiu garota! Eu te procurei

a me evitando. Eu queria fazer

quando tu morava com teus coroas. Geral já deve tá sabe

- pergunto s

a ser conhecida como minha irmã. Tu é um prato cheio pro

não fiz por mal. -

ta no sofá. - Quem era o

eu vou dizer pra ele sob

eu amigo. Você co

u falei com o tal do Daniel. Ele não tava contigo, garota.

- Quer saber? Você não tem necessidade de saber n

do. Mais uma vez ele me joga no sofá. Eu caio

sta em mim

go! - aponta o d

empurro sua mão de perto do m

Rafaella. Você é extremamente di

meço a soluçar. Levanto do sofá mais uma vez e empurro Raffael que se choca contra o rack. Ando em passos pesados até o quarto e tr

a o mundo tá caindo n

. Eu não quero ver ele nem pintado de ouro. Palhaçada isso.

..

Passo a mão no rosto e levanto da cama igual um zumbi. Calço meus chinelos e saio do quarto indo ao banheiro. Faço minhas higienes e

espeito com aquele cara. Só porque tá me bancando agora tá achando que vai me fazer de gato e sapato. Eu não pedi pra ele me trazer

entando morro inimigo e acha qu

visto, arrumo meu cabelo e passo meu perfume. Pego uma rasteirinha embaixo da cama e

.

uto e Allan já respondeu. O coitado já tinha mandado várias mensagens perguntando se eu tava bem, se eu cheguei bem em casa, essas coisas. Só respondi que tava de boa. Ele me pediu v

om uns caras armados, ao perceber minha presença ele vem em minha dir

. - sorri senta

Pensei que não fosse falar

e tu era apenas irmã do Rael. E pô, conversar nã

ecando ele, vendo ele todo bonitinho e

odo sem jeito. - fala tímido. - Vai se

oblema arrancar peda

essa maneira pros caras. Tem alguma coisa errada com a água ou a

deixando em uma situação

ntura. Ele puxa um radinho e põe encima da coxa. Nunca imagi

o pra ele com uma carinha tímid

ô fazendo nada demais. - pisco o olh

a de ti. - levanta segurando o radinho. - Até d

At

s caras que estavam com Faísca, ele me encarava com um sorriso bem diabólico. Certeza que vai fazer inferninho pro meu irmão. Sustento o olhar nele e dou

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