img O DONO DO MORRO E A IRMÃ DO SUB  /  Capítulo 2 A DOR E A FELICIDADE | 2.25%
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Capítulo 2 A DOR E A FELICIDADE

Palavras: 2634    |    Lançado em: 26/03/2022

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acabei de ouvir? Não é possível. É um pesadelo. Um b

e digito o número do meu pai. Sei que

Por favor. Não

a nada acontecer com minha família, eu sei que não. Eu confio

e assusto. Olho para trás e me levanto rá

.. - dig

, minha menina. Não se

o, sem saber se estou prepa

- Eles chegaram no hospital a pouco temp

- pergunto nervosa. - O acide

rro derrapou na pista suja de óleo e cap

estralo os dedos em nervosism

o nasalado. - A gente tá em um fi

aços. - É algo muito comum. Acontecem m

lto. - Não pode ser, Maria. Eles saí

jo seus olhos cheios de

ada. - Por que? Por que eu tive que fingir estar doente? - seguro meus c

so novamente, tá ouvindo? - segura meu rosto com as d

go acreditar. Você disse que o c

os paramédicos informaram, e o

, Maria. - concluo. - Eu não posso p

- me assegura. - Você vai ver

s minutos. Eu precisava pôr toda essa angús

pra lá. - me afast

de, não vão te deixar

is não tem mais ninguém a

o. - Já liguei para os seus padrinhos, eles tem mais influência que

respir

. - continua a falar. - Vou ficar aqui

unto negativa. - E se os médic

o controlar minha respiração, mas é em vão. O ar começa a faltar, e eu me desespero em bu

onsigo respira

aella. Respira comigo, vamos. Respira e

entando.

tanto, parece que está em chamas. Meu peito dói. É

aria fala. - Vai ficar tud

s maneiras possíveis. Mas eu sinto

para fora do quarto. - André

orpo. Meus braços desabam encima de minhas coxas, e tudo fica em câmera lenta

.

ura. Demoro uns segundos para abrir os olhos p

ergunto com a

ri para mim. - Boa t

mpurro minhas pernas para se

ha. - senta de frente pra m

sou por cima de mim, e minh

era um mi

, com um comprimido na mão e um copo de água na outra. Ele

ca? - pergunto confusa. - Não

sorri amarelo. - Não lembra o

nterrompo minha

utamente tudo vem à tona de repente. Encaro o rosto de Danie

o, né? - ele m

mo a

o. - Tive um pe

ais sofreram um acidente. Estão em cirurgia o

olhos ardem. De novo não.

clamo baixo. - Tudo isso é uma merda

- levanto a cabeça para o olhar. - Você precisa ser forte.

tô te

que eu conheço. - tenta me passar confiança. - Não

he para nós. Eu besliquei uma coisa aqui e outra acolá, tamb

trocarmos muitas palavras. Estava quase anoit

ideia. - fa

ergunto sem

la como se a ideia dele

a cabeça em negação. - Acha que tô com cabeça pra c

s em sinal de rendição.

eio idiota, né? P

a. - Eu tô aqui tentando te aj

niel. - tento a

cê saber, eu poderia estar fazendo vária

cê ficar aqui? - me exalto também

sso que eu ganho? Olha, garo

m não tá nem aí pra mim. Faz tempos que você me deix

erda você

escola. - cito. - Você ta sempre m

o é m

Mas eu nem me surpreendo mais com nada. - sorrio c

ta o dedo na minha cara. - Não vou p

medo de voc

sso que se t

irritada. - Olha aqui,

fuder voc

ar com tudo. E me sento na

dos os dentes se gritar mais u

ça com rapidez. Sigo a voz e vejo um rapaz na porta do me

cê? - Danie

ravo. - É melhor tu vazar daqui ago

e nem o motivo pra você ter entrado assim na casa dos outros.

se tu tem essa corag

pronuncio. - O que tá aco

queia a sobrancelha, a qual m

Você não me parece estranho

u pô, R

nar. Que porra tá acontecendo? Meus pais sofrem um aciden

? - Daniel pergunta

- meu irmão

m a cara de Daniel. Nem eu tô

u próprio corpo. - Por que apareceu depoi

- explica. - Achei que você estaria

alguém. - desabafo. - Eu

entir braços me serpenteando. Aperto meus braços ao

aixo e beija minha cabeça. - Prometo

voltar por mi

. Eu ia voltar por vo

.

aniel foi embora. Raffael disse que ia passar a noite aqu

quase adormecendo na sala quando o telefone da sala tocou. Ambos n

a não está no momento. Pode falar que eu dou o recado a ela. -

Observo ele passar as mãos no cabelo em um gesto

mantenho a voz fi

- Olha, você preci

de uma v

a sobreviveu a cirurgia, mas os médicos

pergunto com a

uito. - abai

ram que eles iam ficar bem! Todo mundo me deu esperança de que el

xima. - Maria me disse o que aconteceu

rto! - grito em meio ao choro. - O nosso pa

olhos dele brilhando e uma única lágrima

Sentia minha garganta seca e queimando como o inferno. Não du

emana

por completo. Raffael ta aqui comigo desde aquele dia, não sai do meu lado um segundo sequer. Ele não pôde ir visitar nossa mãe e nem ir ao velório de nosso pai, pois

.

o outro na cama e

dormir poxa! -

e encara esperando uma explic

ais? Me deixa em paz! - afu

, louca. -

. Novamente, Raffael aparece na

ê se não for, eu vou internar

into meu coração quebrar em caqui

pessoas loucas e psicopatas! - f

pra eles vir aqui te dar um sedativo. - pega o celu

o celular da mão dele. - Eu tô

le rir tanto que falta o ar. O q

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