img QUANDO HÁ AMOR  /  Capítulo 3 EU TENHO VOCÊ, BORBOLETINHA | 5.08%
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Capítulo 3 EU TENHO VOCÊ, BORBOLETINHA

Palavras: 2396    |    Lançado em: 25/02/2022

CC

rufando dentro dela. Massageio as têmporas, a fim de amenizar a dor irritante. Estou estressado e sinto que a qualquer momento, a cabeça possa explod

asso pela recepção, arrancando suspiros ex

e dou a elas u

sso que todas elas são, e eu não

a escolha. Sou um homem fechado para relacionamentos. Nunca namorei ou ma

ha vida. Quero que seja especial quando a encontrar. Quero que, ela seja perfeita e feita para

r um segundo, assim que encaro Darla na

has reuniões para segunda-feira.

nhor Mit

um olhar r

lhe mando, Darla,

enda e com a caneta em mã

is alguma coisa, senhor? - Pe

rigada, a

rato como se fosse da minha família. Aqui, trata-se de companheirismo e entendo sobre isso muito bem. O tenho como um pai. Quando já estamos na Inte

e frequento. Gosto de lá. O lugar é aconchegante e me trás boas lembranças, de quando era apenas um adolescente de apenas quinze anos, querendo transar e

. - Respondo

do carro e me molhando, enquanto observo os carros passarem, em alta velocidade, na pista contrária. Ouço algumas pessoas soltarem xingamentos, denunciando seu ódio a quem quer que seja. Os palavrões são jorrado

m, de aparência nojenta, ao volante

endo aí garota? - Mas q

vez, uma loira peituda e suas palavra

apaz de suportar. Quem no mundo, machucaria uma p

pele branca e cabelos negros, está no meio da avenida, encolhida e mostra está chorando pelos solavancos bruscos que seu corpo pequeno dá. Ao seu lado, encontra-se uma cadeira de rodas automátic

orando baixinho, como uma criança

e assim ele o faz, imediatamente,

o estou perto dela. Tomo-a em meus braços. O corpo frágil e pequeno, se moldando ao meu, tão perfeitamente que, no mesmo minuto, sinto um f

Murmuro tão suavemente quanto posso,

ha, acima de nós. Fecho os olhos e fico, por um bom tempo, pensa

a? - Pergunto silenciosamente. A ment

do rosto, é de porcelana, tão branca que, combina perfeitamente, com seu olhar de anjo. Ela me encara por um momento e eu me perco na imensidão dos olhos bonitos e sinto-me en

amente. As lágrimas descendo pelos cantos

apenas a olho com des

ão me deixe morrer. - O seu chor

ar tudo bem. - Tento passar

a respiração não está mais presente. Apavoro-me. De jeito nenhum v

re. - Ela não me obedece e

irar toda e qualquer dor que esteja sentindo agora, mas ao invés disso, eu a observo morrer, aos poucos, em meus braços,

eu rosto. - Respire, por mim. Vamos lá, respire, borboletinha. - Imploro, deixando-a confusa com o apelido e então ela solta o ar que, estava prendendo. Seu grito é ensurde

e aqui para morrer. - Meneio a cabeça, dizendo a ela que, vou fazer o que está pedindo.

mais em meu colo. Apertando-a contra o peito, beijo

ditei nessa coisa de destinos, mas e se essa garota, aqui

do, enquanto a ergo para cima, levantando-me de onde estou e caminhando até onde ficou meu carro. - Diga-me onde dói

sta molhada, havia mexido com meu coração, de uma forma inexplicáve

para um hospital, com urgência. - Ditei a ordem e sem esperar por uma resposta sua, abri a porta do carr

mim. Eles pediam compaixão. Estávamos a uma quadra do hospita

lágrimas que, ameaçavam a cair. Não poderia eu ser tão frac

vez que ela implora, uma

- Ordenei, já em tom ríspido. Acariciei-l

m, s

incrivelmente doce. Seu pedido é um apelo ao meu coração, quebrantado. E eu per

um p

Basta apenas me dar o número, qu

a fecha os olhos, sentindo meu toque e eu penso por

os ao Newcast Hospital,

lá, borb

brindo a porta do outro lado, para que eu possa pegá-la log

Seu choro me quebra por dentro e é meu fim. As lágrimas que estive segurando todo esse tempo, vêm à to

sto os bancos da frente do carro, para que tenha mais espaço e me inclino, ficando da sua altura. Com cuidado, p

is um pouquinho. - Encorajo-a, mas v

orosos -A dor levou tudo de mim. Deixe-me morrer, eu não vou conseguir. - Respira profundo e e

omo posso deixá-la partir, quando me vejo completamente encant

contrei você e não vou deixá-la ir. Nunca mais

seu

nto, contra o meu peito que, por um segundo essa dor vai sumir. Confie em mim, borboletinha. Eu estou aqui para

peito. Suas mãos delicadas seguram forte o m

Torno a repetir, para que cada palavra fique gravada em sua mente. - Eu tenho você,

oração, fazendo com que o ri

lta em um lindo vestido de borboletas, a promessa pairando na minha mente. O sentimento que sinto queimar e balançar meu peito agora é assustador. Abraço seu corpo mais apertado, as mãos segurando-me firme, forte. Os olhos fechados deixando que, algumas lágrimas escapem pelos cantos. Beijo a testa fria e molhada por alguns segundos. Abre os olhos novamente, eles imploram-me por aju

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