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Luar Proíbido - A Luna Proibida do Alfa

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Capítulo 1 Bem vindo a Lendcity

Palavras: 1321    |    Lançado em: 24/02/2022

sem lágrimas. A dor da perda da mãe ainda estava cravada em seu peito, mas já fazia parte de seu ser, como uma cicatriz que, por mais que doída,

peso de uma tentativa de conexão, foi o que a levou até aqui. Ele, um homem desconhecido, que sua mãe sempre evitou mencionar. Ela sequer sabia o que esperar

po. O imóvel estava imerso em um ambiente de silêncio, uma estranha sensação de expectativa pairava no ar. Luna se s

os ecoava, mas parecia abafado, como se a própria cidade estivesse de luto. Ela ergueu a mão, hesitante, e ba

cabelos escuros e uma presença que parecia controlar o espaço ao seu redor. Seus olhos

z era profunda, mas ao mesmo tem

homem. Ele era tão diferente de tudo o que ela imaginava. Mas, ao mesmo tempo

embargada. - O...Oi, me chamo Lu

s de dar espaço para ela entr

parecia saído de um tempo longínquo. Tudo ali tinha uma aura de mistério, com

r. - Luna murmurou, olhando ao red

ntificar. Ele se virou, como se quisesse dar a ela espaço para explorar, mas ela o observou atentamente, tentando ler su

na sentiu um arrepio percorrer sua espinha. - Ela não queria

voz agora misturada com confusão. - A carta foi o único contato

hor forma de responder. Por fim, ele disse: - Há coisas que

onseguia entender. Seu instinto dizia que havia muito mais nessa histór

mim... viver aqui. - ela sussurrou, a

stivesse tentando dar-lhe conforto. - Vamos dar um passo de cada vez, qu

dizer mais nada. Eliezer observou sua expres

he mostrar onde

piso de madeira impecável. As paredes exibiam quadros antigos, de tons somb

uma porta no fi

será seu

aveludado vinho, era o centro da atenção. Os móveis de madeira escura, polidos até brilharem, tinham detalhes esculpidos à mão, que lembravam folha

m um abajur antigo, cuja luz amarelada iluminava delicadamente o ambiente. A uma das laterais, uma porta dupla de madeira dava acesso a um closet es

ica de pés dourados, além de um chuveiro moderno cercado por paredes de vidro fosco. Um espelho grande com moldura prata estav

tável aqui. - Disse Eliezer, enqua

da, mas sua desconfiança

rmurou, tentando escol

entendesse o que ela queria dizer,

ue organize suas coisas. Se pr

o observou sair e fechar a porta atrás

difícil acreditar que agora estava ali, longe de tudo o que conhecia, com um

u-se à beira da cama. O toque do tecido maci

no porta-retrato. A foto mostrava ela e sua mãe, sorrindo em um dia ensola

ndo por seu rosto enquanto ela apert

lhos. O tecido do cobertor acariciava sua pele, e o perfume d

pesadelo. - Sussurrou para si mesma,

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