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Capítulo 4 O que eu fiz!

Palavras: 2418    |    Lançado em: 21/02/2022

nífico se despindo diante dela,

o desafivelava o cinto, olhando-a fixamen

elo corpo muito bem

do para manter aquele corpo atlético e más

otovelos para conseguir

. Muito alto,

e havia abaixo do abdômen de

o seu corpo sobre o dela

urança e temia que e

guir refrear seu desejo p

va acostumad

o se nunca tivesse

por ela, mas ao contrário disso, segurar os cabelos del, ele ansiava pe

distribuindo pequenos beijo

egundo para fi

os lábios ressecados e an

se conter e invadiu a

suas línguas se entrelaçando c

seus ombros, suas costas nuas antes de alcançarem seu abdômen de

nsou ele enquanto descia uma trilha de

xpondo-lhe o pico dos seios fart

va e como num passe de mágica, ele se desfez de suas roupas com mãos hábeis

ara ela, arfando, enquanto D

olhos mal se abriam de tanto desejo e seu

rriu sat

s perfeita que gostaria de manter

is satisfeito assim

spi-la, sentindo sua timidez enquant

o, se oferecendo para ele enquanto André insinuava seu dedo

direção enquanto sua umidade se espalhava entre seus dedos,

role enquanto terminava de se despir e se en

ndo os mamilos túrgidos e desceram por seu v

stocada, sentindo sua resistência e a tensão em cad

e eu

o, fitando a mulher a sua f

tava desconfortável, con

ra vi

editava que ainda existiam mulh

como se tomasse algo q

perando alguns segundos a mais para que ela se acostumass

oderia fazê-lo explodi

mais para vo

ase por inteiro, antes de deslizar novamente em seu ninho quente e úmido, fazen

o maxilar em busca de manter-se no control

sentí-la se desfazendo ao seu redor, enxarcando-o com

a vez, e ele queria to

a exatament

tado de choque po

ssou quando ele invadiu seu

na primeira vez, mas acabara sen

nto encarava André nos olhos espe

recia

por seu olhos naquele momento, deixando cl

ão apenas se moveu sob seu corpo másculo, em

em seus olhos antes que o desejo o dominasse

por completo, ela pensou, por

ou novamente, fazendo-a arquear o cor

ro dela lentamente e Darla semicerrou os olhos de prazer,

entia naquele momento era um prazer crescent

os foi mais que suficiente para fazer com que And

s, enquanto suas respirações se tornavam mais ofega

rto antes mesmo que gritass

quando a primeira onda veio, permitindo que

iajar nas sensações maravilhosas que tomavam conta de seu corpo, antes que o p

a emaranhou os dedos em seus cabelos, mantendo-o gruda

enquanto ainda o sent

fizera sentir o que s

de excitá-la

om que perdesse comp

se

toda a sua vida, porque agora ela s

ca conseguira e de repente a culpa que a cos

André queria aproveitar cada minut

a mulher mexera tanto com ele a ponto d

a tivesse, seu corpo sempre

lhar dela fosse capaz

que seria

as coisas mais difíceis no futuro, mas ele sabia qu

ido por ser um s

ivera em sua cama

anto acariciava novamente a mulher em su

seguinte, mas ele sabia que es

se certificar disso,

ompromissos e família, pois seu tra

e estava para bagunçar as coisa

uela m

eria se af

udesse saciar seu desejo e en

ma garota qualquer tomaria o se

possuiu até que a exaust

ele pegaria o núme

umisse de suas vistas, foi seu último pensamento antes de embalar o

eio da noite, deixando o lad

o que tinha acontecido quand

do Darla se colocou de p

ansiosa, mas não a en

os no banheiro, e quando percebeu que estava tudo certo foi r

apenas pegou sua bolsa sobre a mesinha de centro enquanto levava os sapatos

a aquela noite fazia

panhar Ella naquele evento importante,

de um homem qualquer que e

mais até do que e

ava agir como a Cin

muito da meia-noite e esta

s um pouco do calor dos seus braços

ura do qual talvez se a

cava um rel

teria que ser

reso ao ver a jovem saindo as press

ecia And

o meio da noite quando levava

desaparecer pelas portas duplas antes

consigo mesmo enquanto voltava sua

tou esfregando as

ue estava acostum

vez que ficara na cam

as, se exercitar por uma hora e depois tom

xícara de café preto e fumegante, o suficiente pa

nhã tudo estav

, mas acordara com uma baita dor de cabeça,

ra não se atrasar para o escritório e o café não lhe

eber uma ligação de sua mãe, avisan

a antes d

mente após seu grito imp

scontar sua frustração na garo

ário esse mês e estaria t

e, tentando se concentrar, mas em poucos segundos sua

vinho, ou de ter

ou na inesperda

ra sozinho

ora e ele acordara sozinh

indo seu sexo ficando rijo novamente diante da lembr

Darla em baixo dele o

de pref

quat

sso aos seus cabelo

to investia em estocadas profundas em seu ninho quen

eguiu para o quarto que m

ara não ser flagrado em seu escr

lhe acontec

a daquela maneira a ponto de fazê-lo

nha em seus braços gemendo seu nome descontroladamente enquanto gozava ao

sentiu que finalmente se acalm

e por ter sido o seu peim

om uma mulher

am encontradas em uma mesma mulher. Mas Darla t

ho, insatisfei

! lembrou enquanto voltava para o escritório com uma

ia se dar ao luxo de ficar pensando em

da mais o seu mau-humor e durante toda a manhã

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