img Acordo de amor com um Chevalier  /  Capítulo 7 O que você quer, Andrew | 5.74%
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Capítulo 7 O que você quer, Andrew

Palavras: 2316    |    Lançado em: 20/01/2022

não casamos de verdad

jurava que havia sido verdade. – ele riu sarcasticamente, colocando

aliança ou seja lá o que for de ve

ele balançou a cabeça. – O que faria

e ele riu, toc

le a den

o para trás

ro que respeite Gael...

deve respeitá

ente

s a condena

ê está quer

repetir o beijo

barriga me deixar praticamente imóvel, com um misto de

tade de repetir... –

jo de verdade. Aposto que você quereria me beijar

tei continuar, ignorando o que

ioso. – ele

menina. Há meninas que co

uvi

não d

cei a andar. Andrew era pr

o beijo como recompensa p

– eu nem sabi

na certeza de que ele m

esperança era de que quando o visse novamente, depois de oito anos, aquela paixão de criança não existisse mais. Mas eu estava enganada: nada mudou com relação aos meus sentimentos por ele. Nem o fato de eu tê-lo achado convencido e prepotente fez com que minha obs

nhecer o castelo de Alpemburg, que embora bem menor que o de Noriah Su

ue ela havia feito, nem Pauline por eu ter duvidado dela, mu

ria que decidir onde iria fazer a faculdade. E o lugar não poderia ser Alpemburg, isso eu sabia. Embora parecesse que meus pais queriam se livrar de mim, eu sabia que

fiz questão de envolver num sutiã com um grande bojo. A fedelha não existe mais, Andrew Chevalier. Sou uma mulher... Ou quase uma, pensei enquanto me observava no espelho, não me achando nada com a aparência de uma mulher de verdade... Ou sequer experiente. Mas no fundo aquela era eu: Alexia. A garota com dezoito anos que ainda era uma menina muitas vezes, qu

e ele da minha cabeça, por favor. Pedi, olhando

ra dezenove horas. Desci até a sala de jantar, onde todos aguardavam ao lado

amor. Fui quase correndo até ele e o abracei, se

ente e pegou minha m

linda

bri

ar comum. – ele sorriu,

m ouviu, pela nossa distância dos demais, mas meus olhos encontraram os de Andrew, que me fitavam atenta

igimos à mesa. Os D'Auvergne Bretonne tomaram seus lugare

irem mais à vontade, por

Andrew enquanto ele fazia a v

meu lado... Por f

a esquerda. Então fez a volta gentilmente, fazendo a vontade de Aimê. E

de costume, Sean. – fa

des primeiro. – Sea

asa bem próxima e vinha diariamente nos ver. Ele e minha mãe eram bastante ligados emocionalmente, assim como e

inteira. Acho que a presença de Andrew à mesa me deixava nervosa. Mas se eu continu

to comum na nossa família, já que conversávamos muito à

com inúmeras bebidas à disposição de todos, inclusive café, moído na hora. Sempre

rmente gostava dali. Aimê felizmente não participou desta parte. Minha mãe mandou uma das serviçais colocá-la

idas, como se estivesse pousando para um desenho. Eu tinha pena da minha irmã algumas vezes, por não poder ser normal. Claro que eu sabia que não era correto e

re minha irmã e Henry. Era visível, para quem

a festa de Dereck e Kim na

presença dos D'Auvergne Bre

mos, com ce

sse minha mãe. – Sei que

ry

ção, como vocês bem sabem. Escol

e minha mãe. – Já estou an

– Obrigada pelo convite, Henry.

u para meu pai. – Acha melhor q

ão de relembrar. – Assim como não aceito ser chamado de Ma

entra na lista de família de vocês, mesmo sendo namorado de Alexia?

ó, rapaz. – observou meu

r, mas deixei que

exijo que todos, a não ser família, é claro, tratem Paul

ar na lista de "família", sendo o namorado de

tivamente da "família" quando

Ou até mesmo nunca acontecer. – observou Sean

família, mais velho que ela, maduro, responsável. O pai dele em breve fará parte

dela com homens mais velhos. – disse Andrew,

do até eles e tentando não voltar ao passado. – Meu

dade. – disse minha mãe. – Ela e Gael se dão bem.

Aliás, não desejo outro homem para Alexia

com ele se ela não quisesse, não é

asamentos arranjados e o quanto isso pode fazer as pesso

s quem éramos. Sofremos muito até nos encontrarmos como o futuro casal predestinado po

ja o esposo dela, não se opõe se for qualquer outra pe

o incr

amente, não estou acostumado a beber nada tão f

uer chegar, Andrew? – meu

pretensão a ser alguém na vida. – disse Henry. – Foi isso que ele quis dizer, Estevan. Porque sempre no

ora sóbrio, tenta

, desde que eu e Satini aprove

o, não tínhamos exatamente opção de escolha. Se fosse assim, min

para o baile de máscaras. – di

rão, eu faço questão de ficar por aqui, cuidando de tudo. Mas sei q

Henry sorriu, olh

m Sean e Andrew veio até mim,

endo afinal, Andrew? –

eu quero. – ele

se colocando entre nós dois. – Acho que cheguei

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