img Jeck Meu Amigo Meu Amor  /  Capítulo 5 Samantha Martinez | 16.67%
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Capítulo 5 Samantha Martinez

Palavras: 1887    |    Lançado em: 10/12/2021

ia e Patrícia já haviam mandado mensagem avisando que estavam a caminho de Uber, e Jack e Thiago chegariam logo depois. A

eria para dar um oi aos meus amigos. Eu sabia muito bem que a verdadeira intenção dele era fazer ronda e fiscalizar o espaço ao redor de

m bico falso nos lábios. - É sempre a mesma coisa. Agora, quer apostar quanto que, se fosse um cert

uanto se jogava ao lado dela. - Toda vez que a gente vem a

fada na direção

antada no portão sem nem saber a que horas iriam

e ser um furacão ambulante com o Douglas. Para se ter uma ideia, se Bia manda mensagem e o rapaz demora dez minutos para resp

- insistiu Bia, arqueando a sobrancelha com malícia.

a. - Já pensou se ele entra bem agora e ouve uma besteira dessas? Eu morro de vergonha, mudo de país, desisto d

a instantânea, cr

a cá! Caramba, Sam, você sabe que eu não suporto a presença d

ixa para revida

essa sua implicância crônica com

você parar de inventar fanfic da minha vida, Samantha! Euzinha gostando daquele metido a galã? N

a cabeça, divertind

lar e se declarar logo para o Jack. Quem sabe a gente não desencan

minha própria audácia, embora por dentro o estômago desse um nó apertado. - Vocês são completamente

te. Quero namorar, quero passear de mãos dadas, ir ao cinema, viver a fase gostosa de um romance sem precisar fingir que somos ap

de boatos, e Jack é bonito, inteligente e disputado. Nós quatro estudamos na mesma faculdade, e eu sei qu

ma é o p

uma doente", pois isso mancharia o nome da família e a reputação dos negócios. Fui embora daquela casa correndo, com os olhos cheios de lágrimas, peguei o primeiro táxi e passei o resto do dia chorando no meu quarto. Co

atender. Eu morria de medo de que a minha presença prejudicasse o futuro dele. Se o pai já reage mal

me sacudiu de leve pelo ombro. - Tá no mundo da

a... Desculpa, meninas. Vamos lá para a cozinha pegar

e Bia, levantando de um pulo. - E esper

e álcool na boca, vão ter que dormir aqui em casa, porque eu não vou deixar nenhuma das

dando d

e aí a gente faz festa do pi

o nome do Jack em voz alta. Foi o sinal para que Thiago, que acabara de entrar na casa

foca. O que as excelências es

liva. Minha pele corou na hora. Eu nun

deza crônica e a desse outro idiota do Jack que também nunca chega na hora - retruco

le estalo metálico que eu reconhe

da. Jack trazia uma sacola nas mãos, vestindo uma bermuda azul-marinho e uma camiseta cinza justa que desenhava perfeitamente a ex

o, daqueles que pareciam

a vibrar na base da minha nuca. - Vai nos deixar mofando na sal

, aliviada por mudar de assunto e tentar ac

tiscos, e a geladeira externa lotada de bebidas. Bia não perdeu tempo em abrir uma cerveja, enquant

disfarçadamente para o peitoral firme

cadeira ou vai entrar na água com a gente? - chamou

va numa temperatura perfeita, refrescando o calor absurdo daquele sábado. Meu pai continuava trancado no

caras; devia estar enfiado

nduíches naturais na borda da piscina, fo

da para animar? - sugeriu Patrícia

uê? - pergunte

tem que tirar uma peça de roupa. A g

trícia como se ela tivesse suger

do tinha dez anos, sua louca! - pr

o Thiago pagando mico - insist

ementemente, erguendo as

quero ver minhas melhores amigas constrangidas nem por brincadeira

ram sobre mim como u

mã

na frente de todo mundo. O homem por quem eu suspirava todas as noites, o únic

mais que eu tentasse disfarçar o baque, o meu sorriso murchou na hora. Como é que e

io: eu não ia desistir tão fácil. Se a amizade era o único título que eu tinha no momento, eu precisava arriscar tud

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