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Durval - O rei da máfia

Durval - O rei da máfia

Autor: Mainy
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Capítulo 1 Prólogo

Palavras: 1673    |    Lançado em: 02/12/2021

r

econhecimento,

sca vi

ól

me encaram assustados e com uma súplica silenciosa por socorro. Inutilmente tento s

sem que eu nada possa fazer. Por mais que eu grite, implore e ofereça minha vida em troca da dela, recebo chut

dão. O desespero estampado em seu olhar me desfaz em pedaços, não poder fazer nada me mata lentamente. Nenhuma mulher merece pass

rabalho. Como policiais deveriam ser a justiça e não a desgraça, ma

uem eu mais amo. Eu deveria estar em seu lugar, deveria morrer por ela, morrer a protegendo, mas não, ela está lá, em me

iamente, quero rasgar suas garga

dá-la, não po

erado que queima minha garganta, um soco forte ve

squerdo da minha face com um metal pontiagudo. Sou obrigado a fechar meus olhos ao sentir o metal rasgar minha pele. O sangue quente escorre

xos aos meus. As lágrimas incessantes escorrem por sua fa

hos que sempre foram tão puros e cheios de vida, agora me encaram vazios. Com as últimas forças que lhe re

.. - Sussurro sem acredita

o, me sufoca e mata lentamente. Ela não p

ndo as correntes contra os meus pul

ara mim. Querendo sentir seu corpo colado ao meu, seu sorriso tímid

Grito ma

ua alma partir e restar apenas

ar entra em meus pulmões com força, queimando minhas narinas, suor escorre pela min

ãos no rosto na tentativa de tirar aquelas image

que entra pela janela. Transtornado, espero minha respiração se acalmar en

rmir apenas uma hora e meia. Fecho os olhos passando as mãos na testa ao perceber que meu tempo de sono está diminuindo g

certa dificuldade. Apoio as mãos no rosto novamente, a fim de disper

o alguns vidros de perfume ao puxar com brutalidade as gavetas, apressadamente pego os pequenos fras

estabilizar meus sentimentos para fi

corpo. A água fria escorre pela minha pele quente tencionando ainda mais meus músculos e aos poucos

um banho demorado, para ser sincero mais demorado do que gostaria, porém servi

inha esposa, e terei a honra de matar com minhas próprias mãos como fiz com os outros três e farei com

sem camisa. Seco rapidamente os cabelos com uma toalha os dei

dormir, contudo o cansaço domina meu corpo e acabo cedendo a necessidade de descansar

ertida, seu maior sonho era ser mãe. Mas in

para minha academia, preciso descontar o ódio que circula

úsculos. Ofegante enxugo o suor que escorre em minha testa, arfando em busca de um pouco ar e

caixo perfeitamente o chapéu Fedora sobre a cabeça escondendo minha cicatriz. Mesmo sabendo que meus homens não me importunam dentro de casa, gosto do conforto e

do a tensão constante do meu corpo. Acomodo-me em frente à mesa e observ

tigações para a conclusão da minha vingança

principais responsáveis pela morte de Lana e eu faço questão

de sentir o sangue quente daqueles homens escorrer pelas

ada um deles. Pagaram com seus corpos todas as dores que minha precios

em mesmo os remédios manipulados de Lourenço são

ue me sugam, sou obrigado a jogar os papéis sobre a mes

e vejam nesse estado de descontrole. Eles me respeitam pelo poder e autoridade que passo,

o em longos goles. O líquido forte desce queimando minha

combinações, causam efeitos adversos, mas neste momento quer

mudou, a dor, o desespero, a angústia, o sofrimento, os pesadelos, tudo

rando que cada um daqueles homens queime no fogo do inferno assim

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