img QUANDO O AMOR BATE À PORTA  /  Capítulo 3 1.3 | 2.80%
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Capítulo 3 1.3

Palavras: 1845    |    Lançado em: 31/10/2021

tregar na reitoria, sigo apenas esperando, já comprei a passagem de ônibus para SP. O certo seria eu fazer a matrícula e retornar para casa, pois as aulas só vão

o com as vendas dos quadros e desenhos que fiz e

á tomando café da manhã com minhas irmãs, hoje é sábado po

lia! - Digo as

delas a mesa e ficamos alguns minutos conve

diz e seu semblante alegre e

a falar alto e eu entro em alerta , minhas irmãs entram em desespero. Tento acalmar

onteceu ? - pe

para o hospital das clínicas.- Ela solta a bomba e minha pernas parece

em silêncio observando as reações da minha mãe. Minhas irmãs mais novas já estão chorand

rimeiros atendimentos aqui no hospital da cidade, porém

ha mãe até o hospital que fica em Curitiba, enquanto Nanda ficaria com as mais

sto do meu pai, suas risadas, seu cheiro, suas palavras doces e cheias de sabedoria. Uma lágrima escorre do meu ros

gamos ao hospital e caminhamos apressad

pcionista me olha e nos indica uma salinha dizendo que o médico responsável pelo meu pai já irá nos atend

paciente João Alberto Casanova, vocês são paren

o e essa é nossa filha Flora.- O D

m um quadro de AVC, acidente vascular cerebral, ele foi

de forma direta e minhas perna

a boca , minha mãe começa a se deses

bem ? - Digo aflita tentando me manter fi

pois tudo que quero é meu pai bem, conosco novamente, mas ess

car para vocês. - Ele diz nos olhando com pesar, meus pensamentos voam long

m circulação sanguínea. O que meu pai teve, foi do tipo Isquêmico, quando ele chegou já não era possível entrar em processo cirúrgico para reverter o

ia facial de um lado do rosto e dificuldades de loco

amento psicológico, neurológico e também de fisioterapia. Ele também nos informa

lar porém não consegue, apenas grunhidos saem de sua boca. Vejo seu olhar de tristeza, e desânimo e aquilo me dói, me rasga por dentro, ele vira a cabeça para o lado oposto em que estamos, cansado como se não quisesse nosso olhar de pena. E eu não aguento, lhe

asa o silêncio chega ser ensurdecedor, encontro Fernanda no quarto das meninas fazendo-as dormir, sigo para o chuveiro tomo um banho e troco do roupa chego a sala e Nanda está com uma cara péssima. Sento-me ao seu lado e

*

animação, só fica deitado ou sentado na varanda. O Médico nos disse que era importante talvez levarmos ele para dar uma volta e espairecer, porém como ele está com

preciso que dê tudo de si. Nós precisamos da sua força pai. - Digo a ele com olhos cheios de lágrimas e vejo um simp

do bem o que tenho que fazer, passei a noite em claro pensando e repensando nessa viagem e no propósito dela, no meu sonho. Me arrumo e sigo em direção a mesa do café

ela assim que me sento. Ela

dia

sar e diz que ele não estava bem e que não quis sair

evar para SP.? - Ela me questiona, tentando mudar pra um a

u não vou mais. - D

ita me olhando de

o dizer mas ela

isso, largar tudo assim filha.-

u conseguir ir,

be que seu pai não vai aprovar isso, se for por causa dele a gente

te minha. E que jeito mãe ? Hã - Digo o

a senhora quiser trabalhar como vai fazer com as meninas? Fernanda estuda e não pode largar a escola para cuidar delas. Não da mãe, eu já tomei minha de

untou...é o seu sonho Flora...- Ela diz p

, e não há sonho mais importante que um de vocês!- Digo olhando-a de forma firme e decidida , por que sei que fiz a coisa certa. E agora t

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