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Destinada ao Meio-Irmão Alfa

Destinada ao Meio-Irmão Alfa

Autor: KaiKitto
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Capítulo 1 Atormentador

Palavras: 2251    |    Lançado em: 31/10/2026

inorc

ue ele doou uma fortuna pra escola recentemente. Além de lindo, é tão ge

omem é um espetáculo de

sa enquanto tentava enganar o estômago com u

delo estava de regresso após três anos. Deus sabia o q

Minhas mãos começaram a tremer feito varas verdes quando aquele nome proibido eco

manda chamou minha atenção, me

stou comendo - respon

comendo essa gororoba fria? - pe

u nos meus lábios ao pe

a naquela matilha qu

o - menti. Mas talvez houvesse um fundo de verdade ali; depois

arou com um ol

conseguia acreditar que ela era amiga de alguém como e

em casa? Já é fim de tarde, v

sei. Eu já estava atrasada. Dante já devia estar em casa e

rebater, juntei minhas

acostumado. Agora que aquele desgraçado estava de volta, a últi

três anos, ainda foram infinitamente melhore

em casa, entrei o m

ota? - a governanta me repreendeu

sculpa -

e o Alpha está aí, então não o tire mais do sério do que

mil vezes levar uma bronca da governanta a

sco com a minha família e obter minha guarda quando tinha apenas dezoito anos. Mas, segundo a papelada, ele era

mando o máximo de cuidado para não incomodar o a

ra encará-lo, e quanto m

ralisada no lugar, não por causa do frio, mas

do dele. Era quase impossível passar pela porta dele se

rioso, me fazendo praticamente c

entado na cama como um rei, o que s

, sem audácia para enca

ês, não é? Dezoito anos, certo? - ele question

ó estava morrendo de medo de dizer a coisa errada, d

e jeito, como se quisesse abrir um bura

que tinha me mandado entrar se já estava a ponto de explodir? Por que e

mim? - perguntou Dante em um tom sereno, embora

ainda tinha a capacidade de perguntar? Eu estava apavorada e sentia que pod

do - anunciou uma empr

rsar depois - disse, dando meia-

uns instantes talvez aliviasse um pouco meu pavor. Ainda assim, meu corpo tremia p

o sua aproximação. A presença dele ali, depois de três anos, estilhaçava qualquer resto de estabilidade que eu tin

u sei como consegui me defender. Foi um dia tenebroso, que plantou um trauma profundo em mim e me f

urante todo o tempo em que ele esteve fora

tinha exterminado a Matilha de Prata - nossos maiores inimigos e os verdadeiros culpados pela morte dos

que nossos pai

minha mãe de lá quando o confronto começou, mas eles

descontar a vingança em mim. Foi por isso que me adotou. Na época, eu era muit

a dele me deu um susto, cortando meus pensamentos. Não me mexi, ciente de quão perto ele estava.

implesmente não respondia. Tremores violentos me percorriam. Aquele homem nunca foi normal, e ago

indo a raiva dele emanar atrás de mim

ada aí feito uma tonta? - Ele colou o corpo no meu; o calor dele atr

a dele me afetava daquela maneira,

sponder, mas minha garganta seco

ponde direito, Vinorca!

força e encolhendo os ombros na tentativa de me proteger, embor

? Perguntei-me. Fiz o possível para me r

em. Por que é tão difícil respon

", minha m

o no meio da nossa conversa. E agora se recusa a me responder. Isso não vai acabar b

pesado, denso de tensão. Eu estava completamente desequilibrada

lesmente não conseguia controlar a reação que ele provocav

de desculpas xexelento e falso desse? Não tenho paciência para isso - debochou ele, tirando a mão da minha cintura. Ele

miu o controle da matilha. Agora, apenas duas empregadas tinham permissão para se aproximar dele. Mais ning

meu bem

te dele, do outro lado da mesa. Abaixei o olhar e dobrei a atenção nas minhas mão

agora estava ali sentada, jantando com aquele miserável. Parecia errado

rto de Dante. Nenhuma das duas dava a mínima para mim. Eu não existia para elas, e elas nã

s, Vinorca? - Dante perguntou as

do prato e pegando a colher para tentar

a marcar os dedos no metal, mas não consegui articular mais nada. O que ele esperava? Depoi

minha mente. Levantei a cabeça e me deparei com o olhar dele, que p

do que suas palavras - muito mais do que m

que nem sabia que tinha, tentando acalmar meus nervos e

dotado, mas não tinha a hombridade de me dar uma refeição decente. Mas ali estava eu, diante de

sperdício do meu dinheiro sustentar uma vadia como você, que nã

a princesa. Eu sabia muito bem da missa a metade. Ele só me dava este teto p

falsa cortesia, me levantando e soltando a colher no prato. Dei as

B

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