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UM AMOR ARDENTE

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Capítulo 1 O Entardecer e a Tigresa

Palavras: 1844    |    Lançado em: 23/10/2026

venidas principais, os prédios de vidro e aço brilhavam sob os últimos raios de luz, e a cidade parecia respirar uma mistura de agitação diária e a chegada tranquila da n

que Cassandra

como as águas mais profundas e calmas do oceano - que pareciam guardar um mundo inteiro dentro deles. Era uma beleza rara, daquelas que fazem as pessoas pararem por um instante, sem querer ser indelicadas, mas incapaz

essoas ganhavam em meses. Cassandra parecia leve, satisfeita, com um sorriso nos lábios que misturava alegria e uma certa malícia doce. Ela não escondia que gostava das coisas boas da vida; não via mo

do chão ao teto com vista para toda a capital, prateleiras com livros e peças de arte, e um ar de autoridade que acompanhava o homem por onde quer que fosse. Aos cinquenta e cinco anos, ele mantinha a postura ereta, os c

ficação e, de repente, um sorriso verdadeiro, amplo e espontâneo se formo

? - perguntou Vítor Ferreira, que estava sentado na poltrona em fre

do celular, mas seu sorris

voz suave, mas cheia de carinho. - Ela foi fazer compras porque eu não pude ir buscá-la hoje, e agora está gas

a cabeça, solta

nte anos, eu vi você comandando esse império sem deixar ninguém perceber o que sentia. E só bastou você conhecer uma menina mais nova e começa

sobre a mesa e olhou para o amigo, c

finge ser o que não é. Se ela gosta de gastar o meu dinheiro, eu não me importo nem um pouco. Até mesmo porque duvido muito que ela tenha a capacidade de me deixar falido - disse ele, com um sorriso confiante e

Rodolfo havia muitos anos e sabia que aquele amor, embora incomum para mu

nguém - disse Vítor, suavizando a voz. - Adrian não aceita essa relação. E Luciana

, o sorriso desaparecendo u

por causa da opinião de ninguém - afirmou ele, com firmeza, aquela mesma determinação que o havi

gar entre aquelas luzes, Cassandra segurava o próprio celular, lendo a mensagem dele, com um sorriso teimoso nos lábios e um coração que sabia que, apesar de

om fachada de pedra clara e vidros escuros que refletiam o céu noturno. Era um presente que Rodolfo havia dado a Cassandra meses antes: espaçosa, luminosa, projetada com bom gosto e conforto em cada detalhe, mas sem ostentação exagerada - apenas requinte silencioso. Duas suítes,

lher que trabalhava ali. Ela fez uma pe

ta Cassandra está no quarto, descansan

um aceno suave, e seguiu pelo corredor

ofuscava, apenas aquecia o ambiente. Mas o que mais impressionava era a grande parede inteira de vidro que dava para uma varanda privada, emoldurada por cortinas leves de linho branco, e diante dela uma banheira redonda de mármore branco, com vista para as luzes da cidade lá embaixo. O quarto não tinha apenas uma cama: havia uma área de leitura com poltronas de veludo cor d

envolvendo sua cintura com as pernas, e seus lábios colaram-se aos dele com urgência, com uma saudade que não cabia em palavras. Ele não hesitou: segurou-a firme pelas coxas e pela cintura, puxando-a ainda

ravam ofegantes. A testa dela encostou-se à

, a voz trêmula mas cheia de ternura sob o fingim

amente até a cama, deitou-se com ela ainda em seus braços, e não parou de beijá-la - na bochecha,

ve ao mesmo tempo. Sua mão deslizou devagar pelo pescoço dela, descendo com d

s, entregando-se inteiramente àquele contato, oferecendo-l

manhosa, com um sorriso brincando nos lábios

ou por inteiro - ele, firme e dominante, mostrando toda a sua força e o quanto ela era dele; ela, entregue e sensível, soltando um gemido abafado contra seu ombro, sentindo-se protegida e amada naquele abraço que era ao mesmo t

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