Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário / Capítulo 2 A ARTE DA SABOTAGEM | 6.90%CHAR
m um rangido leve nos pneus. Paguei a corrida rápido ante
m por mim. Eu conseguia sentir o rastro do sangue do meu lábio já seco e duro na pele, mas
m uma das mesas do fundo, mexendo no celular. Ajeitei o meu vestido e fui na direção dela. As
de Design juntas. No futuro eu pretendia fazer uma especialização na área de joias e gemologia porque a minha famíl
real, faleceu quando eu tinha apenas sete anos. Quando completei doze anos, meu pai e meu avô simplesmente me despacharam para um internato tradicional e isolado na Suíça, onde fiquei por um longo te
puseram. Nem imaginavam que eu tinha trancado a matrícula após um ano de
on se afastou do abraço, os olhos arrega
minha voz saindo rouca enquanto
Você está com u
u me case com um herdeiro de uma empresa e e
tico! - ela comentou.
vi na vida, que não sei quem é, mas aposto que é um babaca, idiota,
te, segurando a minha mão p
stava passando por essas turbulências ne
meu cabelo em um coque frouxo. - Mas por que você me chamou logo hoje, Moon? Fazia u
do afastar a náusea que
on sorriu de canto, os olhos brilhando com uma emoção contida. - É um cara que tem me ajudado a ver o mundo de outra forma. Ele me disse que
rriso, sentindo o bolo na garganta apertar. - Ma
esse almoço de noivado amanhã
a, cancela os meus cartões, me expulsa da faculdade e me joga na rua da amargura.
ixo, tentando quebrar
m bilionário absurda
eia de ser vendida como uma mercado
ndos, batendo os dedos na xícara de ca
é obrigada a fazer a sua futura sogra gostar de você.
m? Tenho qu
nem se tentar se estragar. Mas sua sogra deve ser tipo
que tenho que v
sei lá... Faç
minha mente como um est
atamente o que
i a Moon pela mão e a puxei pelo corredo
uagens e piercing. Viraria o pior
a carne e a dor física foi imediata, fazendo uma lágrima
ago - falei para o tatuador, apontando para a later
a a área delicada. A ardência da tinta entrando na minha carne me deixou completamente desconfortável, uma queimação contínua que pareci
ambém. Ela perdeu o medo e pediu para a profissional colocar um piercing na pepeka e fazer
lmente esquisita, larga e com um corte bizarro que destruía qualquer pose aristoc
descontei direto no caixa, guardando os maços de dinheiro vivo na minha bolsa. Se o meu pai tentasse me matar ou o meu avô tivess
indo ao descolorante agir no meu cabelo castanho. Quando a tinta roxa e azul f
om os meus olhos azuis cinzentos, contrastando com o piercing de prata f
ra com uma careta engraçada por causa do piercing novo na pepeka. - Agora você definitivamente nã
nte - respondi, fechando a minha bolsa cheia de dinheiro com um prazer sombrio. - Vamo

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