ah B
touro prestes a investir, e me enca
staria ao papel de sugar daddy de alguém, garota. - a voz dele sai firme, carregada de uma
acabei de sair de um turno de oito horas em pé, ouvindo cliente insuportável reclamar de tudo,
m fúria. Ele recua instintivamente, um únic
ivamente não preciso de um idiota aleatório me
o. Tento passar por ele e, mesmo com um estacionamento inteiro à
sso para
acom
sso para
ete o m
do a irritação ferver por dent
o direto do século passado. - Se você estivesse agindo como um ser humano comum, já
lanchonete à noite, sem ao menos se apresentar - deixo o sarcasmo escorrer pelas p
- Estou aqui para lhe fazer uma proposta de em
por ele de novo, mas ele se move no mesmo in
ue, se demorasse mais dois segundos, eu o mandaria para o inferno com direito a mapa. - E gostei da f
entando passar por ele apenas para ser barrada mais uma vez.
cia que ainda lhe restava, e sem dizer nada retira o celu
e atinge
quela expressão inocente que parece capaz de derreter até corações de pedra. Um anjinho. Literalmente o me
s anjinhos de desenho animado, com cara de quem nunca f
stado. Ergo o olhar para encará-lo e percebo a vermelhidão tomando conta de seu rosto. Vergo
-o por um segundo que se e
proposta, mas não
mado a ouvir um "não". Como se a rejeição fosse um id
u lado. Deixo-o parado no meio do estacionamento, com uma expressão que oscila entre confusão e des
conversavam animadamente. Eles me olham com aquela expre
cabeça na direção do homem ainda parado, como se o chão
pleto estranho me abordou para me oferecer uma vaga de babá pro próprio filho,
Jane começa a rir, uma g
tal - Levi comenta, ainda rindo. - O
m ainda está lá, agora falando ao telefone com uma expressão ten
do turno longo. Eu penso no dia exaustivo, no Ryan distante, nos meus pais tentando sabotar min
não preciso correr atrás do ônibus às sete da manhã
fechando a porta da
iante de nós em um emaranhado de luzes, promessas de bebida barata e aquela sensação p

GOOGLE PLAY