ítu
para si com uma força controlada, mas irresistível. O toque urgente de Gabrie
pesada. Sem uma palavra, Gabriel avançou. Suas mãos exploraram cada
as a explosão de um desejo contido. Mariana retribuiu o beijo com a mesma in
dela. As mãos de Gabriel eram firmes, e ele sabia exatamente o que fazia. O
de caos e calor. Gabriel a conduziu até a cama, os movimentos precisos e
gência de antes, mas a intensidade ainda pulsava. Ele se inclinou sobre ela, os olh
arecia crescer a cada segundo. Mariana estava completamente envol
ficou em silêncio, exceto pelas respirações ofeg
le, direto, enquanto se lev
o banheiro, Gabri
alguma coisa
apenas a
colher o
o banheiro. Pouco depois, o som do chuv
avia acontecido. O quarto estava silencioso, exceto pelo som da água. O vazio
ma das mãos pelos cabelos ainda úmidos. Mariana
m olhar rápi
ê vai
o que
ão es
ergueu o
ai comer
para
dos em silêncio, obser
cê fosse simpl
ergueu
guém sair daqui sem comer
ez Marian
noite d
e o que eu
elular, encerrando o assunto
tocou, Gabriel fo
se aproximou da mesa e com
. Espero que gost
Ót
a comer enquanto conferia
a, ainda sentindo o ambiente frio e funcional,
celular. Comia enquanto respondia mensagens,
re a mesa por alguns segundos. Observ
está di
ergueu o
erent
s dis
sorriso brev
u só estej
ou o olhar por
nda está inc
a pegou d
ue quer
mbros, recostand
pergu
desviou
ou falar c
ficou em
deixei clar
tiu uma ú
ão re
tou uma peq
fosse tão s
ou novament
malme
ra ele, quas
nte acha que
ela. - Só não vejo sentido e
ficou
sa mais próxima de um con
erificou
as chaves. - Fica à vontade
iu, já se leva
, tud
ão houve despedida, apenas a praticidade de
pre vai em
u com a mão
sim
ada tivesse
ns segundos ol
eceu algu
não re
abriu
Mariana. Nos
tamento sem ol
tomou conta
zio que restava. A noite tinha sido intensa, mas agora qu
eitou o cabelo e
e sempre acontecia. Para Gabriel, a
modasse, sabia que não adiantava
otificação no celular int
lho e viu uma men

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