e uísque barato, perda de sangue e arrependimento. O ombro direito queimava sob o curativo tosco que mal segurava. Por um segundo, não soube onde estava. Depois a mem
a cabeça c
ura. As costas nuas estavam marcadas por arranhões vermelhos feitos pelas unhas dele, ou pelas dela, ele não lembrava com clareza. Havia uma mo
do. O peito subia e descia em respiração profunda e regular.
a voltou ante
ninguém salvava um Don da Camorra por bondade. Ele precisava sair dali antes que ela acordasse. Antes que
ndo ele se curvou para pegar as calças. Vestiu-se em silêncio absoluto, os olhos nunca deixando completamente
uilo tinha acontecido. Depois a razão prevaleceu. Ele não podia se dar ao l
zentos fixos no rosto adormecido dela. A voz saiu baixa, rou
darmi di te, c
iar em você, se
rrendo as marcas que
nante. E le bugie ucc
mbulante. E as mentir
com força. Ele a
ei dovuto
veria ter
segundo, como se esperasse
posso
posso
azio e saiu sem olhar para trás. A fechadura enga
acordou c
e abriram devagar. A cabeça doía como se tivesse sido partida ao meio. A boca estava seca, com gosto metálico de uísque e medo. E entre as pe
mória dos tapas. Havia marcas roxas nos pulsos, no formato exato de dedos grandes. Uma mordida escura no
cos, como estilhaços de
apas que ardiam. Os dedos que a abriram à força. A invasão brutal que a fez gritar. O peso dele. O c
e com pânico crescente. A camisa ensanguentada dele não estava mais no chão. As calças também não. A arma. O relógi
ha ido
o se ela fosse apenas mais uma noite que precisava ser apagada antes do nascer
mer tanto que ela precisou a
no espelho fluorescente. O que viu fez o estômago revirar com náusea real. Cabelo emaranhado e suado. Lábios inchados e roxos. Marcas de dedos nos quadris, fundas o suficiente para f
ização a atingiu com
ra vi
a de quem discute negócios, que a pureza dela era parte do contrato. Que o futuro marido, aquele homem siciliano de mãos grossas e olhos mortos, esperava receber uma noiva intocada. Isabella tinha car
não er
dela no meio do uísque, da dor e d
ília Rossi. O Don da Camorra que, segundo os sussurros, colecionava corpos como outros colecionavam relógios. E ela, bêbada, assustada e patetica
u pela garga
ra o próprio reflexo, a voz
cederam
se pudessem esconder a vergonha do próprio corpo. O primeiro soluço saiu baixo, quase envergonhado, abafado contra a palma. O segundo foi mais
a voz embargada e quebrad
as fechadas com força inútil, a mente repet
dade nos braços do in
ços, balançando a cabeça. - Se o meu pai so
ejar ainda mais. Ela se odiou com uma intensidade quase física. Odiou o uísque. Odiou a própria fraqueza. Odiou o fato de
esma, a voz rouca de tanto ch
medo de voltar para casa e ser descoberta, medo de que Alessandro
é a pele arder. Evitou olhar para baixo enquanto se limpava com mãos trêmulas. Cada gesto era uma confirmação nova da violação. Volt
seco e outras evidências que ela preferia não nomear. Mas o che
am quando tocaram o algodão. Pegou uma ponta do lençol e trouxe até o rosto com um gesto
aixo de tudo, inconfundível e aterrorizante, oêncio, escorrendo pelo rosto enquanto
? - sussurrou contra o teci
que tentasse evitar, sentiu falta do cheiro de p

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