Dois – O
o era a verdadeira rainha de Marabel. Os pais de James, o rei e a rainha de Keysa, eram astutos e calculistas, sempre tentando me colocar à pr
terminou e a maioria das pessoas se dispersou, fui chamada pelos pais de James para uma conversa
té que ponto você é capaz de governar. Marabel está em ruínas, e
iva que crescia dentro de mim. Não po
tando manter a voz firme. - Marabel será restaurado, e vo
com seu semblante i
tem uma fraqueza - disse ela, com um sorriso que mais parecia uma faca afiada. - Diana, não é
momento, mas logo rec
um tom que eu mesma não esperava que fosse tão firme. Mas algo
ltou um
os fracos, Katara. A guerra está em marcha, e as alianças
ermitindo que eles me derrotassem. A rainha me olhou uma ú
ntro n
los jardins do castelo. A brisa fria da noite acariciava meu rosto, e o
ames haviam dito. Mas então, o ouvi. A voz suave e familiar de James vinha em m
ação bater mais rápido. - Parece que teve uma noite
vras. James sempre s
urei, com a voz trêmula. - Diana...
. Era o tipo de silêncio que falava mais do que mil palavras. James estendeu a mão,
emente. - Eu sei o quanto Diana é importante para você. E não
s as dúvidas, desapareceram. As palavras de conforto que ele me
entre nós. James me olhou com uma intensidade que me fez sent
sse algo que precisávamos provar um ao outro naquele momento. O beijo não foi apenas físico, mas emocional, uma troca de se
s pais de James, nem qualquer inimigo, poderiam destruir. No silêncio do jardim, apenas a lua como nossa testemunha, sa
tou com você. - ele disse, s
senti que nada po
.

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