para o outro, puxei o cobertor, fechei os olhos com força e tentei convencer minha cab
adia
tinha parado na cozinha, a forma tranquila como falou comig
osse, para mim, d
ol quase já estava raiando, então desisti de dor
abelo, coloquei meu uniforme de s
s crianças, apesar de preparar o café da manhã não s
itos diferentes de reclamar quando alguma coisa não estava do jeito
o leite, organizei os pães e deixei t
imples, na verd
o: fazer coisas simples para não pensar em coisas complicadas,
os olhos
para mim mesmo, como se minha própria v
u patrão,
, principalmente depois da
s e coloquei sobre a
voltou, o clima ficou tão tenso, estranho,
seis e quarenta e cinco, as crianças precisam acordar todos os dias de Sete, essa é uma das regr
ho pela casa, o corredor ainda estava tranquilo, daq
dia se torna longo e pesado, cuidar e manter duas crianças na linha não é nada fácil, e essa primeira semana tá bem difícil, já qu
, caminhando até a cortina da janela e abrindo
cama, cada um ocupando um canto,
era engraçado como conseguiam ser tão agit
o do Matheus e sente
acorda. - bala
o rosto e resmungou alguma coisa que eu n
café já está pronto. - av
dar e fui até a Madu e fiz ca
levantar. - tentei, ela abr
os tia Lay. - murmurou
depois tomar um banho de sol perto da pisci
cio t
us e puxei delica
finalmente abrindo os mesmo. - se vocês não levanta
apenas isso, estendendo
ive como negar, peguei-o no colo e senti
e, vendo aquilo,
quero. - falou
stão muito espe
em querer falar nada,
da tia. - sugeri colocando o Matheus no chão, no mesmo segundo matheus correu até
versa da madrugada, até ouvir passos no corredor, meu sorris
fui fazer meu trabalho e torcer

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