umont aparecer novamente, ela
mas desta vez não estava sozinho. Atrás dele, havia dua
a testa em confusão, perguntand
il, mas firme, sem dar margem para discussão. "Foi preparado u
ndível e urgente, a fez hesitar. As enfermeiras agiram com uma eficiência silenciosa, a ajudando a sair da cama e ir para a cade
bservavam a movimentação com olhos arreg
tirou do bolso. Os levando até o último andar do hospital, uma ala que Chloe nem sabia que existia. O ambiente ali era
com uma sala de estar separada com um sofá macio, um banheiro privativo grande e um qu
e apertar no peito. 'Isso só pode ser um engano',
o. Em seguida, ele pegou uma cadeira da sala de estar e a colocou ao lado da cama dela, com movi
vou te dizer pode ser muito difícil de acreditar, mas preciso que m
er freneticamente contra suas costelas. Ela o o
u um documento e o entregou a ela, dizend
Um era o dela: Chloe Hayes. O outro a deixou sem fôlego: Richard Beaumont.
nal da página. Enquanto lia, as palavras científicas e clínicas
quarto tivesse ficado sem ar. Com a mente num turbilhão de confusão, ela olhou pa
mas, e ele assentiu lentamente. "Ele é m
nto antes de continuar, com a voz embargada pela
el. Fui adotada. Meu sobrenome é Hayes. Eu..." As palavras saíram numa
oroso e reconfortante. "Há vinte e dois anos, você foi levada de um parque. Um momento de caos, uma
ela sempre teve. Ele lhe disse que era uma marca de nascença da famí
orria seu corpo. Era demais para ela. O cheiro estéril do quarto, as palavras
u rosto, lágrimas de choque, confusão e de uma dor profunda
anto tempo, querida", disse
omo se estivesse se aproximando de um animal assustado. Em seguida, pas
peso de vinte e dois anos de
ube que tinha, Chloe finalmente se soltou. As lágrimas silenciosas se transformaram
iso pequeno e esperançoso no rosto, ele pegou seu celular. "Eles estão a caminho. Estão loucos de ansie
a o homem, seu tio, e só viu um amor sincero e avassalador nos seus olhos. D
iu levemente. Esse era o primeiro passo, o pri
GOOGLE PLAY