ítu
fia
a porta de vidro da varan
ainda apertada contra o peito. Esco
nstante. Seus olhos passaram rapidamente pelas minhas pernas nuas, s
e instintivamente d
vel da porta da varanda e per
u pela cintura an
m segundo. O maxilar dele voltou a travar antes que me soltasse ime
a no meu quarto - afirmou ele
vista. De lá a varanda é m
nos olhos. Maldito Brown... fez um cal
guntou ele, a voz baixa e perigosa. - Porque o mar fica
quentou no me
u tinha
se a cabeça por causa disso, conhecia muito p
xo e sustente
analisar... posso vol
pulso primeiro. Meu corpo inteiro ficou imóvel. Sem desviar os olhos dos meus, foi abrindo meus dedos um a um a
senti sua respiração tocar minha pele. - Roubar é feio, Sofia -
nada - respondi, tenta
roubou? - mos
sso vindo do homem q
pertaram meu pulso com mais força
o saltar em s
tado exatamen
Só não entendi o que minha ca
um instante. Odiava perceber que aquele homem conseg
controle. - Você simplesmente me deixou sem opções. Não sabe nem meu n
ando o corpo para frente. O calor dele me envolveu. Estávamos
pegar uma camisa? - pergunt
i os b
mais para alguém que não
e humor. Eu conseguia ver a raiva através dos seus ol
ão era
zi a
O q
enceu o orgulho. -
isava de uma camisa que não pare
ca dele quase
ue ninguém rouba um Brown e fica po
rguntei, agora com
u o closet com um movimento brusco e jogou uma das saias feias e longas que el
isso e ve
amisa larga que dormi e a calcinha, mas não pre
Vis
e ob
rosto, mas estava muito determinado, e foi isso que me f
é insu
a. Não porque ele mandou, mas porque eu me recusava
terminei, e
liz a
m um
novamente e começou a
és e puxando o braço com força. - Eu não sou uma d
o terceiro degrau, girei o corpo exatamente como havia
impulso, prendi seu braço por um segundo e
ara trás. Só um, mas de
depois para mim, e um sorriso peq
oche, pareci
ê realmente
óprio ombro, como se avaliass
olhar como uma esposa inconvenient
ri t
vesse se casado
oltou a se apro
eress
óveis, um medindo o outro.
gurou meu pul
ficiente para impedir
ou a di
ei os
om medo d
inda
dos dedos dele ainda queimava na minha pele... Estava de
undo, nossos olho
Parecia como a conexão que tínhamos na infância. Mas desaparece
um tom que ecoou
s! Cozinheiros, empregadas, seguran
irando rápido, o pulso dolori
anto pensava se precisaria mostrar a ele que poderi
r rapidamente. Elena me lançou um ol
o que você vai
com aquela calma cruel, como se já tivesse d
DOS! NÃO TEN
parado de costas para mim, com as mãos fechadas em punhos,
Com um movimento brusco a
corpo inteiro ficou em alerta. Não
ou as duas mã
continuavam presos nos meus
ar, Sofia? - perguntou,

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