n Dumont - seu tio, o homem que a evitava como se ela fosse fogo - o beijo, o toque e o gemido que ele dera àquela m
dias
cendo pelo pescoço, apertando os seios, entrando entre as pernas. Eu, que sempre fora a aluna excelente, a filha única que tirava dez sem esforço, agora ra
to dele não fora só vergonha de ser pego - fora o reconhecimento de que a sobrinha de dezesseis anos olhava para ele com a mesma fome que aquela mulher. Po
scorrendo água pelas costas, o tecido curto demais cobrindo quase nada. Consegui esbarrar nele duas vezes. Nas duas ele parou no meio do corredor, os olhos cor de mel des
e não e
rme para segunda-feira, ia passar o fim de semana na casa da Stefanini. Minha mãe acreditou. Meu pai be
mprei escondida depois daquela noite - e me vesti só com aquilo. Sutiã que quase não cobria os seios, calcinha de renda que sumia entre as nádegas. O espelho me
i. Tirei uma alça do sutiã, depois a outra, rebolando lento. Os dedos foram ao fecho nas costas. O sutiã caiu aos meus
ralh
. Eu me virei, as mãos em X cobrindo
sabia que já
e com força suficiente para deixar os nós dos dedos brancos. Eu retirei as mãos. Os seios ficaram empinados, os bicos duros com o ar-condicionado
o transe num
hei que não ti
nua no meio do meu quarto, o peito subindo e descendo rápido, o calor latejando entre as pernas. Ele fug
mente curto. Se eu me abaixasse um pouco, a bunda ficava completamente expo
. Fiz a macarronada que você
um pouco bagunçado como se tivesse passado a mão nele várias vezes. O olhar desceu até minha
e. Vou sair com uns
erto no peito foi real. Eu não podia deixar el
m tanto carinho.
cionava com meu pai. Kevin hesitou. Os olhos osc
r eu saio. Vou só avisar o
cozinha, mas parei no final do corredor, escondida,
, mas vou de táxi. Primeiro Bar, não é? Preciso
num calor que subiu pelo pescoço. Eu corri para a cozinha,
ntrou, o ar
da amiga? - perguntou, desc
cedo. A gente se encontra depois. Est
ntato foi elétrico, quente, proibido. Eu senti o tremor nos dedos dele. Sentei
e cuidar muito bem. Já sou grandinha
inha língua quando eu lambi o lábio inferior, sentindo o gosto do batom. A macarro
e po
e duro e quente sob a calça. Eu senti o tamanho, a rigidez, o calor que atravessava o jeans. Meu dedo mindinho roçou de propósito. Kevin solt
ulso e afastou mi
ho qu
sos largos, sem olhar para trás. A porta da frente bateu segu
ro dele. O coração batia tão forte que eu sentia o eco no ouvido. Entre as pernas a calcinha estava encha
lar, digitei o nome do bar que ele mencionou e sorri no escuro

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