: K
olsos enquanto o encarava. A presença do meu lobo dominava o ambiente. -
Alfa da alcateia convergente, os olhos faiscando de raiva. -
ma sobrancelha. Avancei devagar, cada passo uma
m avançou, mostrando os caninos com um sorriso debochado. - O feitiço de
o se formou em
ria ver vo
am, prontos para o ataque. Cada movimento meu emanava uma ameaça clara de morte. Mi
us olhos brilhando com a ferocidade da fera. - Se fizer uma a
da poro. Ele ergueu o braço, pronto para atacar, mas o sorriso que surgia nos meus lábios apenas o provocava ainda mais. Eu esp
nto meus olhos brilhavam com uma intenção letal. Passei a língua pelas presas afiad
aiva. - Você deveria ter sido condenado
do soco e me posicionei atrás dele em um movi
Conselho não teve co
de olhos eu estava entre eles. Minhas garras cravaram-se em seu abdômen com força brutal, torcendo profundamente enquanto sentia a textur
Fixei meus olhos nos dele, que alternavam entre dor e fúria. - O que te incomoda tan
olentamente. Apesar da dor evidente, agarrou meu braço com força, suas garras perfuran
rotegida. Sua voz carregava incredulidade enquanto avançava alguns
ne cuspiu as palavras com o maxilar contorcido, sua respiração pesada e
por um instante antes de voltarem ao Alfa que eu mantinha preso em minhas garras. Sua voz
inflamou-se ainda mais. Minha mão afundou ainda mais no ferimento
pescoço com brutalidade, ignorando seus esforços para resistir. Sua mão tentou me conter, mas a minha outra garra o alcançou, segurando seu braço com força desumana, quase o ar
pelo espaço ao nosso redor. A pressão do poder que encheu o ambiente era esmagadora, impossibilitando qu
que avançava com passos carregado de ameaça. Cada movimento fazia
Sua voz tinha o peso de
mais, incapaz de esconder o efeito esmagador da subjugação. Sem tirar os olhos do Alfa Supremo, joguei Const
- Sorri com
n, mas eu mantive minha postura firme,
sustentando o olhar de Constantine. A pressão de Aaron não abalou minh
gar, cambaleante, mas seus
ncível? - vociferou. - Escolhe defen

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