: K
de meus pulmões e cambaleei, apoiando-me na porta do carro para não cair. Um rosnado feroz escapou
parado à distância. O feiticeiro exibia um sorriso triunfant
ão por isso!
do carro e empurrei Yulli para dentro, ignorando sua resistência. Entrei em seguida e suspirei pesadamente
! - Yulli gritou, acerta
seus lábios, deslizando gentilmente até o canto de sua boca onde um pequeno corte permanecia. - Desculpe a
içado que exalava um suave odor de musgo. Sem hesitar, agarrei-o e puxei
s olhos. - Prefiro seu aroma natural - provoquei co
entre raiva e nervosismo, especialmente quando me aproximei, roçan
ela questionou, lutand
rrou meu rosto com ambas as mãos, forçando-me a encará-la. Seus olhos púrpuras fa
força, seus dedos trêmulos alcançando os botões ensanguenta
lo quadril para mais perto. Segurei seu pulso com delicada firmeza e o levei aos meus lábios, depositando um beijo suave so
Continuei massageando seus pulsos onde as marcas das correntes ainda sensibilizavam
o terminar de abrir minha camisa, percebi que ela prendia a respiração e mordia os lábios, f
mo. Deslizei minha mão até seu queixo, erguendo-o suavemente para forçá-la a me encarar. Estudei
m? - sua voz saiu embargada, os ol
roteção. Uma vibração em meu bolso interrompeu minhas palavras. Sem desviar o olhar dela, peguei o celular e deslizei
amente, afastando-se um pouco enquanto pressionava as costelas, contendo um gemido de dor. - Droga, K
s. Inclinei-me em sua direção e, num movimento rápido, prendi-a contra a porta. Deslizei minh
, meus lábios a milímetros dos dela. Seu aroma doce, mesclado com notas picantes, fazia m
ibertar. Mas então, surpreendentemente, sua mão subiu até meu cabelo, seus dedo
ndo em meu peito sob seu toque. Apoiei uma mão ao lado de sua cabeça e
esejo que me consumia. Levei minha mão até seu queixo, libertando seu lábio do aperto dos dentes, e rocei levemente minhas presas em sua boca. Se
utocontrole para não ceder ao desejo de puni-la ali mesmo, no banco tras
rei seus pulsos com firmeza acima de sua cabeça, imobilizando-a enquanto meus olhos percorriam cada detalhe d
parou bruscamente e uma batida insisten
surgiu com voz trêmula. -
oguei a cabeça para
conselho estão nos esperando? - indague
a preocupação. - Por favor, diga que foi um erro. Que eu o manipu
m sua direção, meus olhos fixos nos dela. Deixei minha au
rei com voz baixa e ameaçadora, transbordando possessividade. - Acho que vo
a a me encarar. Segurei seu quadril, trazendo-a contra meu corp
sa a mim, sem o

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