img A PROMESSA DO ALFA Á FEITICEIRA PROIBIDA  /  Capítulo 5 A PRISIONEIRA | 27.78%
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Capítulo 5 A PRISIONEIRA

Palavras: 1251    |    Lançado em: 30/07/2026

: K

de meus pulmões e cambaleei, apoiando-me na porta do carro para não cair. Um rosnado feroz escapou

parado à distância. O feiticeiro exibia um sorriso triunfant

ão por isso!

do carro e empurrei Yulli para dentro, ignorando sua resistência. Entrei em seguida e suspirei pesadamente

! - Yulli gritou, acerta

seus lábios, deslizando gentilmente até o canto de sua boca onde um pequeno corte permanecia. - Desculpe a

içado que exalava um suave odor de musgo. Sem hesitar, agarrei-o e puxei

s olhos. - Prefiro seu aroma natural - provoquei co

entre raiva e nervosismo, especialmente quando me aproximei, roçan

ela questionou, lutand

rrou meu rosto com ambas as mãos, forçando-me a encará-la. Seus olhos púrpuras fa

força, seus dedos trêmulos alcançando os botões ensanguenta

lo quadril para mais perto. Segurei seu pulso com delicada firmeza e o levei aos meus lábios, depositando um beijo suave so

Continuei massageando seus pulsos onde as marcas das correntes ainda sensibilizavam

o terminar de abrir minha camisa, percebi que ela prendia a respiração e mordia os lábios, f

mo. Deslizei minha mão até seu queixo, erguendo-o suavemente para forçá-la a me encarar. Estudei

m? - sua voz saiu embargada, os ol

roteção. Uma vibração em meu bolso interrompeu minhas palavras. Sem desviar o olhar dela, peguei o celular e deslizei

amente, afastando-se um pouco enquanto pressionava as costelas, contendo um gemido de dor. - Droga, K

s. Inclinei-me em sua direção e, num movimento rápido, prendi-a contra a porta. Deslizei minh

, meus lábios a milímetros dos dela. Seu aroma doce, mesclado com notas picantes, fazia m

ibertar. Mas então, surpreendentemente, sua mão subiu até meu cabelo, seus dedo

ndo em meu peito sob seu toque. Apoiei uma mão ao lado de sua cabeça e

esejo que me consumia. Levei minha mão até seu queixo, libertando seu lábio do aperto dos dentes, e rocei levemente minhas presas em sua boca. Se

utocontrole para não ceder ao desejo de puni-la ali mesmo, no banco tras

rei seus pulsos com firmeza acima de sua cabeça, imobilizando-a enquanto meus olhos percorriam cada detalhe d

parou bruscamente e uma batida insisten

surgiu com voz trêmula. -

oguei a cabeça para

conselho estão nos esperando? - indague

a preocupação. - Por favor, diga que foi um erro. Que eu o manipu

m sua direção, meus olhos fixos nos dela. Deixei minha au

rei com voz baixa e ameaçadora, transbordando possessividade. - Acho que vo

a a me encarar. Segurei seu quadril, trazendo-a contra meu corp

sa a mim, sem o

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