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oía, não apenas pelos ferimentos, mas por todo peso das decisões q
ave e familiar fez
rtava minha pele. Uma lágrima teimosa escorria por meu rosto, mordi os l
preocupação em seu rosnado
or dentro estivesse despedaçada. Ergui o queixo, como se ele pudesse me ver. -
simbolizando o fim desta história. Com passos pesados, entrei na cidade chamada Fenda. Meus dedos percorreram as antigas g
m poderoso rei Lycan e uma feiticeira lançou nossas espécies à beir
s da floresta, jovens feiticeiras poderosas eram sacrificadas aos Deuses, se
a chave de libertação para quebrar a m
tinuará a ser derramado, e a linha entre salv
m. Os guardas, ao me reconhecerem, arregalaram os olhos em espanto, afinal, não era todo dia qu
ixo erguido e um olhar desafiador, completei: - A noiva traidora do clã das bruxa
absorvendo minhas forças vitais. Tentei me erguer, mas algo me puxou de volta impedindo, olhei ao redor, vendo correntes apertadas e
hos sobre mim, avaliando-me, ergui os punhos mostrando as algemas
n torceu o nariz com desgo
orpo a contorcer-se, a inclinar-se em sua direção, até que nossos rostos estivess
o teria retornado, querido noivo. - R
negra empesteava o ar. Seus dedos esguio e gélidos aperta
oiva... - sussurrou ele com perversidade. - P
com luxúria revoltando, a arrogân
u rosto - você foi a única que deixou uma marca. - Seu sorriso cruel desperto
Gritei, arrancando meu rosto de suas mãos e
seu sorriso se desfazia. O tapa veio violento, cortando o canto de minha boca. Antes que pud
isso. - murmurei, sentind
lhada ecoou sinistra. - Não minha adorável
a nuca. Sem aviso, invadiu minha boca com sua língua asquerosa. O gosto amargo de sua presença queimava minha
agar o rastro nojento de seus toques. Meus punhos se fecharam
anunciou ele, acenando para as empreg
a, cada toque fazendo-me conter gemidos de dor. O vestido de noiva foi praticamente forçado em meu corpo, enquanto cobriam com maquiagem os hematomas, pr
meus olhos. Em outro momento, se fosse com o lobo que verdadeiramente tinha meu coração este seri
as abençoavam as uniões dos feiticeiros. No altar, Drevan me aguardava em seu eleg
o dia do seu casamento! - provoc
dativa - retruquei, recebendo
recitando as palavras de união
solenemente. - Se alguém tiver algo contra e
coou pelas paredes, fazendo o ar vibrar e os presentes estremecerem. Por entre a poeira e destro
alidade. Seus olhos esverdeados cintilavam predatório, percorrendo o ambiente com uma intensidade. Um sorri
berou pelo santuário. O chão tremeu sob seus pés, respondendo à sua presença dominante. Erguendo o olhar desafi

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