img A OBSESSÃO DO REI DE FERRO  /  Capítulo 2 O Preço da Liberdade | 18.18%
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Capítulo 2 O Preço da Liberdade

Palavras: 2872    |    Lançado em: 22/07/2026

e eu estava lig

om os dedos apertados ao redor do celular e o olhar preso no carro preto que deslizava pela avenida logo ao lado deles. O veículo era sil

a chamou, olhando pelo re

nário mais temido do país estava ao telefone com ela, seguindo

carro - e

Aq

Ag

foi delicioso. Ela abriu a porta antes mesmo de o táxi parar completamente, enfiou algumas notas na mão do motorista e saiu apressada, sem esperar o troco. O sal

to, impecável, caro de um jeito quase ofensivo. Depois, a calça social perfeitamente ajustada, o palet

ndro D

de encará-lo pessoalmente. Ele era alto. Muito alto. O tipo de homem que não precisava levantar a voz para ocupar uma rua inteira. O cabelo escuro estava alinhado com precisão, mas havia algo de

va o chão em intervalos ritmados e calculado

perseguir mulheres que não querem se ca

Quase. - Você é muitas coisas, Aurora. "E

olhos. - Não finj

heço o s

uelas que obedecem a homem rico

oveu de verdade. Um sorriso mínimo,

me discreto e absurdamente caro que chegou até ela quando ele parou a poucos passos de distância. Madeira escura.

sentenciou, girando nos

um bote: - Sua mãe ainda es

eceu inclinar sob seus pés. Lentamente

s. Internada há oito meses. Tratamento neurológico, fisioterapia três ve

urora gelou.

estômago antes mesmo de ele terminar. - Casa de repouso

duas passadas furiosas. - Quem diabos você

lterada. - Um homem que não entra em uma

o seu campo

e íntimo. - Você é o motivo pelo qu

a profunda como ele a olhava, como se enxergasse muito mais do que ela permitia que as pessoas vissem. Como se, num piscar de olhos, ele tivesse atraves

nte grosseiro, parente desesperado, chefe abusivo, e ainda chego em casa para cuidar da minha mãe quando consigo tirá-la da internação por algumas parcas horas. Pago

ncio avaliativo. - Eu não

tá,

você já teria ent

da amarga e incrédula.

u pr

ocê é ar

amb

gar. Homens como Alessandro De Luca nunca negavam seus

m você - Aurora repetiu,

abeça, como se estivesse testando

ão

Va

ão manda

nda

. Aurora sentiu o coração bater mais

ssim com toda

o próprio destino no ba

ê é l

uvi is

ia ouvi

tendeu, tomada por uma raiva impotente, por que tantas mulheres se perderiam de bom grado por um homem assim. Ele era um perigo, mas um perigo bonito. Um perigo

ta escapou antes que ela

eles: buzinas, passos, vozes cruzadas, motores acelerando. Mas, naquele p

família me de

mínimo humor. -

pod

Problema

ero uma mulh

tageada? Nossa,

ureceram imediata

m o

ente. Aurora obrigou suas pernas

adora. - Ela costuma piorar

e. Mas Aurora viu e sentiu com uma clareza absurda, o suficiente para

as horas - el

ara

ar ao

ão vou

lguém irá

ente! - a palavra saltou como um desafio inco

ou um cartão preto elegante. Sem pedir qualquer permissão, ele segurou a mão dela e colocou o pequeno retângulo em

isse. - Quando parar de fin

caiu no chão sujo da calçada, e a outra permaneceu esmagada entre seus dedos. Os seguranças gigantes próximos ao carro pareceram prend

or - m

a testa, conf

epcionado se você

O nome *Clínica Santa Helena* surgiu iluminando a tela e o cora

Al

sada e tensa do outro lado. -

e acon

sua

olheu de repente. -

entando estabilizá-la, mas precisamos falar

om força. *Não. Não agor

estou

ente na feição dele agora. Não era pena - homens como ele não conheciam esse sentimento -, mas algo mais quieto,

a vai levá-la

preciso

e, pr

isse q

lhar para trás. Imediatamente, ouviu o baque da bengal

uro

inuou ma

uro

o entediado! Minha mãe está doente. Minha avó depende de mim. Eu tenho trabalho amanhã às sete da manhã, tenho contas vencidas, aluguel atrasado e

ra fria ou arrogante. Estava sério, como se cada palavra desesperada dela t

- ele instruiu

a à clínica em ex

go outr

tá travado na a

esto do mundo. Ela puxou o ar com força, pensando na mãe. Na ligação. Na voz trêmula da enfermeira. Pensou na mensalidade atrasada e no armário de remédios quase v

a cedeu, derrotada. -

da porta traseira do ca

de entrar. - Por que você

ferro rachou. Só um pouco; apenas o suficiente para que ela visse alguma cois

que j

á o tivesse

spiração prender na garganta, esperando uma resposta, mas Alessandro se l

En

ão perto demais, mas perto o suficiente para que sua simples presença parecesse sugar todo o oxigênio do ambiente. Quand

ietude. - Seu chefe se

ar, espantada. - Você p

ufici

veria me

eve

eco. - Pelo meno

a mentira não

acreditar no que ouvia. - Você é o hom

não me c

como uma promessa letal. Ela desv

ido. Quando Aurora abriu a tela, todo o ar saiu de seus pulmões. Era uma foto sua. Dela mesma, de pé na frente do h

odia se casar com outro

u instantaneamente. Uma segunda

minha,

percebeu a mudança corporal brusca de

uem

desespero e encolheu

irme - sobre a dela. Não apertou para machucar, mas exerce

uro

da sua

vazios e absurdamente mais letais. - Quando alguém

ervoso. - Eu nã

nda

Dessa vez, a mensagem carregava uma foto da faixada da Cl

rto dela do que

peratura dentro do carro pareceu cair abaixo de zero em questão de segundos. O rosto dele não demonstrou surpresa e, muito menos, medo. Havia apenas uma calma terrível. Aquel

de a

o absoluto. - O quê? Não!

virou para ela. -

você está

a vez desde que se encontraram naquela rua, Aurora viu o verdadeiro Rei de Ferro. Não o homem polido, nã

de ele não poderá tocar

e lu

har aterrorizado dela c

lar qualquer protesto, uma nova notificação apitou na tela do aparelho. Mas, d

mãe será transferida hoje. Aless

ntinuava em movimento suave, os pneus deslizando no asfalto enquanto a cidade passava borrada pel

prou a clínic

Apenas continuou a encará-la, respondendo com

que não est

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