nhã, quando o mundo parece preso entre o ontem e o agora. Fiquei deitada por alguns minutos
A pequena marca circular com a letra K ainda pulsava na minha mente. Não sabia o que significava, ma
a caixa com os pertences de Margaret. A echarpe azul, o bracelete, o porta-ret
de ônibus, telefones de vizinhos. Mas, ao virar mais para o meio, encontrei pa
pel nessas frases, deixando marcas profund
rofundar, a visão se tu
ala estava coberta de gelo. Margaret sentava na poltrona com um
? - perguntei, apoiad
arcador de páginas e sorriu. -
onde ex
sse um copo prestes a cair. - Isso não impor
s... e meus p
o. - Alguns lugares a gente n
do ficou. Margaret tinha sido minha casa, minha âncora. E, a
frente. Passei por cartas antigas de amigos dela, contas pagas, até um mapa amassado
me arrancando do
entrando com uma sacola de p
omida quando acha que vou d
a de donuts e mordeu um com cobertura de cho
aderno. - Margaret escrevia cois
la tinha uma letra bonita. Meio inclinada, mas firme.
a um trecho de três linhas, escr
Bergström está mais perto do qu
o de tinta no final, como se Mar
repetiu, devagar. -
aiu. - Ela sabia desse nome
com
nunca escreveu nada sem motivo. Se aquele
Agora a gente tem dois caminhos: descobrir quem
a-cabeça que Margaret escondeu de propósito. E, pela primeira vez, senti que ela estava ali
ontrar. O nome Bergström já estava gravado na minha mente - e eu sabia qu
ar mais pistas escondidas nas entrelinhas. Eu fiquei sentada no chão, observando cada movi
quando o assunto é mais sério. Aqui, por exemplo... - apontou para um
. Consegui quase sentir a pressão da mão de Margaret, como se ela e
atravessou
siva. Encontrei um envelope com carimbo estrangeiro. Quando Margaret me viu segu
u isso? - ela pe
a. Só quer
voz dela foi como um tapa. Depois, mais calma, a
para o presente. Harper me observava,
stá pens
i. - S
a cozinha, voltando com
cê quer respostas, vai ter que abrir todas as gavetas,
o gostar do
á, cruzando as pernas. - Talvez você descu
ssar, cobrindo as ruas como um cobertor silencioso. Olhei p
ecei. - Eu nunca ouvi antes. Ne
e não fosse parte
páginas até voltar à anotação truncada: "Bergström
i em voz alta, mais para m
Pode ser você. Pode ser
rbador era a ideia de que Margaret, mesmo me criando como
papel tinha se tornado mais do que uma pista - era como um pedaço de mim
- Preciso ir, mas prometo que volto ama
inha cúmpl
- E, Nora... não deixa esse nome sair da sua c
i o caderno de novo e li aquelas três linhas mais uma vez, co
ada repetição mental, como uma pedra no
oz de Margaret, lá no fundo da minha memória, não e

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