para o escritório no dia seguinte ecoava em sua mente como um presságio. Ela não sabia o que ele qu
Ele sabe que algum
a tratava com frieza e indiferença, como tratava todos os alunos.
ar nisso agora. Não podia pensar em Matteo, em seus olhos verdes
s clientes vinham e iam, e Helena servia mesas com um s
a para ninguém, não falava com ninguém. O desespero estava gravad
tiu o cora
a, disse a voz em sua mente. V
O que ela p
rilhando lá fora. Ela se vestiu com calma, escolhendo uma blusa simples e uma calça jeans. Na
a se concentrar. Beca percebeu, mas não perguntou,
tomar um sorvete, tá? - sussur
eve coragem de dizer que tinha um compromiss
elena sentiu o estômago se contrair. Ela pegou a mochila de
redor silencioso. Helena caminhou devagar, os passos ecoando no chã
A placa de metal dizia: Pro
ndo. E bate
En
rta como uma corrente. Hele
cupava toda a parede oposta, com vista para o campus. Uma mesa de madeira escura domina
os escuros levemente bagunçados. Os olhos verdes, tão verdes
ta Duarte
cadeira em frente à mesa. As mão
a monitoria? - A pergunta saiu
rcorreram seu rosto, seus cabelos, seus ombros. Parec
u, finalmente. - Não
ntiu o sa
o sobr
sala. Ele caminhou lentamente ao redor da mesa, sentando-se na borda, bem
le, a voz baixa, controlada. - Não sei quais.
negar, mas Matteo levanto
você mentir uma vez. Não vou
tiu o rost
untou, a voz trêmula. - Eu sou apenas
lhos verdes brilhando com um f
voz dele era quase um sussurro
asta sobre a mesa, e a co
Ab
dos tremiam enquanto le
cumento. Ela leu o
to de Su
parece
hos para Matteo, o coração dispara
eutra, controlada. - Você precisa de dinheiro. Eu t
chão sumir debai
uco - sussurrou. -
calma. - Você define o valor. Qualquer valor. Eu p
ndo contra o chão. - Isso é um absurdo. O se
observavam com uma calma que era
eu não consigo parar de pensar em você. Desde a festa, desde o pr
s lágrimas amea
conhece. Não sab
como um golpe. - Eu vi nos seus olhos na festa. Eu vejo agora. Você p
ta com força, os ded
or é um
direção a ela. - Mas você precisa d
nseguia. As palavras esta
profissional, distante. - Leia. Pense. Eu não vou pre
as mãos trêmulas. Virou-
ele
ralisou. Ela nã
e onde me
lmente escapando, escorrendo pelo seu rosto. Ela não parou até che
ubmissão. Um
e podia propor algo assim? Como ele podi
e as lágrimas secaram e seu rosto parou de tremer.
rmelhos, inchados. El
sse a voz racional. *Iss
ro, mais baixa, mais
s você po
pais estavam no restaurante, atendendo clientes. Ela
nha, as mãos segurando um c
a voz rouca. - Os
na p
eles d
ão pelo rosto. - Eles querem o dinhei
nou a frase.
ela sala. O contrato que ela jurou que não ia ac
ais ela pod
lares em d
escolha. Nun
do irmão, pegou a mão d
la, a voz firme, mesmo que seu
único jeito estava no contra
va ter coragem

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