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Capítulo 8 A proposta

Palavras: 1475    |    Lançado em: 30/06/2026

para o escritório no dia seguinte ecoava em sua mente como um presságio. Ela não sabia o que ele qu

Ele sabe que algum

a tratava com frieza e indiferença, como tratava todos os alunos.

ar nisso agora. Não podia pensar em Matteo, em seus olhos verdes

s clientes vinham e iam, e Helena servia mesas com um s

a para ninguém, não falava com ninguém. O desespero estava gravad

tiu o cora

a, disse a voz em sua mente. V

O que ela p

rilhando lá fora. Ela se vestiu com calma, escolhendo uma blusa simples e uma calça jeans. Na

a se concentrar. Beca percebeu, mas não perguntou,

tomar um sorvete, tá? - sussur

eve coragem de dizer que tinha um compromiss

elena sentiu o estômago se contrair. Ela pegou a mochila de

redor silencioso. Helena caminhou devagar, os passos ecoando no chã

A placa de metal dizia: Pro

ndo. E bate

En

rta como uma corrente. Hele

cupava toda a parede oposta, com vista para o campus. Uma mesa de madeira escura domina

os escuros levemente bagunçados. Os olhos verdes, tão verdes

ta Duarte

cadeira em frente à mesa. As mão

a monitoria? - A pergunta saiu

rcorreram seu rosto, seus cabelos, seus ombros. Parec

u, finalmente. - Não

ntiu o sa

o sobr

sala. Ele caminhou lentamente ao redor da mesa, sentando-se na borda, bem

le, a voz baixa, controlada. - Não sei quais.

negar, mas Matteo levanto

você mentir uma vez. Não vou

tiu o rost

untou, a voz trêmula. - Eu sou apenas

lhos verdes brilhando com um f

voz dele era quase um sussurro

asta sobre a mesa, e a co

Ab

dos tremiam enquanto le

cumento. Ela leu o

to de Su

parece

hos para Matteo, o coração dispara

eutra, controlada. - Você precisa de dinheiro. Eu t

chão sumir debai

uco - sussurrou. -

calma. - Você define o valor. Qualquer valor. Eu p

ndo contra o chão. - Isso é um absurdo. O se

observavam com uma calma que era

eu não consigo parar de pensar em você. Desde a festa, desde o pr

s lágrimas amea

conhece. Não sab

como um golpe. - Eu vi nos seus olhos na festa. Eu vejo agora. Você p

ta com força, os ded

or é um

direção a ela. - Mas você precisa d

nseguia. As palavras esta

profissional, distante. - Leia. Pense. Eu não vou pre

as mãos trêmulas. Virou-

ele

ralisou. Ela nã

e onde me

lmente escapando, escorrendo pelo seu rosto. Ela não parou até che

ubmissão. Um

e podia propor algo assim? Como ele podi

e as lágrimas secaram e seu rosto parou de tremer.

rmelhos, inchados. El

sse a voz racional. *Iss

ro, mais baixa, mais

s você po

pais estavam no restaurante, atendendo clientes. Ela

nha, as mãos segurando um c

a voz rouca. - Os

na p

eles d

ão pelo rosto. - Eles querem o dinhei

nou a frase.

ela sala. O contrato que ela jurou que não ia ac

ais ela pod

lares em d

escolha. Nun

do irmão, pegou a mão d

la, a voz firme, mesmo que seu

único jeito estava no contra

va ter coragem

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