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Histórico

Capítulo 6 Seis

Palavras: 2444    |    Lançado em: 25/06/2026

Vista d

alta, cometi o erro de v

a e ir embora de vez me traria alguma paz. Eu deveria saber que não. N

otas pela metade, uma caneca lascada, uma porta-retratos que já não significava nada. Meus passos ecoavam pelo corredor po

recia ter um sen

a, Carmela. Envolta em um tecido de grife que se colava ao corpo como uma segunda pele, segurando um cop

de propósito, inclinando o copo e

o! De novo!" A voz dela subiu, ecoando pelo saguão. "Sua coisinha pat

o de humilhação enquanto olhare

to do café no meu rosto. O líquido estava m

ha que isso é injusto? Novidade, querida: o Calhoun só tem olhos pra mim. Tudo qu

im desfilando, deixando o cheiro amargo de café na

osa, "garantam que ela peça desculpas. De joelhos.

cou quando dois se

z falhando. "Acabei de pedir demissão. Vo

lhoun. Tudo que a senhorita Carmela quer, a senhorita

truíram o pouco de o

apéis se espalhando pelo chão como confete sem valor. Meus joelhos bateram forte no concr

voz estava rouca.

me ouviram. Ou talvez

do sem controle. Meus joelhos sangraram por baixo do tecido, o sangue quase congelando assim que t

única coisa me mantendo de pé quand

fechamento, minha visão já estava turva, cada respiração

odi

ão, vi Mila, seus saltos caros batendo na calçada enquanto ela co

lhando ao meu lado. "Por que diabos você tá ajoelha

desabar nos braços dela. Mas minha garganta estava

udo virou

minando como se eu fosse a única coisa que importava. As mãos dela estavam firmes, mas os ombros tremiam de tanta raiva. Ela se certificou de que

r isso", Mila articulou por c

o atrás dela. Não podi

tremeceu na moldura, e todo o corredor pareceu se encolher. Antes

na minha garota?" ela berrou, selvagem e crua

, uma máscara de falsa inocência colada no rosto. Ela arregalou os olhos com tanta perfeição que

da pra você. Ela não é sua propriedade. Para de agir como alguém sem noção disputando

hos brilharam âmbar. "Chega!" trovejou, e o som me atingiu como um impacto físico. Mila co

s olhos pousaram em mim. Percorreram meu cabelo, minhas roupas arruinadas, a crosta seca de sangue nos meus j

omo uma atriz treinada, se atirando nos braços de Calhoun, os ombros tremendo em soluços teatrais. "Não foi isso que aconteceu", ela chorou. "Ela

entindo. A postura de Calhoun mudou para defensiva, os braços

Mila perdeu

mela. O estalo da pele ecoou alto no corredor. O brinco de Carmela voou, cintilando no ar, e ela camb

do ao punho trêmulo de Mila, ao brinco caído, ao rosto de Carmela, boca aberta em dor, olhos c

ontraiu. Ele parecia quer

igou a ficar ajoelhada por horas até meus joelhos sangrarem, que ela sorriu enquanto es

aiada escorreu num pedido venenoso. "Você viu isso?", ela chorou. "O jeito que ela me bateu. sua irmã me atacou por uma mentira que a amiga dela inv

no peito dele, Mila rígida de fúria, e eu, sangrando de humilhação. O p

aconteceu r

ela. Mila cambaleou, um arquejo cortante escapando, a mão indo ao rosto. Eu avancei sem pensar, os braços envolvendo-a como se eu p

rilharam. Ela vestia

a e na sua futura Luna? Você enlouqueceu?!" As palavras eram cruéis, uma ira fri

Havia uma sentença definitiva ali, uma lâmina se fechando sobre o que restava em mim que ainda esperava justiça. Ele levou Carmela consigo sem olhar para trás, a mão posse

to dela contra meu ombro. "Não precisa", eu disse. "Não briga por mim. Eu vou embora. Vou deixar a Alcateia. Eu. provave

ira ali. Quando não viu nada além de frieza, seus joelhos cederam e ela caiu nos meus braços, soluçando. "Não. por favor, Elodie, não vai," implorou entre soluços curtos. "É p

illy", sussurrei, usando o apelido que sempre suavizava o rosto dela. "Eu não posso ficar. Nada du

ntão choramos até a garganta arder. Ela colocou minhas camisas nas malas com as mãos tremendo. Quando via minha mão firme puxando o zíper, ela

uma mensagem furiosa para Calhoun. Parou quando coloquei minha mão sobre a dela. "Não", eu disse. "Por favor, Mika. Deixa pra lá. Nã

quebrava o tempo todo. Nos encolhemos uma na outra no sofá até que a cidad

Eu não queria ver o nome dele, mas o insti

la arrancou meu celular como se quisesse res

al. Está na hora de embarcar em outro voo." Fiz uma pausa, a voz quebrando em algum ponto entre a coragem e o vazio. "Para de brigar co

s de mim. Depois de um bom tempo, me ajudou com as últimas malas e imprimiu a passagem, as mãos firmes pela prim

escrevi uma última mensagem. Meus de

da linha. Alfa Calhoun, não sou mais sua assistente. Não tenho mais sentimentos por v

presença nos meus dispositivos desaparecesse como um pesadelo. Não esperei a resposta. Dei a Mila um último olhar -

rem. Doeu como ser aberta ao meio e depois suspensa sobre o mar. Mas conforme os quilômetros colocavam distância entre mim

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