Vista d
feira. Mas parecia o dia
maldito prédio - só para ver ele. Para olhar o homem que me destru
o eu odiava s
ue tudo, eu
s os dias achando que talvez hoje ele me
ta i
tório como um fantasma dentro da própria pele. Ninguém percebia. Eu sempre chegava na hora. Sempre impecáv
toria. Agendamentos. Eu cuidava de tudo. Garantia que o império que Calhoun te
ca via isso
Revisei os contratos que chegaram dos setores de comércio. Arquivei a correspondência mais recente da Alcateia
o relógio, meu cora
A reuni
entrar no escritório dele de novo e fingir que não passei o fim de semana inteiro chor
ó para dar algo às minhas mãos - qualquer coisa para im
o, como se meu coração já soub
ão eu
sa
Feminina
orpo
reconheceria em
ela
lma inteira queria desaparecer entre as lajotas do chão
abri a
umiu do meu rosto no
na mesa dele como se tu
, a única fruta que Calhoun sempre disse que odiava - enquanto uma das mãos dele traba
onseguia
que eu usei quando estava com febre. O que nunca deixava que eu me sentasse muito perto, como se minha presença
ra ess
u os olhos para mim.
Vista d
feira. Mas parecia o dia
ro daquele maldito prédio - só para olhar para ele. Para olhar o homem que me des
o eu odiava s
que tudo. e
dar todo dia pensando talvez hoje ele m
idiota,
fantasma dentro da própria pele. Mas ninguém percebia. Eu sempre chegava na hora. Sempre impecável. Sempre cumpr
oria. Agendamentos. Eu cuidava de tudo. Eu garantia que o império que Calhoun t
o via isso
uerreiros. Conferi duas vezes os contratos que chegavam dos setores de comércio. Arquivei a correspondência mais recente
o relógio meu coraç
A reuni
que entrar no escritório dele de novo e fingir que não passei o fim de semana inteiro ch
só para dar algo para minhas mãos fazerem - qualquer coisa p
e aproximava, como se meu coração j
ão eu
sa
Feminina
orpo
reconheceria em
ela
ia querer encolher, desaparecer entre as lajotas do chão.
abri a
iu do meu rosto no s
maldita mesa dele como s
a única fruta que Calhoun sempre disse que odiava - enquanto a mão dele trabalhava sem e
onseguia
quando estava com febre. O que nunca deixava que eu me sentasse muito perto, que agia como se minha simples presença incom
ra ess
os olhos para mim. A v
r que está aí parada como s
dele. Queria gritar e chorar. Mas tu
hada. De coração
ando de um sussurro. "Você tem um
sei o que deu em mim - talvez instinto, talvez preocupação - mas dei meio
ng
Calh
ele quase
o antes. Ele imediatamente pegou a caneca de cerâmica sobre a mesa - aquela que não deixava ninguém t
tomava um gole, murmurando algo que eu não consegui ouvir. A mão dele não saía do corpo dela - carícias l
Deus, do
mais suave dele qu
nem era
e - e encostou um beijo possessivo em seus lábios. A mão dela subiu e envolveu a nuca d
Um sorriso sua
urmurou. "Faria qualquer coi
nas pastas que eu segurava. Precisei de tod
oun se curvaram n
sto dele daquele jeito. E era como se tiv
m os dela e, com uma
lquer coisa
coisa p
por
a po
mãos
e volta para a realidade. Olhei para a tela. Era um lembrete
e baixei o olhar para esconde
da Alcateia ainda estão esperando sua res
pouco. O suficiente para ver Carmela revirar
nte para mim. "Eu juro, detesto essa sua G
ei r
har dele m
hos escuros que, um dia, eu sonhei
u, sem nem me olhar de verdade. "Minha futura Lun
ar a reunião, ou talvez sugerir que outra pessoa levasse o reca
ia", ele disse, num tom afiado. Como se fosse um
mente que precisei cerrar os punhos
para remarcar a sessão. Eu estava prestes a me virar quando Carmela soltou
faz o melhor caldo do escritório. Eu gostaria de provar. Vou ficar aqui
mões t
. Qualquer coi
ouviu. Vai fazer o caldo. E
ção. Sem consideração. S
eus, doeu até mexer o
, Al
eito ardia. Meus olhos queimavam. Mas eu
ara me convenc
os para me
a com cuidado, a primeira coisa q
a dele com as duas mãos. A cabeça dele levemente inclinada
ncio. Quando me virei para entregar a tigela a ela,
la e o coloquei com
mim. Só pegou a col
rosto se cont
grito. Eu mal tive tempo de dar um passo para trás an
a camisa, o calor escaldante queimando mi
eando, tentando não
não paro
egui desviar a tempo. O impacto explodiu na minha bochecha, e uma dor lancinante to
parede, ofegante
Seus olhos brilhavam
a cuspiu. "O que você estava
o com dificuldade, enquanto a vergonha queim
e abriu d
guido por alguns funcionário
la foi ma
como se tivesse ensaiado esse momento. Correu para os braços
porque eu reclamei com ela antes, por ter nos interrompido. El
perando - só esperando - que ele me
não pe
ussurrou algo no ouvido del
alguém atrás de mim
etenta por cento. E garantam que ela aprenda a fazer um caldo melhor. E
o pela cintura de Ca
ma pe
ma de
ar na minh
nada, eu deix
m fragmentos que ninguém jam
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