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Histórico

Capítulo 2 Dois

Palavras: 2457    |    Lançado em: 25/06/2026

Vista d

feira. Mas parecia o dia

maldito prédio - só para ver ele. Para olhar o homem que me destru

o eu odiava s

ue tudo, eu

s os dias achando que talvez hoje ele me

ta i

tório como um fantasma dentro da própria pele. Ninguém percebia. Eu sempre chegava na hora. Sempre impecáv

toria. Agendamentos. Eu cuidava de tudo. Garantia que o império que Calhoun te

ca via isso

Revisei os contratos que chegaram dos setores de comércio. Arquivei a correspondência mais recente da Alcateia

o relógio, meu cora

A reuni

entrar no escritório dele de novo e fingir que não passei o fim de semana inteiro chor

ó para dar algo às minhas mãos - qualquer coisa para im

o, como se meu coração já soub

ão eu

sa

Feminina

orpo

reconheceria em

ela

lma inteira queria desaparecer entre as lajotas do chão

abri a

umiu do meu rosto no

na mesa dele como se tu

, a única fruta que Calhoun sempre disse que odiava - enquanto uma das mãos dele traba

onseguia

que eu usei quando estava com febre. O que nunca deixava que eu me sentasse muito perto, como se minha presença

ra ess

u os olhos para mim.

Vista d

feira. Mas parecia o dia

ro daquele maldito prédio - só para olhar para ele. Para olhar o homem que me des

o eu odiava s

que tudo. e

dar todo dia pensando talvez hoje ele m

idiota,

fantasma dentro da própria pele. Mas ninguém percebia. Eu sempre chegava na hora. Sempre impecável. Sempre cumpr

oria. Agendamentos. Eu cuidava de tudo. Eu garantia que o império que Calhoun t

o via isso

uerreiros. Conferi duas vezes os contratos que chegavam dos setores de comércio. Arquivei a correspondência mais recente

o relógio meu coraç

A reuni

que entrar no escritório dele de novo e fingir que não passei o fim de semana inteiro ch

só para dar algo para minhas mãos fazerem - qualquer coisa p

e aproximava, como se meu coração j

ão eu

sa

Feminina

orpo

reconheceria em

ela

ia querer encolher, desaparecer entre as lajotas do chão.

abri a

iu do meu rosto no s

maldita mesa dele como s

a única fruta que Calhoun sempre disse que odiava - enquanto a mão dele trabalhava sem e

onseguia

quando estava com febre. O que nunca deixava que eu me sentasse muito perto, que agia como se minha simples presença incom

ra ess

os olhos para mim. A v

r que está aí parada como s

dele. Queria gritar e chorar. Mas tu

hada. De coração

ando de um sussurro. "Você tem um

sei o que deu em mim - talvez instinto, talvez preocupação - mas dei meio

ng

Calh

ele quase

o antes. Ele imediatamente pegou a caneca de cerâmica sobre a mesa - aquela que não deixava ninguém t

tomava um gole, murmurando algo que eu não consegui ouvir. A mão dele não saía do corpo dela - carícias l

Deus, do

mais suave dele qu

nem era

e - e encostou um beijo possessivo em seus lábios. A mão dela subiu e envolveu a nuca d

Um sorriso sua

urmurou. "Faria qualquer coi

nas pastas que eu segurava. Precisei de tod

oun se curvaram n

sto dele daquele jeito. E era como se tiv

m os dela e, com uma

lquer coisa

coisa p

por

a po

mãos

e volta para a realidade. Olhei para a tela. Era um lembrete

e baixei o olhar para esconde

da Alcateia ainda estão esperando sua res

pouco. O suficiente para ver Carmela revirar

nte para mim. "Eu juro, detesto essa sua G

ei r

har dele m

hos escuros que, um dia, eu sonhei

u, sem nem me olhar de verdade. "Minha futura Lun

ar a reunião, ou talvez sugerir que outra pessoa levasse o reca

ia", ele disse, num tom afiado. Como se fosse um

mente que precisei cerrar os punhos

para remarcar a sessão. Eu estava prestes a me virar quando Carmela soltou

faz o melhor caldo do escritório. Eu gostaria de provar. Vou ficar aqui

mões t

. Qualquer coi

ouviu. Vai fazer o caldo. E

ção. Sem consideração. S

eus, doeu até mexer o

, Al

eito ardia. Meus olhos queimavam. Mas eu

ara me convenc

os para me

a com cuidado, a primeira coisa q

a dele com as duas mãos. A cabeça dele levemente inclinada

ncio. Quando me virei para entregar a tigela a ela,

la e o coloquei com

mim. Só pegou a col

rosto se cont

grito. Eu mal tive tempo de dar um passo para trás an

a camisa, o calor escaldante queimando mi

eando, tentando não

não paro

egui desviar a tempo. O impacto explodiu na minha bochecha, e uma dor lancinante to

parede, ofegante

Seus olhos brilhavam

a cuspiu. "O que você estava

o com dificuldade, enquanto a vergonha queim

e abriu d

guido por alguns funcionário

la foi ma

como se tivesse ensaiado esse momento. Correu para os braços

porque eu reclamei com ela antes, por ter nos interrompido. El

perando - só esperando - que ele me

não pe

ussurrou algo no ouvido del

alguém atrás de mim

etenta por cento. E garantam que ela aprenda a fazer um caldo melhor. E

o pela cintura de Ca

ma pe

ma de

ar na minh

nada, eu deix

m fragmentos que ninguém jam

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