Nar
ci do ônibus. A sensação era de que o mundo ao
ha lidado com
um nome, uma vida. Hoje eu sou uma forasteira. Cabelos negros e long
pra mim, sempr
al. No sentido de "segurar a respiração sempre que a chave girava na porta". No se
do para trás. Não por coragem. Por necessidade. Um dia, ele foi trabalhar
hei pa
lçadas apressadas. O som incessante de carros e buzinas me deixava levem
soa que sabia a verdade. Ela conseguiu um quarto para mim em seu apartamento m
da de repetir a mesma história ach
ao ouvir Karen me chama
. Uma noite. Só uma. - Ela insistiu,
nsei: se eu ficar mais uma hora dent
os j
-
só queria relaxar. Só isso. Um drink. Uma música. Um mo
adas no balcão
olh
uma mão invisível p
Terno escuro que mesmo desalinhado gritava dinheiro. O olha
ônia. Como se o mundo inte
m seguro. Quase arrogante. A voz de
ou tenso por um segundo - velho hábi
a falar o que pensa, mesm
Lenta. Controlada. Não ia dei
nos lábios dele. Não era
Como se o nome dele fosse uma c
ei impre
o. Pela primeira vez em meses, usei meu nome verda
deirado, caro, pesado - preencheu o espaço entre nós. Meu
omo você. - A cantada
u sonsa" - o tipo "já ouvi isso
precisar de mais que elogios barato. -
. Gostou. Pio
língua pelos lábios devagar. Um gesto que em qualq
ando, mas um frio sub
homens que sabem
porém, ficou mais intenso. Damien não parecia
eu aceito um "n
e. Sem medo. Sem hesitação
caiu para um tom baixo, quase perigoso - é o tipo de ho
rou dois segundos. Mas
sso, mas me conhecia bem. Ela viu o brilho
e, puxando minha mão com
a trás. Meu coração batia acelerad
mais dois passos, e
para me fazer parar. Suficientemente leve para não d
Flash. Uma mão no meu braço. Um corre
le no meu pulso. Depois ergui os ol
pedido. Foi uma ordem.
s o olhar... o olhar d
ou, sem um pingo de dúvida. Como se já
devagar, mantendo
orte co
ti aquele olhar fixo em mim, queimando
o estava acost
tava acostu
mos de volta para casa. O barulho da cidade parecia mais distante,
comentou, rindo enquanto chutava uma pedrinha
no bolso do casaco. Minha
não aceita um "não" com facil
ta de um desafio - ela diss
ren com uma seriedade que fez
Não mais. Você sabe o que eu passei. Você sabe o preço q
baixou
a. Você tem raz
eio. Não era contra ela. Era contra o mundo. Contr
mais suave. - Mas tenho certeza de q
por um homem daquele jeito. O olhar dele ain
me
nele um padrão que eu ju
o, Karen bocejou alto, largan
tar. O dia
Vou toma
quarto, e eu fui di
anquei. Duas volta
ua, mas não o desconforto. Não aquele aperto no peito. Fechei os ol
vras co
mes demais
ualquer coisa e p
e na porta. S
ua. Abri os olhos. Enca
ussurrei pa
o o teto. A mente ainda estava agitada, mas o cansaç
efone vibrou na
ção deu
ostrava uma chamada de um número desconhecid
l
mi
ra d
apertaram o celular com tanta força que os nós dos dedos ficaram br
de novo.
na minha mão. Uma
gações no meio da noite. As mensagens depois de
mão
ão a
gelado que percorreu minha espinha,
i desistir. Eu c
e lado. Virei na cam
Eu estava a quilômetros de dis
em meses, me senti n
tin

GOOGLE PLAY