img OBCECADO POR ELA: O CEO e a FORASTEIRA  /  Capítulo 3 Luna Narrando | 7.14%
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Histórico

Capítulo 3 Luna Narrando

Palavras: 1609    |    Lançado em: 24/06/2026

Nar

ci do ônibus. A sensação era de que o mundo ao

ha lidado com

um nome, uma vida. Hoje eu sou uma forasteira. Cabelos negros e long

pra mim, sempr

al. No sentido de "segurar a respiração sempre que a chave girava na porta". No se

do para trás. Não por coragem. Por necessidade. Um dia, ele foi trabalhar

hei pa

lçadas apressadas. O som incessante de carros e buzinas me deixava levem

soa que sabia a verdade. Ela conseguiu um quarto para mim em seu apartamento m

da de repetir a mesma história ach

ao ouvir Karen me chama

. Uma noite. Só uma. - Ela insistiu,

nsei: se eu ficar mais uma hora dent

os j

-

só queria relaxar. Só isso. Um drink. Uma música. Um mo

adas no balcão

olh

uma mão invisível p

Terno escuro que mesmo desalinhado gritava dinheiro. O olha

ônia. Como se o mundo inte

m seguro. Quase arrogante. A voz de

ou tenso por um segundo - velho hábi

a falar o que pensa, mesm

Lenta. Controlada. Não ia dei

nos lábios dele. Não era

Como se o nome dele fosse uma c

ei impre

o. Pela primeira vez em meses, usei meu nome verda

deirado, caro, pesado - preencheu o espaço entre nós. Meu

omo você. - A cantada

u sonsa" - o tipo "já ouvi isso

precisar de mais que elogios barato. -

. Gostou. Pio

língua pelos lábios devagar. Um gesto que em qualq

ando, mas um frio sub

homens que sabem

porém, ficou mais intenso. Damien não parecia

eu aceito um "n

e. Sem medo. Sem hesitação

caiu para um tom baixo, quase perigoso - é o tipo de ho

rou dois segundos. Mas

sso, mas me conhecia bem. Ela viu o brilho

e, puxando minha mão com

a trás. Meu coração batia acelerad

mais dois passos, e

para me fazer parar. Suficientemente leve para não d

Flash. Uma mão no meu braço. Um corre

le no meu pulso. Depois ergui os ol

pedido. Foi uma ordem.

s o olhar... o olhar d

ou, sem um pingo de dúvida. Como se já

devagar, mantendo

orte co

ti aquele olhar fixo em mim, queimando

o estava acost

tava acostu

mos de volta para casa. O barulho da cidade parecia mais distante,

comentou, rindo enquanto chutava uma pedrinha

no bolso do casaco. Minha

não aceita um "não" com facil

ta de um desafio - ela diss

ren com uma seriedade que fez

Não mais. Você sabe o que eu passei. Você sabe o preço q

baixou

a. Você tem raz

eio. Não era contra ela. Era contra o mundo. Contr

mais suave. - Mas tenho certeza de q

por um homem daquele jeito. O olhar dele ain

me

nele um padrão que eu ju

o, Karen bocejou alto, largan

tar. O dia

Vou toma

quarto, e eu fui di

anquei. Duas volta

ua, mas não o desconforto. Não aquele aperto no peito. Fechei os ol

vras co

mes demais

ualquer coisa e p

e na porta. S

ua. Abri os olhos. Enca

ussurrei pa

o o teto. A mente ainda estava agitada, mas o cansaç

efone vibrou na

ção deu

ostrava uma chamada de um número desconhecid

l

mi

ra d

apertaram o celular com tanta força que os nós dos dedos ficaram br

de novo.

na minha mão. Uma

gações no meio da noite. As mensagens depois de

mão

ão a

gelado que percorreu minha espinha,

i desistir. Eu c

e lado. Virei na cam

Eu estava a quilômetros de dis

em meses, me senti n

tin

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