img OBCECADO POR ELA: O CEO e a FORASTEIRA  /  Capítulo 3 Luna Narrando | 2.52%
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Capítulo 3 Luna Narrando

Palavras: 1440    |    Lançado em: 24/06/2026

Nar

do parecia maior, mais barulhento, mais apertado ao meu redor. Mas eu já tinha pas

tidade. Hoje, sou apenas uma forasteira. Cabelos longos e escuros, traços que sempre chamaram atenção

vela: foi viver de olhos abertos, aprendendo a decifrar cada expressão, cada tom de voz, como quem lê

dia ele saiu para trabalhar, e eu aproveitei: mochila nas costas, documen

ressada. O barulho de carros e buzinas parecia querer me sufocar. "Bem‑vinda à

era e o que eu tinha vivido. Foi ela quem arrumou um canto para mim, um quarto apertado no seu apartamento pequeno.

iar cegamente. Nada de colocar mi

ondida do mundo todo. Vamos sair só uma noite. Distrair a cab

a, sentia que ia acabar enlouquecendo com os

ra um momento de paz: um drink, música baixa, nenhum alerta ligado em alerta máxim

olh

as minhas costas e nuca co

ito sob medida - e mesmo com aquele ar de desleixo calculado, deixava claro que ele tinha poder, dinheiro e man

nhuma, como se todo mundo devesse

voz grave, calma, mas carregada de uma arr

a firme. Meu corpo travou por um segundo - reflexo anti

inguém pediu a sua opinião. - Respondi seca, e continuei bebendo dev

. Não era simpatia. Era interesse de quem en

e nome por si só já bastasse para abrir

em um pouco

o escondida, usando outro nome, ali, na frente de um completo estranho, s

orte, amadeirado e caro tomou conta de todo o ar entre nós. Cada nervo do

or aqui. - Disse ele, com aquele tom de quem a

lhos com tod

om frases prontas e baratas, pode

tou. A minha resistência parecia só ati

nta da língua lentamente pelos lábios - um gesto que em qualquer outro ser

ntindo um frio desagrad

s que sabem respeitar

s ficou mais forte, mais intenso. Ficou claro de c

o desistir logo na primeira negati

do fundo aqueles olhos que pareiam qu

mo resposta definitiva... é exatamente o tipo que eu aprend

ade. Ao lado, Karen observava com um sorriso leve, mas me conhecia o sufi

oje. - Chamou ela, puxando

dois passos, senti sua mão envolver meu pulso. Firme o suficiente para me deter, mas calculado para

portas trancadas, o medo de não poder fugir. Respirei fundo, controlei o desesp

i pedido. Foi ord

ele olhar continuou ali, cr

da vai mudar completamente de ideia em relação a mi

vez, virando

te com es

ia cada passo queimado por aquele olha

- comentou ela, rindo um pouco, enquanto andávamos

i a cabeça

u jurei nunca mais chegar perto. Não viu como ele me olhava? Como se já tivesse d

séria de

ver tudo isso como você vê. Mas

perdi. Tomei um banho demorado, mas nem a água quente conseguiu lavar aquela sens

ar vibrou forte

la acesa: número desconhecido. E o pior

a foto e contato? O desespero antigo voltou todo de uma vez: outro que não

ão estava mais forte do que nunca: eu achei que tinha

tin

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