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Capítulo 4 Sem Tréguas

Palavras: 1776    |    Lançado em: 20/06/2026

nado baixo, quase animal, escapa da minha garganta. Minha mão, que antes subia o vestido, agora se espalma

nos dela, agora escuros como uma tempestade. "Você

haja mais um milímetro de ar entre nós. O fato dela estar ali, oferecida dessa for

enas dançar. Você queria que eu descobrisse exatamente o quão pronta você está para ser domada. Pois bem..

tímetro daquela pele que ela preparou para mim, enquanto minha boca busc

sobrepondo-se à batida surda que vem de fora do camarote. Senti-la retribuindo o beijo com t

ta e insolente. Ela é uma armadilha perfeita. O calor que emana dela, a umidade que en

enquanto minha mão trabalha com uma firmeza possessiva, explorando cada dobra da sua intimid

terno, o quanto essa falta de lingerie e essa entrega estão me levando ao limite. Meus dedos se movem em um

uxo levemente, olhando nos s

jo. "Pois eu vou te dar exatamente o que você quer, mas do meu jeito. Eu quero ouvir você perde

ntindo o modo como seu corpo me aperta, enquanto min

o tenso "O que acontece agora que você descobriu que eu não sou apenas um

percorrer minha espinha

para perder o último vestígio de reserva que ainda me restava. Ela não está apenas aceitando

a pela luxúria. O som da sua voz perdendo a forma, transformando-se em suspiros úmidos e ir

áspero, enquanto meus dedos se movem com uma precisão implacá

os meus dedos e a umidade que agora escorre pelas minhas mãos me deixa transtornado. Eu a pressiono ainda mais contra o c

u pescoço, não para apertar, mas para sentir a vib

s na penumbra. "Quero ver o exato momento em que essa sua audácia se transforma e

e ela carrega no olhar. Ver esse fogo de prazer e excitação queimando nas suas pupilas, enquanto ela ge

abertura. Minha mão que estava no pescoço agora desce, espalmando-se contra o seu ventre, sentindo os músculos da sua barriga se cont

, sugando o seu hálito entrecortado. "Veio para Mônaco sem nada por baixo des

o dela para o meu domínio. Quero ver tudo. Quero que ela se sinta completamente exposta

icando frenética, e um sorriso predatório surge no meu rosto. Eu não

brando de autoridade. "Eu quero ver esse seu fo

abre mais as pernas, entregando-se a essa exposição total sem o menor sinal de hesitação, o que me faz perceber que e

ão é?" rosno, minha voz saindo tão p

nas no meu ombro com essa facilidade, expondo esse traço de pelos e a sua nudez impecável, é um insulto à minha sanidade. Minha mão livre d

ondia sob esse vestido?" inclino-me, minha boca encontrando a dela em um beijo que é puro atrit

mas eu não poderia me importar menos. O mundo lá fora pode acabar em chamas, desde que eu

nte se misturando. "Peça para eu não parar. Mostre-me que e

exibe com tanta audácia. Eu quero que ela sinta o peso do meu domínio, e quero que cada célu

par

a minha perdição. O modo como ela deixa a cabeça cair para trás, expondo a linha do seu pescoço e entregando-

era como o granito. "Eu disse que ia tirar tudo de você. Ca

camarote, ditando a cadência do prazer dela. Meus dedos trabalham com precisão e uma força

e do seu pescoço, onde mordo e sugo com uma vontade predatória, qu

dela, enquanto meu polegar não dá trégua ao seu clitóris, levando-a ao to

udam de tom e a respiração trava. Eu não diminuo o ritmo. Pelo contrário, eu acel

regada de uma autoridade que não aceita recusas. "Quero

pasmo das coxas dela sobre os meus ombros, sabo

s, sem máscaras, sem nada alé

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