e vista
sula
ula 14? Eu nunca ou
inal no rosto dele. Pela expressão dele – a testa franzida, os olhos estreitados, a ma
segundos atrás virou
s eu já aprendi a perceber quando ele está fingindo calma. Agora
fechou a porta atrás d
ênc
entou de volta na cadeira. Ficou de pé, de costas para mim, olhando pela janela de vidro do chão ao te
quebrei o
cê s
. O perfil afiado, a luz do s
você acha que eu estaria
paz. - Cruzei os braços. -
. - O contrato foi lido por você e pelo seu advogado. Li
exato em que a gente ia assinar o divórcio? - Dei um passo à
vamos a menos de meio metro um do outro. Eu
i três anos esperando esse maldito divórcio. Três anos preso num casamento que nenhum dos d
eira me atorment
riso curto, se
ão interessant
voz saiu mais alta do que eu queria. - Eu sei o
Ele arqueou as sobrancelhas. -
a saiu dess
os fechados, os músculos tensos, a respiração pesada. Qualquer pe
z estiv
primeiro, a voz carregada de venen
do d
iu. Um sorriso feio. Cruel. - Porque aí o dinheiro do seu pai vai continuar preso nas minhas contas. A sua liberdade
ceber
abeça. Os olhos
unca me odio
rosto. Foi tão rápido qu
ê é d
é uma m
cruel, realmente certeira. Mas a porta se abriu
homem de cabelos grisalhos entrou atrás dela
dvo
e escreveu
el por aque
pois a Ian – com uma expressão de desculpa
e se aproximou da mesa. - Vou ser direto, porque
da mesa, mas não sentou. Apoiou as mãos
ives até encontrar a página que procurava. Virou o documento na no
seja solicitado antes do período de três anos, as partes deverão cumprir um período de coabitação assistida de seis meses, no mesmo domicílio, mantendo as aparê
io ficou e
vi o relógio de parede fazer tique
icou
osto que segundos atrás era pura arrogância agora parecia uma máscara de cera. Ele puxou o contrato
mu
o. Minha mão voou até a mesa, agarrou a primeira coisa que encontrou – a c
o Dr. Rocha e caiu no chã
inha fogo saindo pelos meus olhos, pela minha boca, pelos meus poros. - SEIS MESES? Eu já dei três anos p
lli, eu entendo a
direção dele. Ian segurou meu braço no último segundo.
a demais. Ele ainda estava pálido. - Não adianta grita
Tirei o braço do seu alcance com um puxã
m mãos trêmulas. - A cláusula estava na pág
ina
dvogado na época disse que o
con
confiaria
simplesmente desistiram de me sustentar. A pasta com a minut
voz saiu falhada. - Não vou morar
u - o divórcio pode ser anulado. E o contrato or
term
o meu crânio como
estava pálido. Mas agora, no fundo daqueles olhos cor
esp
queria se l
dos dois

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