a, a bebida não fazendo nada para acalmar o calor que crescia sob sua pele. Ela tinha vindo sozinha - algo que nunca fazia -, atrás do
eto que marcava cada curva. As luzes da cidade brilhavam l
elando antebraços veiosos. Cabelo escuro, maxilar marcado e olhos que queimavam mesmo do outro lado do espaço. Quando os olhares
através da multidão. O coração de Sofia martelava. Que porra eu tô fazendo? Mas o corpo dela a
nta," ele disse,
com a própria ousadia. As bochechas corara
roçando na orelha dela. "En
Sem sobrenomes. Sem hi
ngua dele invadiu, exigente, saboreando-a como se esperasse anos em vez de minutos. Sofia gemeu contra ele, os dedos
pertando, levantando-a um pouco para que sentisse exatamente o quanto ele a queria. Emoções explodiam nela: excitação
a ofegou, mesmo enqua
a, chupando forte o suficiente para deixar marca.
com ela, tão cru e possessivo. Isso destravou algo primal. Ela queria ser destruída. Queria e
a parede. A mão dele subiu por baixo do vestido, os dedos subindo pel
por cima do tecido. Sofia choramingou, a cabeça caindo para trás enquanto o prazer subia
bolando contra os dedos dele. Vergonha mis
vassaladora. Ele curvou os dedos com maestria, massageando aquele ponto sensível enquanto o polegar trabalhava o clitóris. As paredes del
scoço dela. "Cavalga meus dedos como
loucamente. Ela gozou forte e rápido, mordendo o ombro dele para abafar o grito enquanto ondas de êxtas
vou até os lábios dela. "P
próprio gosto. O ato era tão pervertido, tão íntimo com um co
Meu hotel fica do outro lado da rua.
esitou. "
ocar. No elevador, ele a prensou contra a parede espelhada, beijando-a com fúria enquanto dois dedos trabalhavam dentro d
cheios e mamilos duros. Ele dedicou atenção a eles, chupando e mordendo até ela
estocadas longas. Sofia agarrou o cabelo dele, cavalgando o rosto enquanto
nundando a boca dele com seu gozo. Ele
caiu de joelhos, ansiosa para retribuir. Ela o engoliu fundo, engasgando levemente quando ele bateu no fundo da garganta, m
iou, dedos entrelaçados no cabelo dela
os olhares se encontraram. Por trás do tesão, ela viu a mesma tempestade
longo dos lábios molhados dela, provo
u, emoções expostas. "Me
dor, o alongamento avassalador. Ele era tão fundo, tão grosso, preenchendo cada centímetro. Ele
começou
am o quarto junto com os gemidos dela e os grunhidos dele. Ele prendeu os pulsos dela acima da cabeça com um
lhos escuros de tesão. "Boceta apertada, molhada, perfei
o ponto perfeito, construindo uma pressão que ameaçava destruí-la. Ela enrolo
u, voz falhando. "Quero
os corpos, deslizando juntos em fricção deliciosa. Ele se inclinou, capturando um mamilo en
lentamente em volta dele, ordenhando o pau enquanto onda após onda a invadia. A liberação e
ão tinha
evastador. Ele a fodeu como um animal, estocadas profundas e implacáveis que a fizeram enfiar o
denou. "Goza no m
po se rendendo completamente. O ritmo
ê quer?"
ela ofegou. "Me e
u na boca dela e gozou forte, pulsand
o dela enquanto a respiração voltava ao normal. Por longos minutos, nenhum dos dois falou. As
murmurou por fim, be
a pele dele. "Eu não

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