img ADRIANO - UM MAFIOSO IMPIEDOSO LIVRO 12  /  Capítulo 7 | 50.00%
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Capítulo 7

Palavras: 2617    |    Lançado em: 12/06/2026

nunca fomos amigas... Eu sempre achei a Filippa Ruffo um pouco... Bem, não quero falar m

Zara enquanto coloco uma

a esposa de Capo Donato, erguendo a taça de vinho e me fazendo sinal

itriã perfeita, mas eu sei que ela preferiria estar em seu ateliê de costura do que entreter

icado devastado quando soube o que aconteceu", continua a esposa de Capo Donato. "Sua casa foi

do quando a esposa de um bilionário proeminente é assassinada. Vítima de um assalto que deu errado, d

Ruffo, no entanto, ficou retido na festa. Pelo menos vinte pessoas confirmaram que ele estava envolvido em uma longa discussão com o an

mpede que a imagem de uma mulher loira com um ferimento de bala na

m para um canto escuro? Será que me dariam um tiro ou cortariam minha garganta? Ou talvez eu fosse vítima de um atropelamento, atropelada por um veículo qualquer enquanto atravessava um cruzamento? Talvez eles usassem métodos antigos, plantando uma bomba em um ônibus que eu pegasse? Será que eles se importariam com danos colaterais? Ou talvez, só talvez, o S

bre o que ele fez. Só eu. Sou a única testemunha. E ninguém no mundo da máfia deixaria uma t

ivraram do corpo da esposa dele. E nenhum outro sujeito suspeito rondando por perto. Agora, a obsessão por como e

mo é que ele não se deu ao trabalho de insinuar as coisas agonizantes que me aconteceriam se eu seque

que a possibilidade da minha morte. Isso também solidificou o Sr. Ruffo como um enigma completo na minha mente. Eu achava q

durante a reunião. Iris, você poderia, por favor, levar a bandeja até a antiga sala de jan

ei isso ime

tando fica mais alto à medida que me aproximo da cozinha, até que ecoa pelas paredes da mansão. Don Spada está definitivamente e

minhas coisas em direção à ala "comercial" da casa, onde a parede entre a antiga sala de jantar e a sala de jogos foi derrubada, criando um grande espaço que se tornou um novo salão de conf

Do seu lugar na cabeceira da mesa de conferências, o olhar furio

pidamente, erguendo a bandeja para mos

na mesinha de centro ali." Ele gesticula em direção ao recanto com assentos e volta a prestar

er as palavras mágicas. Sra. Zara. É assim que todos na casa a chamam. Exceto o marido, é cla

ação com o mundo da máfia, na verdade. Porque mesmo na escuridão, no coração de um homem perigoso, existe l

as poltronas estão dispostos ao redor da mesa de centro

reção e quase dei

o está sentado num

ir. De alguma forma, mesmo neste ambiente informal, e enquanto está absorto em seus pensamentos, ele ainda consegue parecer imponente. Mas não acho que seja seu traje

nte amigável, mas nunca como alguém com sangue frio. Sei que não fui a única. Como Adr

e porque cada segundo daquele encontro se repete incessantemente na minha mente. Lembro-me de cada detalhe. O olhar quase divertido nos olhos azul-cristalinos do Sr. Ruffo enquanto eu o encarava através do c

is. O som me arrepiou toda. Continuo ouvindo. Repetidamente. Dia e noite. Com

o é o único. Como uma correnteza distorcida, meu medo se misturava à minha atração por ele. Uma mistura inebriante. Um fascínio perigoso e perturbador. Isso me tenta... Me incita a saber

ndo a respiração. Sou como um cordeiro assustado no território de um lobo, andando na ponta dos pés para não se

aproximação, abafando o som dos meus passos. Não tenho certeza sobre as batidas aceleradas do meu coração, no entanto. Elas estão batendo mais

nta o olhar. Aqueles olhos azuis perversos encontram

encontramos

anto rouca. Ela me envolve como um ser corpó

mim. "Hum... Boa tarde, senhor." Minhas mãos tremem tanto que os copos tili

s, envolvendo minha pele e a borda da bande

Contemplo boquiaberta os dedos do Sr. Ruffo.

spi

ixo. Suave. Mac

da a temer de mi

guida, encontro aqueles

ão

s dedos contra o fundo da bandeja. Algo ardente e perigoso se acende n

acirra. Gritos simultâneos irrompem. Isso só torna minha

ele r

sposa dele? Será que ele estava lá só porque encontrou o corpo dela, como eu pensei naquela noite? Será que ele também estava em choque? E, talvez, ele tenha acobertado o que realmente acon

inha própria estupidez. Mas, como uma algema, sua mão segura a minha com firmeza. Aquele brilho gélido reacende em se

vez. Com cautela. Com alarme. Até então, eu queria acreditar que ele era inocente. Que era incapaz de um crime tão hediondo. Eu o encaro. Sinto pavor. Não consigo mais fin

ri

perto da porta, com o telefone preso em suas mãos trêmulas. A preocupação

estende o braço como se esperasse que eu atendesse a ligação imediatam

cia já fo

ebrando explodem no espaço repentinamente silencioso. Saio corrend

nto trabalhamos. Fica do outro lado da casa. Passo apressada por um grupo de empregadas confusas, alguns operários da con

a sido levada para lá. Primeiro preciso chegar ao ponto de ônibus mais próximo, que fica a quase vinte minutos de caminhada

ndo para dentro, um elegante carro

gunta o motorista pela

eira do passageiro. "Recebi instruções para lhe dar u

Zara deve tê-lo enviado quando soube da minha mãe. A

nça, notando outro conjunto de assentos do outro lado, como em uma limusine.

etrovisor. "Sem problema algum. Vou garant

te em direç

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