r
ha e levanto uma pilha de lençóis. "Prometo que terei cuidado ao voltar
fi
a parece tão fraca.
uerida. Como
a mãe já presenciou minha meia-irmã falando comigo como se eu fosse algo horrível gr
as de gala. Há flores lindas por toda parte. Gostaria que você pudesse ver. E cons
e alguém d
preocupe. Preciso ir agora.
amo. Se cui
e arruinado, não posso voltar a servir no salão de banquetes, então a governanta do Capo Brio mandou uma das outras moças p
s indicações que me deram, já me perdi algumas vezes tentando chegar aos quartos onde precisava arrumar a cama. Agora não é diferente. Viro a cabeça para a esquerda e para a direita, tentando deci
eva de volta ao salão de banquetes. O outro corredor parece mais deserto, então aposto que é lá que ficam os quartos adicionais para hóspede
a porta. Ao girar a maçaneta, vejo que está destrancada. Cautelosamente, coloco a cabeça para dentro e percebo que é um escritório, provavelmente o espaço pessoal de trabalho do Capo Brio. Há uma mesa enorme no meio e estantes de livros
bros da Família não são particularmente discretos quanto aos seus casos extraconjugais, apesar de toda a conversa sobre decoro e a santidade do casamento, mas ainda assim estou fel
dos os lados para segurá-la. Isso me obriga a usar o cotovelo para empurrar a maçaneta e o quadril para abrir a porta. Enquanto entro no quarto, o lenço
rrada." Uma voz profunda e avelud
lábios, mas as palavras morrem antes que eu consiga pronunciá-las.
s encadernados em couro. Perto dali, sobre uma cômoda, um aplique de parede ornamentado com aparência vintage projeta sua luz quente sobre o lado esquerdo do rosto do Sr. Ruffo. O outro lado permanece
nha capturado minha atenção, é o corpo de
com o copo na mão em direção a outr
ão me impressiono com sangue, mas não consigo me mexer enquanto encaro a arma com silenciador, casualmente
e parece uma eternidade, leva
tenho dúvidas... É uma ordem. Com a promessa de cons
e, e cada nervo do meu corpo está prestes a se romper. A fugir. Preciso de toda a minha fo
xo no dele. Aproximo-me com as pernas trêmulas enquanto ele continua a me observar. Sinto o peso daquele
is de anos convivendo com brutamontes da máfia, eu tinha certeza de que meu "radar de bandidos" era impecável. Nem uma vez meu alarme interno soou em alerta sobre Adriano Ruffo. Tra
rm
Um tom que só vi em imagens de geleiras antigas. E tão frios. Distantes. Endurecidos. Não há nenhum vestígio de calor neles. Nenhuma preocupação. Nenhum sinal de apreensão. Nem mesmo
desviam dos meus. Quando chego à poltrona de orelhas que ele apontou, meu coração parece que vai sal
agamente familiar
Eu... eu trabalho n
do fixo em mim enquanto pega o copo vazio
i os olho
mas centenas de dólares por copo, na mesinha lateral entre as nos
encará-lo sem entender nada. É como se ele es
me forço a não olhar para o cadáver a poucos metros de distância, mesmo com o coração disparado. Tão perto, o cheiro de sangue é insuportável. Invade meus sentidos com tanta intensidade que quase consigo sentir o gosto metálico na língua. O esforço para não demonstrar nenhum
gélido sem dizer uma palavra. Contemplando minha resposta, tenho certez
ato de eu trabalhar para Don Spada, e ninguém ousaria matar um dos seus homens sem a sua permissão. Certo? Certo? J esus Cristo, espero
a disso, pe
eendentemente profundo. O som ressoa em mim, e cada célula do meu corpo se tensiona. Eu jamais imagina
oube do que esses homens eram capazes. O que esperar. Eles não me assustavam, mesmo depois de ter presenciado algumas de suas atrocidades. Mas esse Adriano Ruffo... estou apavorada, mesmo sem ele ter feito uma ún
o, arranco a arma da mesa. Num segundo, estou sentada ao lado de um homem por quem tenho uma
piração. Meu coração. O ar. E então, como se emergisse lentamente do a
nge as palavras sussurradas do Sr. Ruffo enquanto ele enc
a. Se meu destino ainda não estava selado, agora com certeza es
deixo meu indicador deslizar até o gatilho. Mas não
do novamente, na esperança de que iss
me tornar u
a vida dele
, não conseguiria
olhar fixo naqueles olhos azuis gélidos. En
ele serviu. Pego-a e engulo metade do conteúdo. Arde enquanto desce pelo meu esôfago, e me curvo, tossindo e tentando inspirar. Is
e surpresas", diz o Sr. Ruffo, aind
cê não puxo
um assassino", di
e. O Sr. Ruffo se inclina para a frente e, apoiando o cotovelo no braço d
a acionada." Sua voz ressoa
omo um idiota. "Eu...
ora. Nada que eu já tenha visto antes. Provavelm
olhos e os fios prateados no cabelo sugerem a passagem dos anos, mas o resto poderia colocá-lo em algum lugar entre os trin
ias diante de mim parecem irrefutáveis. Mas se me perguntassem ontem, nada neste mundo me convenceria d
coldres com armas. Pensei que armas não fossem permitidas no evento desta noite? Ambos usam um fone de ouvido na orelha esquerda. Seriam seguranças do che
segundo seguinte, os homens desaparecem, fechando a porta atrás de si. Trancando
om força. Esperan
vir o tiro ante
stá recostado na cadeira novamente, tomando se
veria ir
. Estupefata. Ele
ficar e ajudar a se
vai se soltar. Levanto-me da cadeira, pego os lençói
murmurado me paralisa quando
te, com os cotovelos apoiados nos joelhos. Seus óculos pendem da mão e
ca", ele rosna sem olhar para m
obrancelhas estão franzidas em um profundo "V", os pés de galinha ao redor dos olho
o amassado que embrulhei às pressas num pedaço de celofane que tinha sobrado ant
corro em direção à porta. Meu Deus, como sou estúpida. O homem é um assassino, e eu ofereci um biscoito a ele? Que diabos há de errado comigo? Que burra. Mas eu não conseguia simplesmen
sustador. E a dúvida de que ele tivesse matado aquela mulher me invadiu. Talvez ele tenha en
lha, olhando para trás para o corpo sem vida no chão
usa arrepi
o também. É a esp

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