img ADRIANO - UM MAFIOSO IMPIEDOSO LIVRO 12  /  Capítulo 4 | 28.57%
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Capítulo 4

Palavras: 2976    |    Lançado em: 12/06/2026

r

ha e levanto uma pilha de lençóis. "Prometo que terei cuidado ao voltar

fi

a parece tão fraca.

uerida. Como

a mãe já presenciou minha meia-irmã falando comigo como se eu fosse algo horrível gr

as de gala. Há flores lindas por toda parte. Gostaria que você pudesse ver. E cons

e alguém d

preocupe. Preciso ir agora.

amo. Se cui

e arruinado, não posso voltar a servir no salão de banquetes, então a governanta do Capo Brio mandou uma das outras moças p

s indicações que me deram, já me perdi algumas vezes tentando chegar aos quartos onde precisava arrumar a cama. Agora não é diferente. Viro a cabeça para a esquerda e para a direita, tentando deci

eva de volta ao salão de banquetes. O outro corredor parece mais deserto, então aposto que é lá que ficam os quartos adicionais para hóspede

a porta. Ao girar a maçaneta, vejo que está destrancada. Cautelosamente, coloco a cabeça para dentro e percebo que é um escritório, provavelmente o espaço pessoal de trabalho do Capo Brio. Há uma mesa enorme no meio e estantes de livros

bros da Família não são particularmente discretos quanto aos seus casos extraconjugais, apesar de toda a conversa sobre decoro e a santidade do casamento, mas ainda assim estou fel

dos os lados para segurá-la. Isso me obriga a usar o cotovelo para empurrar a maçaneta e o quadril para abrir a porta. Enquanto entro no quarto, o lenço

rrada." Uma voz profunda e avelud

lábios, mas as palavras morrem antes que eu consiga pronunciá-las.

s encadernados em couro. Perto dali, sobre uma cômoda, um aplique de parede ornamentado com aparência vintage projeta sua luz quente sobre o lado esquerdo do rosto do Sr. Ruffo. O outro lado permanece

nha capturado minha atenção, é o corpo de

com o copo na mão em direção a outr

ão me impressiono com sangue, mas não consigo me mexer enquanto encaro a arma com silenciador, casualmente

e parece uma eternidade, leva

tenho dúvidas... É uma ordem. Com a promessa de cons

e, e cada nervo do meu corpo está prestes a se romper. A fugir. Preciso de toda a minha fo

xo no dele. Aproximo-me com as pernas trêmulas enquanto ele continua a me observar. Sinto o peso daquele

is de anos convivendo com brutamontes da máfia, eu tinha certeza de que meu "radar de bandidos" era impecável. Nem uma vez meu alarme interno soou em alerta sobre Adriano Ruffo. Tra

rm

Um tom que só vi em imagens de geleiras antigas. E tão frios. Distantes. Endurecidos. Não há nenhum vestígio de calor neles. Nenhuma preocupação. Nenhum sinal de apreensão. Nem mesmo

desviam dos meus. Quando chego à poltrona de orelhas que ele apontou, meu coração parece que vai sal

agamente familiar

Eu... eu trabalho n

do fixo em mim enquanto pega o copo vazio

i os olho

mas centenas de dólares por copo, na mesinha lateral entre as nos

encará-lo sem entender nada. É como se ele es

me forço a não olhar para o cadáver a poucos metros de distância, mesmo com o coração disparado. Tão perto, o cheiro de sangue é insuportável. Invade meus sentidos com tanta intensidade que quase consigo sentir o gosto metálico na língua. O esforço para não demonstrar nenhum

gélido sem dizer uma palavra. Contemplando minha resposta, tenho certez

ato de eu trabalhar para Don Spada, e ninguém ousaria matar um dos seus homens sem a sua permissão. Certo? Certo? J esus Cristo, espero

a disso, pe

eendentemente profundo. O som ressoa em mim, e cada célula do meu corpo se tensiona. Eu jamais imagina

oube do que esses homens eram capazes. O que esperar. Eles não me assustavam, mesmo depois de ter presenciado algumas de suas atrocidades. Mas esse Adriano Ruffo... estou apavorada, mesmo sem ele ter feito uma ún

o, arranco a arma da mesa. Num segundo, estou sentada ao lado de um homem por quem tenho uma

piração. Meu coração. O ar. E então, como se emergisse lentamente do a

nge as palavras sussurradas do Sr. Ruffo enquanto ele enc

a. Se meu destino ainda não estava selado, agora com certeza es

deixo meu indicador deslizar até o gatilho. Mas não

do novamente, na esperança de que iss

me tornar u

a vida dele

, não conseguiria

olhar fixo naqueles olhos azuis gélidos. En

ele serviu. Pego-a e engulo metade do conteúdo. Arde enquanto desce pelo meu esôfago, e me curvo, tossindo e tentando inspirar. Is

e surpresas", diz o Sr. Ruffo, aind

cê não puxo

um assassino", di

e. O Sr. Ruffo se inclina para a frente e, apoiando o cotovelo no braço d

a acionada." Sua voz ressoa

omo um idiota. "Eu...

ora. Nada que eu já tenha visto antes. Provavelm

olhos e os fios prateados no cabelo sugerem a passagem dos anos, mas o resto poderia colocá-lo em algum lugar entre os trin

ias diante de mim parecem irrefutáveis. Mas se me perguntassem ontem, nada neste mundo me convenceria d

coldres com armas. Pensei que armas não fossem permitidas no evento desta noite? Ambos usam um fone de ouvido na orelha esquerda. Seriam seguranças do che

segundo seguinte, os homens desaparecem, fechando a porta atrás de si. Trancando

om força. Esperan

vir o tiro ante

stá recostado na cadeira novamente, tomando se

veria ir

. Estupefata. Ele

ficar e ajudar a se

vai se soltar. Levanto-me da cadeira, pego os lençói

murmurado me paralisa quando

te, com os cotovelos apoiados nos joelhos. Seus óculos pendem da mão e

ca", ele rosna sem olhar para m

obrancelhas estão franzidas em um profundo "V", os pés de galinha ao redor dos olho

o amassado que embrulhei às pressas num pedaço de celofane que tinha sobrado ant

corro em direção à porta. Meu Deus, como sou estúpida. O homem é um assassino, e eu ofereci um biscoito a ele? Que diabos há de errado comigo? Que burra. Mas eu não conseguia simplesmen

sustador. E a dúvida de que ele tivesse matado aquela mulher me invadiu. Talvez ele tenha en

lha, olhando para trás para o corpo sem vida no chão

usa arrepi

o também. É a esp

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