ntrole mu
A CASTIÊ
da-roupa, uma caixa de madeira que mais rangia do que guardava. Abri as portas e só encontrei uma camisa masculina grande, grossa,
s mangas até os ombros, transformando o pano em algo mais prático. Cortei uma tira de uma das mangas e improvisei um curativo no ombro. Cada movimento doeu; a dor era um lembret
empo corria a favor de quem se movia pensando. Isolada, eu não tinha aliados; tinha apenas o mapa mental do que podia e devia
o nos lábios como se toda a noite sangrenta fosse um detalhe que não tocava sua rotina. A
bandeja sobre a cama. Não é a casa mais luxuosa
ntão vai tentar me envenenar? respon
risada curta
r, teria feito ontem. Ac
urativo no meu ombro e
entou, com ar de curiosida
se preferir, retruqu
, deixei o pano cair dos ombros e permaneci nua por baixo. Não era submissão; era um desafio calculado.
egou um morango da bandeja. Mordeu, o suco vermelho entre os dedos, e se in
, os olhos implacáveis. Ou eu posso
presa por me
uem vai gostar é
o gesto, por mais que parecesse íntimo, tinha o ar de uma operação metódica. Não era carinho, era
ra, você vai aprender o significado
, cortante. É onde idi
undo quase humano, mas
ximo ponto. Quero uma bebida decente e comida de verd
rguntei, irônica. Vai me desfil
uma familiaridade estudada. Meu nome é Fernand
melhor forma de entender suas reações. Saímos do quarto lado a lado. O corredor
os que ouviam passos do andar de cima. Cada objeto no caminho dizia quem morava ali: garrafas antigas, um sofá com a curvatura de quem passa horas
com calma. Serviu os dois copos, ofereceu-me um e assentiu, como q
e, entregando-me o copo. Mas
uma ilha é o que você chama de especial? p
e vitória, res
corporal era pesquisa. Cada movimento meu, cada gesto pequeno, ele anotava mentalmente. E eu também o estudava, registrando uma
razano? perguntei, pousando o
orriso nominal. E não acho, Va
itável vai parecer misericórdia, disse ele,
dicou
reciso de comida descente e uma beb
clinou e
camisas e de

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