dias
Brooklyn era uma
janelas do chão ao teto, apenas uma sala de estar apertada que se
suéter pequeno e rosa. Ainda tinha um leve cheiro do hospital, de Cece
e agressivo qu
e ergueu de repente.
mais longo desta vez, se
! Abra
fada pela madeira, mas a f
martelando contra as costelas. Ela se afast
í!", Derick gritou. "Ab
ação. Ela não estava pronta. Não conseguia encará-lo, não
Derick não se tornara um bilionário aceitan
abriu com violência, batendo c
terno estavam atrás dele, um segurando uma ferramenta de arrombar fechaduras.
rtado e sujo. Seu lábio se curvou em desdém. "É aqu
sada da mesa atrás dela. Ela a ergueu
os fazendo barulho ao pisar em um pedaço de fita de embalagem. Ele olh
u, sua voz baixando para um ru
r, sua mão tremendo, a tesour
soura com a mão nua, apertando-as com força suficiente para que o metal cravasse em sua palma. Ele as
jogou de costas contra a parede. O i
igiu, seu rosto a centímetros do d
joativo de gardênias. O perfume característico de Kamryn. Estava impregna
homem, que acabara de estar abraçado a outra mulher, agora a pressi
gasgou, lutando co
obilizá-la. Ele pensou que ela se submeteria. Pensou que a prox
apenas arrogância. Apenas poss
u cada gota de saliva em sua boca sec
escorregando em direção à sua mandíbula. Seus olhos se
emendo de raiva. Ele agarrou o queixo dela, seus dedos crava
ia", ele disse, sua voz um sussurro
rgo e quebrado. "Sua paciência é para aq
A menção de Kamryn foi um gatilho. "Você está de
inor, sua voz morta. "Volte p
descendo. Ele queria sacudi-la. Queria forçá-la a dizer a
disse ele, ajeitando os punhos da camisa. "Um Grant não se divo
xando a porta quebrada p
abraçou os joelhos, seu corpo tremendo incontrolavelme
que instalem uma tranca reforçada. Hoje. E u
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