img A NOVA ESPOSA DO MAFIOSO  /  Capítulo 6 Cartas na mesa | 42.86%
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Capítulo 6 Cartas na mesa

Palavras: 1273    |    Lançado em: 07/06/2026

Charp

s desde que chegamos. Eu permaneço sentada onde ele mandou, com as mãos unid

vergonhoso. Ele se inclina dem

or migalhas. Já Lucien... observa. E

lhos, tão escuros que chegam a ser intimidantes, percorrem a sala com um ar de caça à p

rço imed

o a c

para

ue não

Eu passei a vida int

meu corpo implorar para existir, para levantar, para falar. Sinto a

ssim, fic

enqu

dor. São ritmados, firmes, como se a dona de

aparece. Viv

mas claro, ela quer ser vista. O decote profundo, batom vermelho vivo, postura impecável. E os

sa, Vivienne. - Luc

ecisasse que

fia sabe

orriso doce demais, que não c

Ela diz, entusiasmada d

de dela é t

ra para Henri, e

Ela diz num tom b

e poderiam ganhar prêmi

a eu

do casamento deles. Um evento grandioso, mas tenso. A máfia in

z na máfia? Qu

unca

uza as mãos

á pronto. Pode

o. Sempr

orma seca e faz um sinal

cuidado, segurando minha bolsa como se fosse minha

enri acompanha como um cão ansioso por reconhec

cheiro de perfume caro, o som suave das conversas dis

dela retornando para

ão par

e. Para

Sem vergonh

e so

tantas vezes quando está p

para gritar, para explodir de uma vez, para acabar com is

je tem ho

vou c

bem em cima dela, refletindo uma luz serena e dando

e ao lado direito. Henri ao lado esquerdo

esa requintada. Cheiros que deveriam ag

fo

praz

me

etermina

parar, enaltecendo o Don, elogiando negociações, exaltando feitos recentes. Os cr

memorável, Don Bellamy. Os outros lí

olhos sem n

ele perceb

cebe é V

ar

m irritantemente doce. - Está tud

m raiva, os seus olhos fl

senhora Bellamy. - Eu digo, tentand

sponde, com um sorrisin

o a mão de Henri apertar a

rt

üe

oso que diz: Dep

arregar tudo isso e

into nada. É o que

impa a boca com o guardanapo. Olha p

stra que

aqui esta noite por

direita ime

até

. Estou à su

cruza a

me diga a verdade sobre as con

e do rost

omo se tivesse v

-co

ntinua, impassível. - Meses de contas nã

ri força um sorriso. - Não são mes

te a mão

eu me tremo toda. Até a

chamando de m

to. Nem a larei

spiro

a. Ou

evan

dizer algo? - Minha voz

a pelo braço c

- Ele rosna perto do meu ouv

palavra. -

orta o ar co

gulo

as mãos

u me

omo se arrancasse

bro a minha bolsa. E jogo as

os certeiros. Beijos. Toq

nne e

do e a esp

vacila, apesar do tremor interno. -

ainda mais. Eu

ngelada, a boca entreabe

sabe exatamente o que vai fazer. Ou que sabia que isso ocorria

ai

a muda. Fi

cu

spir

e pergunto o que

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