Charp
tido que Henri separou. É, el
em a minha roupa eu poderia escolher. Se eu inventar de colocar outra coisa
de apenas um ombro, com um caimento leve e uma fendä lateral. É bonito, confesso,
que usar
. O estômago não para de revirar. Henri fez questão de ter uma pessoa para me arrumar e virá uma cabeleireira par
gos
mansão Bellamy é um cargo novo para ele na máfia. Uma mudança de posto. Henri está andando
de como ele c
e é a soberania completa. Ninguém o confronta, ninguém o contesta e muito menos recua numa ordem dele. Todos o t
. Ambicioso. O tipo de homem que mata com a mesma calma com que serve um vinho. D
tem medo
o na direção. - A c
as horas e são pouco m
jo malas e bolsas. Já noto que i
Eu aceno. - Pode ficar tranquila que sou uma pro
! Será um jan
odelos de penteados e a senhora
nte, mas presa por detrás da orelha. São minutos de laquê, puxa aqui e ali. Tem secado
às 21h. O nervos
a uma preparação de pele. São hor
é linda... quer ma
ro! - E
continuo at
sufocada. Violet termina de ajeitar a última mecha do meu coque e sorri sa
ra Charpentier.
fei
eu me sinto um redemoinho. Mas sorrio d
io preenche a distância entre eu e a noite que se aproxima. As horas parecem arrasta
até o
as os olhos... ah, os olhos denunciam tudo. Estão cansados
o o tecido e observo como o vermelho parece vivo,
ei, o mesmo tom que Henri gosta. Ou,
que ele pens
elicada, mas guarda algo que pesa mais do que ouro. Seguro firme, como se t
r, o relógio marca oito e
fecho os olhos. Tento respirar
ço é o som do
ho
vida m
um mantra. Não há es
me desperta. Passos fir
i ch
e com o mesmo terno de sempre, mas há algo diferente n
o e me observa de cima a baixo,
a boca
.. apre
i como uma s
rovocação. Não vale a pena tentar di
can

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